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Conteúdo Popular

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  1. 10 points
    Uma pessoa olha para este tópico agora e até se assusta. Eu pensava que havia assuntos que já ninguém tinha dúvidas. 1º Todos os rendimentos de capitais que tenham retenção na fonte e que o contribuinte não opte pelo englobamento, não têm de ser declarados. Seja fundos nacionais, seja dividendos (não confundir com mais valias!) de ações ou obrigações, seja juros dos depósitos a prazo, não têm de ser declarados. Já foram tributados a 28% e o contribuinte já os recebe líquidos de imposto. Só têm de ser declarados se o contribuinte desejar o englobamento, porque aí irá ser tributado nesses rendimentos consoante o escalão do IRS correspondente aos seus rendimentos. Nos fundos nacionais existe retenção da fonte de 28% nas mais valias. A não ser que se opte pelo englobamento não têm de ser declarados. Isto já estava mais do que assente. Há semanas que chegámos a esta conclusão. Porque é que agora vêm dizer que têm de ser declarados? declarados para quê (se já foram tributados e não voltam a ser tributados, a declaração serviria para quê...?)? Alguma vez alguém declarou os juros dos depósitos a prazo, quando tem retenção na fonte? Não lancem a confusão! Para quem não opta pelo englobamento apenas declara as mais e as menos valias dos fundos internacionais (para ser mais fácil - aqueles cujo ISIN não começa por PT...). 2º Que raio de conversa é essa que mistura a 1ª fase com a 2ª fase? Em abril - declaração para quem só declara rendimentos do trabalho dependente ou pensões. Não quer dizer que não possa ter licitamente outros rendimentos além dos que declarou (por exemplo, pode ter recebido juros de um depósito a prazo; mas estes não são declarados). Mas se os outros rendimentos (que não seja trabalho dependente ou pensões) não são declarados, é como se não existissem para este efeito. Em maio - declaração para quem a. tenha rendimentos do trabalho independente; b. ou trabalho dependente ou pensões + outros rendimentos que tenham de ser declarados (fundos internacionais, fundos nacionais se optarem pelo englobamento, rendimentos com imóveis, etc.); c. outros rendimentos que tenham de ser declarados (fundos internacionais, fundos nacionais se optarem pelo englobamento, rendimentos com imóveis, etc.). Apenas subsiste uma única duvida: - é se os movimentos de aquisição/resgate (que traduzem as mais/menos valias) dos fundos internacionais, mas que são comercializados nos bancos nacionais, são declaradas no anexo J ou no anexo G. Concretamente, se são rendimentos internacionais (porque os fundos estão sediados no estrangeiro) ou se, pelo facto de serem comercializados por bancos nacionais, passam a ser considerados como rendimentos nacionais. É só nisto que existem dúvidas. Mais nada.
  2. 7 points
    Para aqueles que me pediram um diário de bordo, partilho agora o meu blog: www.fromcentstoretirement.com (120.000 views em 2016, 650 subscritores) e respectiva página no facebook, recém criada: https://www.facebook.com/From-cents-to-retirement-1912876315606821. Para quem me queira seguir, por favor façam gosto na página do Facebook e convidem amigos - estou a tentar subir o número de seguidores lá.
  3. 5 points
    Olá, Todos os anos pretendo poupar dinheiro e um dos grandes gastos mensais cá em casa é a Eletrecidade e o Gás. Este ano resolvi compilar todas as comercializadoras de energia, aplicar os descontos que estas oferecem, chegar ao valor real que iria pagar por kW e acabei por mudar de comercializadora. Os preços indicados são para o distrito de Lisboa, com a potência elétrica de 3,45 kW e o escalão 2 no gás. Notar que: - Descontos anunciados pelas comercializadoras já foram aplicados. - Preços para fatura eletrónica e débito directo. - Comercializadoras como a Goldenergy e a Elusa não foram consideradas, uma vez que não disponibilizam os preços finais ao cliente e as promoções não indicam se é respeitante ao termo de serviço (potência) ou ao consumo. Podem sempre simular a melhor opção para o vosso caso no site da ERSE. Como tinha referido anteriormente, acabei por mudar da EDP para a Energia Simples (duo). A mudança é simples e no meu caso demorou cerca de 2 semanas. Tive que assinar novo contrato e na primeira fatura além de já ter poupado relativamente à EDP, ainda recebi 5€ de desconto por ter sido indicado por um amigo. Se esta comercializadora for a mais adequada para o vosso perfil, enviem mensagem privada, para que vos possa referênciar e ambos ganhamos 5€ Ia eliminar o ficheiro Excel, mas lembrei me que pode ajudar alguém. Em Janeiro de 2018 atualizo a tabela. Cumprimentos,
  4. 5 points
    Pedro, Não posso concordar contigo por dois argumentos: porque eu vivo em Portugal e em Portugal não é assim; e porque não estou disposto a recorrer a esse método. Repara. As £150.000 corresponde a, aproximadamente, €200.000,00. Uma casa que custe €200.000,00, em Portugal, conseguirás arrendar por um valor entre €600,00 a €700,00. Vamos imaginar que até consegues arrendar pelos €700,00. Aqui em Portugal terás de arranjar de entrada pelo menos 15% do valor da casa. Mas vamos imaginar que consegues que te financiem em 90% e que a casa vale os €200.000. Como é uma habitação secundária, não conseguirás o melhor spread bancário, mas vamos imaginar que até consegues arranjar um bom spread, para casa secundária: 2%. Portanto, metes do teu bolso 20.000 de entrada (10% de €200k). Pedes €180.000. Tens ainda de pagar os seguros da casa e de vida: vamos pensar que rondará os €400,00 anuais. Empréstimo a 30 anos. Taxa variável, indexada à euribor a 12 meses. Com um empréstimo nestes termos (e olha que eu estou até a ser conservador na análise), ficarás com uma prestação de €665,32. Mas isto é com a taxa euribor atual, que está negativa. Mas em 2011 estava a 4%. Num período de 30 anos, certamente que irá variar. Vamos apontar para uma média de 2% durante os 30 anos (nem 0, nem 4, vamos apontar para o meio). Ficarás então com uma prestação de €859,35. Agora junta-lhe outras coisas: valor da escritura, IMT, despesas do cartório: fica-te, + ou -, em €5000. Mais umas obras ou qualquer alteração inicial ou qualquer eletrodoméstico que pretendas: €1000. Ao longo dos 30 anos, algumas obras terás de efetuar. Para a nossa análise, esquece essas (mas se te dedicares ao assunto, terás de a ter em conta). Entretanto, pagarás uns €80,00 de condomínio (não irei aqui meter condomínios de prédios com piscinas e coisas do género, que te levaria a valores da ordem dos €150 a €200 mensais). Portanto, conclusão: empréstimo a 30, anos, euribor a 2%, spread a 2 %, seguros anuais a €400 fracionados em duodécimos, e €80,00 mensais de condomínio, conta com uma gasto mensal de €939,35. Com a Euribor a 0%, então €745,32. Arrendaste por €700 mensais. €700 mensais... mas calma lá: como tu tens um rendimento decente, não vais englobar. Então papas com a taxa liberatória a 28%. Então, de rendas €8.400,00 (700 x 12). Chupas com os 28% de imposto e ficas com €6048,00 (8400-2352). Ou seja recebes €504,00 mensais limpos (6048/12). Mas pagas €745,32, na melhor das hipóteses. Pelo menos tens um prejuízo mensal de €241,32 (745,32 - 504,00). Lá se vai a tua fonte de rendimentos. E a tua teoria. Já nem estou a contar com as outras despesas que acima te referi. Porque só isto me basta para te demonstrar que o teu modelo pode ser perfeito para Manchester. Mas em Portugal.. não estou a ver como... Mais: £950,00 mensais corresponde a cerca de €1200. Uma casa típica com um valor de mercado de €200.00 euros nunca a conseguirás arrendar nem por €900, quanto mais €1200... Por fim, e segundo argumento. Eu não gosto de dívidas. As dívidas são uma forma de prisão. Recuso-me a alavancar investimentos com a banca. Enquanto corre tudo bem, é uma maravilha. Se algum dia acontece alguma desgraça, é devastador. Brutalmente devastador. Rapidamente perdes o controlo total da tua vida, se tiveres uma dívida brutal às costas. Basta que, por um erro bancário, um dos bancos te exija, repentinamente, a totalidade do empréstimo e te comece a penhorar, já foste... Por isso, para mim, dívidas não. Só mesmo para aquisição da habitação própria, para eu residir, e é porque não tenho mesmo outra hipótese. Entrego o destino da minha vida à vontade de Deus. Não à vontade de uma instituição bancária. Um abraço,
  5. 4 points
    Vou-te contar um segredo... Ninguém sabe Agora perguntas tu: Como é que vocês investem sem saber quando é o momento certo? São malucos?? Se soubéssemos quando é o momento certo não haveria risco (porque não errávamos). Sem risco não haveria retorno. O facto de nunca saberes quando é o momento certo mas mesmo assim investires é o que faz com que potencialmente consigas ter retornos mais altos do que outros produtos "sem risco" como depósitos a prazo ou obrigações alemãs.
  6. 4 points
    Boas Ontem mesmo publiquei o meu livro sobre a estratégia para me reformar nos 30s, tal como tinha dito aqui no fórum que ia fazer: https://www.amazon.com/dp/B06XJ86PTR Para quem não está habituado ao Kindle, podem sacar uma app do Kindle no site da Amazon e depois ler os livros num computador ou iPad normal. Importante: o preço até segunda feira está a 99 cêntimos porque eu quis oferecê-lo aos subscribers do meu blog e aos followers no facebook. Estou a estender a oferta aos users aqui do fórum mas só consigo garantir este preço até segunda. Depois o preço será entre 3.99 e 7.99€. Obrigado! Já agora, quem comprar pode postar aqui e depois dar-me feedback? Tenho lá muitos dados sobre Portugal e como viver em Portugal, gostava de ter feedback vosso sobre isso - se a vossa experiência é a mesma. Espero que gostem! Fight on! Abraço
  7. 4 points
    O meu autoinvest é muito parecido com o do Duracellpt, embora exclui a Capitalia dos "Loan Creditors" por encontrar alguns posts sobre o atraso em pagamentos em caso de buyback. Como não há falta de emprestimos sem a Capitalia, preferi jogar pelo seguro.
  8. 4 points
    Eu uso o "autoinvest" no Mintos e Twino com as seguintes definições: - Prazo máximo 12 meses; - Taxa min: 12% - Só com Buyback - Todas as origens e todos os tipos de crédito
  9. 4 points
    Não sei se este cartão é novo, mas só agora é que reparei na publicidade. https://www.cofidis.pt/cofidis/cartao-de-credito-cofidis.html Sem anuidade, sem taxa de gasolineira, com 1% cashback em compras, com pagamento de serviços. Pagando 1€ por mês passa-se a ter 2% cashback em compras, 1% cashback em pagamento de serviços, plano de saúde para o agregado familiar. Não recomendo nem deixo de recomendar, apenas informo.
  10. 4 points
    Não é nenhum post em particular maj, é uma forma de pensar e de estar na vida. Repara, o Mark Cuban foi do 0 para bilionário e a venda da Broadcast.com foi feita por quase 6 mil milhões (quando valia uns 700 milhões, segundo se diz). Sim senhor. O John Paul DeJoria foi de sem abrigo a milionário em alguns meses e a bilionário em alguns anos. Sim senhor!!! O Warren Buffet comprou a Berkshire Hathaway e num ano fez quase 3000% de retorno no investimento. OMG, sim senhor!!!! Eu compro imóveis que dão 15-25% líquidos é tudo mentira... Este caso está bem descrito na literatura, mesmo em livros sobre finanças pessoais (eu já li mais de 100, e estou a re-ler vários para colocar sumários e reviews no meu blog: www.fromcentstoretirement.com/books/ ). O Robert Kiyosaki chama a estes casos de "Little Chickens", rótulo que adaptei eu para mim. 90% das mensagens que recebo pelo blog são a dar parabéns e encorajar a continuar. Cerca de uns 7-8% são pessoas que me perguntam como faço e como elas devem fazer, e o resto são haters. Aquilo que eu aprendi é que os haters são essenciais em qualquer processo de construção. O Ken Fisher disse mesmo que nunca se teria tornado milionário sem eles, pela motivação constante. Ainda em Novembro estive com um investidor português relativamente conhecido, a estudarmos a criação de um fundo imobiliário fechado. Disse-me o mesmo: os haters (que no caso dele até foi mais a família que gente de fora) foram essenciais. Revelando o meu blog aqui, não é segredo para ninguém que eu cresci em Portugal e Itália, que o meu pai é Canadiano e que já estive em mais de 30 países. Tive a sorte de estar exposto a muitas culturas e formas de pensar. Adoro Portugal e quero viver lá, mas a sociedade tem muitas falhas a este nível. Haters há em todo o lado, haters a gastar tempo da vida deles constantemente para serem os velhos do Restelo dos dias de hoje, há poucos. Eu vou fazer um post sobre as Little Chickens desta vida ainda em Janeiro, com mensagens e casos reais. Boas entradas e fight on!
  11. 4 points
  12. 4 points
    São conselhos, opiniões, partilha de experiências e não ordens...por isso só os aceita quem quer. Quem dá conselhos aqui, não obriga ninguém a aceitá-los nem têm que se sentir responsável pelas consequências das decisões tomadas pelos outros. Também não temos que publicar dados reais e provas dos ganhos, porque temos o direito de escolher se o queremos fazer ou não. E você? quais são as suas intenções? pescar clientela?
  13. 4 points
    Claro, aqui estão, aparentemente com a "papinha toda feita":
  14. 3 points
    Achas? O S&P tem cerca de 25% de probabilidade de mexer mais de 1% (um pouco mais até). Em média 66 sessões em cerca de 252. Isto no periodo pós 2 Grande Guerra, excluindo assim a grande depressão senão é ainda maior. Diria que um movimento superior a 1% não é nada de especial. Mas deste-me ideia para um projecto. Vou calcular/testar as vezes que o S&P caiu mais de 1%. Não encontro isso na net mas tb não deve ser nada de especial. Quando chegamos aos 2% sim, é raro. Podes ver mais aqui: https://www.stocktradersalmanac.com/UploadedImage/blog_20160222_daily_moves.jpg
  15. 3 points
    Relativizar e racionalizar para nos livrarmos da culpa faz bem ao ego...mas não lhe quero dar lições de moral, só não me parece bem é que você venha para um forum "sério" pedir dicas para se livrar de algo pelo qual é responsável (incumprimento da lei).
  16. 3 points
    Não vale muito a pena falarmos no ano de 2016, acho que basta olhar para os fundos e suas rentabilidades para chegarmos a conclusões, recordo de me ter despedido de 2015 a dizer que não me importava que o ano de 2016 fosse igual, pois agora mantenho, pelo que vejo não me importo que venha um ano igual, e já vão 8 anos em que não se "perde" dinheiro!!! Não vale a pena comparar com outros fundos, estes fundos são apenas um barómetro, há fundos que renderam mais e há fundos que renderam menos nas vossas carteiras Rentabilidades 2016 FUNDOS DE OBRIGAÇÕES: NB Obrigações Europa FI Acc +1,11% PIMCO GIS Glbl Real Ret E EUR Hdg Acc +8,38% PIMCO GIS Diversified Inc E EUR Hdg Acc +9,28% PIMCO GIS Global Bond E EUR Hdg Acc +3,46% PIMCO GIS Total Ret Bd E EUR Hdg +0,78% NB Rendimento Plus FIA +4,72% PIMCO GIS Global Hi Yld Bd E Eur Hdgd +9,87% AXA WF Glbl High Yield Bonds E(H)-C EUR +11,20% Nordea-1 European Cross Credit E +4,47% F&C Emerging Markets Bond C EUR Hdg +9,24% AXA WF Euro 5-7 EC EUR +2,05% PF(LUX)-Global Emerging Debt HR EUR Acc +5,64% Henderson Horizon Euro Corp Bond A Acc +4,15% Jupiter JGF Dynamic Bd L EUR Acc +3,86% FUNDOS DE TESOURARIA/MONETÁRIO: NB LIQUIDEZ FIA +0,00% Dunas Banco BIC Tesouraria - FI MA A +0,93% NB Tesouraria Ativa +1,15% NB Rendimento FEIA -0,77% FUNDOS MISTOS: NB Plano Prudente FIF A *Este fundo foi fundido com o NB Estratégia Activa que rendeu -2,85% Invesco Balanced-Risk Alloc E +9,25% Schroder ISF Glbl Multi-Asset Inc B Hg € +5,44% MS INVF Global Balanced Risk Control B +3,42% Nordea-1 Stable Return E EUR +2,23% FUNDOS DE ACÇÕES: EEF Equity Consumer Staples R Acc +1,60% Vontobel Fund Global Value Equity C +6,23% Vontobel Fund - Emerging Markets Equity C +1,84% Pictet Water-R EUR +9,11% Allianz Europe Equity Growth CT EUR -4,11% Threadneedle Eurp Sm Cos Ret Net EUR Acc -0,34% Franklin European Growth N Acc +3,36% F&C European Small Cap A -11,03% Pioneer Fds US Fundamental Gr C EUR ND +4,42% JPMorgan Funds - JPMorgan ASEAN Equity D (acc) - EUR +11,09% Alken Absolute Return Europe A -9,29% UBS (Lux) KSS Global Eqs $ EUR P-acc +8,44% Henderson Horizon PanEurpPtyEqs A2 EUR -7,86% MLIS Marshall Wce Tps UCITS MN C EUR Acc +0,69% ATÉ 2017
  17. 3 points
    Exemplo. Tens umas menos-valias de 450. Tens outras mais-valias de 450 potenciais, que resgatas. Essas mais-valias correspondem ao seguinte: UPs =100 Valor de aquisição da UP = 10 Valor de aquisição total = 1.000 (importante para calcular mais-valias futuras) Valor actual da UP = 14,5 Valor do resgate = 1.450 (1.000 + 450 de mais-valias) Nos dias seguintes, voltas a comprar as mesmas 10 UPs, mas ao preço de 14,50 (para simplificar) Nas próximas mais-valias, o que importa é o preço total de compra de 1.450 Supõe tu que não resgatavas agora. E que resgatavas quando a UP estava a 18. A tua mais-valia por UP seria de 8 (18-10), ou seja, 800 euros. Mas se tivesses resgatado no passado e voltado a comprar as mesmas UPs, mas ao preço de 14,50, a tua nova mais-valia seria de apenas 350 euros (1.800 - 1.450). Naturalmente no post anterior, esqueci-me que isto agora é tarde demais para 2016 .
  18. 3 points
    Dado que passaram mais 6 meses, é altura de actualizar a carteira fictícia No passado expus aqui uma possível carteira de B&H, baseada no Portfolio Permanente do Harry Browne. Ver o racional no seguinte link: http://www.forumfinancas.pt/topic/5360-etfs-exchange-traded-funds/?do=findComment&comment=105890 Ganhos/Perdas (%) 2007 (Jul-Dec) 2,92 2008 -3,31 2009 12,58 2010 15,30 2011 3,87 2012 9,21 2013 -2,94 2014 16,30 2015 2,95 2016 8,24 Retorno médio: 8,86% / ano (mesmo contando com os encargos ficcionados de € 15 por cada compra de ETF, ainda que actualmente este tipo de comissões seja mais baixo). Estes últimos 6 meses não trouxeram uma melhoria na carteira, tendo até existido uma ligeira perda, fruto da desvalorização recente das obrigações de longo-prazo e do ouro (que contrabalançou com os ganhos nas acções mundiais, explicada em parte também pela desvalorização do euro face ao USD). Ainda assim, a rentabilidade anual esteve dentro da média. picture share Deixo aqui também uma actualização aos reforços, atendendo ao reforço anual a 1 de Julho de 2016 (para não acharem que andei a adulterar os resultados ). (Nota: Houve uma troca 1:1 no ETF de obrigações de L/P, uma vez que o anterior foi transformado noutro exactamente igual - tanto que na minha carteira real não tive de fazer nada - mas domiciliado noutro país, por decisão da Lyxor). A frio: Investimento inicial: 10.000 euros Reforços: 2.000 euros * 9 = 18.000 euros Mais-valias potenciais (já deduzidos de custos) = 15.600 euros (sensivelmente) Daqui a 6 meses chegaremos ao final dos 10 anos (a carteira começou a 1 Julho de 2007, com reforços anuais de 2.000 euros a cada 1 de Julho). Veremos se ainda estaremos em face bull-market ou se entraremos no próximo bear-market (não aposto nem para um lado, nem para outro ).
  19. 3 points
    Esses "artolas" valem tanto quanto o teu nick neste fórum!
  20. 3 points
    Por falar nisso... https://www.publico.pt/2016/12/06/economia/noticia/freiras-alemas-investem-na-bolsa-e-salvam-convento-1753935
  21. 3 points
    As sugestões de escolha do Activo com base no candidato: (engraçado)
  22. 3 points
    Achei o artigo interessante, mas o gráfico que apresenta, dos retornos "Buy-and-hold", parece-me de uma carteira pouco diversificada. Fiz um teste rápido no portfolio visualizer, com classes (asset classes), não com títulos reais, para ser mais fácil. Utilizei 3 carteiras bem conhecidas: Portfólio 1 - 60% acções + 40% obrigações (EUA) Portfólio 2 - Harry Browne Permanent Portfolio Portfólio 3 - David Swansen Yale Endowment Testei para 2 intervalos de tempo: de 1990 a 2015, como o gráfico do artigo, e de 1982 a 2007, para não apanhar o "bull" a partir de 2009. Os retornos, no último ano, são melhores que os indicados no artigo. Para 1990-2015, os retornos são (entre parentesis estão os valores ajustados com a inflação), para 100.000,00 iniciais. Clicar aqui para ver no portfolio visualizer 1990-2015. Portfólio 1) 817.744,00 (435.994,00) / CARG = 8,42% (5,83%) Portfólio 2) 519.010,00 (276.708,00) / CARG = 6.54% (3,99%) Portfólio 3) 912.117,00 (486.293,00) / CAGR = 8,87% (6,27%) Para 1982-2007, os retornos são (entre parentesis estão os valores ajustados com a inflação), para 100.000,00 iniciais. Clicar aqui para ver no portfolio visualizer 1982-2007. Potrfólio 1) 1.683.346,00 (753.366,00) / CARG = 11,47% (8,08%) Portfólio 2) 780.613,00 (349.356,00) / CARG = 8,22% (4,93%) Portfólio 3) 2.236.675,00 (1.000.985,00) / CAGR = 12,70% (9,26%)
  23. 3 points
    Na minha perspectiva, e na de muita gente, é um erro tentar perceber qual é um boa altura para entrar no mercado. Se alguém soubesse, era fácil ficar milionário. O que sabemos, adicionalmente, é que é preferível investir hoje do que amanhã, em termos de expectativa de retorno. Dito isto, não há como negar que o período se avizinha é de previsível instabilidade (em que sentido?) e o teu período temporal não é especialmente extenso. Outra forma de abordar a coisa, mais por paz de espírito do que por sentido lógico, é dividir o investimento e colocar parte antes e parte depois, ou mesmo totalmente depois. Mas não é uma boa lógica de investimento, em geral.
  24. 3 points
    JULHO: Sem dúvida o mês dos ganhos nas acções... começando pelos fundos de obrigações: Continuação das boas performances na generalidade dos fundos de obrigações, destaque para o PIMCO DI com uma rentabilidade de mais de 3%, o NB Rendimento Plus acima dos 2%, os dois HY acima dos 2% e 3%, a excelente recuperação no Nordea Cross Credit ( que sempre gostei ) na ordem dos 2% também, e com YTD de perto de 4% ( afinal de contas é um pouco a média deste fundo ), emerging market acima dos 2%... portanto performances a 1 mês brutais a juntar já aos 6 meses anteriores que também foram bons nas obrigações, temos YTD a oscilarem entre os 2% e 12%!! Nas acções, como já tive oportunidade de dizer, foi o mês dos ganhos, finalmente tivemos um mês francamente bom, as rentabilidades em Julho oscilarem em média nos 5%/6%, alguns já apresentam YTD positivas, mas há muitos ainda com fortes perdas, era só mais 1 mês igual a este e todos ficavam positivos. Destaco pela negativa o Marshall, um fundo excelente na altura mais conturbada, e agora muito fraquinho nesta fase...dá a entender portanto que é fundo para manter em carteira na perspectiva de vir alguma hecatombe, porque para "ganhar" dinheiro não é recomendado. Destaco pela positiva ( entre outros ), o misto Nordea Stable Return, parece que não é nada com ele, passa ao lado dos momentos conturbados, este mês fez 1,35%, YTD vai com 6,84%. Vem aí um mês de férias, costuma ser fracote, mas este ano já nos provou que a história nem sempre se repete, pode ser que venha mais recuperações. É aqui, quando entras no fundo tens esta opção de NAV Histórico...
  25. 3 points
    Os resgates nos fundos nacionais não têm de ser declarados, salvo se se optar pelo englobamento. Os resgates, em fundos nacionais, que, em 2015, não sofreram retenção na fonte são os resgates que ocorreram antes de 01 de julho de 2015. Mas as novas regras, para os fundos nacionais, só entraram em vigor em 01 de Julho de 2015. E antes das novas regras, o investidor estava isento do pagamento do imposto. Isto porque, era o fundo que era tributado. A partir de 01/07/2015 os fundos nacionais deixaram de ser diretamente tributados e passou a haver tributação do investidor, com retenção na fonte a 28%. Assim, a não ser que se opte pelo englobamento, temos: i) resgates em fundos nacionais, ocorridos até de 30/06/2015: não têm de ser declarados porque o investidor está isento do pagamento do imposto - o imposto já foi pago pelo próprio fundo; ii) resgates em fundos nacionais, ocorridos após 30/06/2015: não têm de ser declarados, porque o investidor, embora pagando imposto, já sofreu retenção na fonte (o banco fica logo com o dinheiro do imposto). Conclusão: A NÃO SER QUE SE OPTE PELO ENGLOBAMENTO, OS RESGATES EM FUNDOS NACIONAIS NÃO TÊM DE SER DECLARADOS. Vejam no guia fiscal da Deloitte, indicado na primeira página deste tópico (pag. 6): "Com a entrada em vigor, a 1 de julho de 2015, do Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de janeiro, os rendimentos decorrentes do resgate de UP em fundos nacionais auferidos por sujeitos passivos de IRS residentes em território nacional (fora do âmbito de uma atividade comercial, industrial ou agrícola) deixaram de estar isentos, passando a ser tributados por retenção na fonte a título liberatório (atualmente à taxa de 28%), sem prejuízo da opção pelo seu englobamento1 . Os contribuintes continuam, porém, dispensados de reportar os rendimentos auferidos em UP em fundos nacionais na declaração de IRS, pelo que só o devem fazer caso optem pelo seu englobamento" zzzpt, tu não te achas um especialista. Mas no entanto contrarias todos os guias fiscais que te põem à frente, elaborados por algumas das maiores consultoras fiscais.
  26. 3 points
    IMHO, A diversificação correcta é aquela que numa carteira, inclui os seguintes activos: - Cash (para fundo de emergência para, pelo menos, 6 meses de gastos), o qual pode incluir DP, CA ou CTPM; - Acções - Obrigações de países soberanos com qualidade AAA (vou deixar de fora o Ouro e outras matérias-primas, mas pode fazer sentido no caso de se seguir uma estratégia de investimento baseada no Portfolio Permanente do Harry Browne ou o All-Weather Portfolio do Ray Dalio) Depois a percentagem alocada a cada um dos activos depende de cada um de nós. Se quiseres simplificar (até para o valor em causa - 1k), podes sempre investir num fundo misto que investe num misto de acções e obrigações, como por exemplo os seguintes: - Nordea-1 Stable Return (menos volátil) - MFS Global Return Fundo (mais volátil, mas com uma performance histórica muito semelhante a uma carteira 50% acções mundias / 50% obrigações soberanas) Repara que num fundo deste tipo, é o próprio fundo que vai rebalançando directamente a alocação a acções e obrigações, o que evita aquele stress emocional de resgatar os fundos perdedores.
  27. 3 points
    Para os primeiros dias no UK pode também utilizar o cartao pre-pago revolut. Para pequenos montantes e utilizaçao diaria é o ideal até conseguir abrir uma conta no reino unido. De facto, este é o cartao ideal para viagens a paises com uma moeda diferente do euro. Aconcelho-o a dar uma vista de olhos. https://revolut.com/
  28. 3 points
    Ver sobretudo, a pergunta 15. https://www.big.pt/pdf/infoFiscal/GuiaFiscalidadeDeloitte_BiG_2015.pdf
  29. 3 points
    Março: O mês de Março trouxe-nos alguma recuperação e um novo fôlego na carteiras, os fundos de obrigações estão praticamente todos positivos a 3 meses, destacando-se os HY, Emergentes e os fundos de obrigações de qualidade que continuam a ter excelentes performances ( PIMCO Real Return +3,13% YTD! ). Nas acções a recuperação foi ainda maior, no entanto ainda não conseguiu na maior parte deles dar a volta aos resultados negativos dos últimos 6 meses. Foi um trimestre atípico, ( basicamente devido aos resultados de Jan e Fev ), só me recordo de um trimestre tão negativo em 2008, historicamente as bolsas e os fundos acabam por ter um 1º e 4º trimestre bom, sendo os trimestres no meio mais negativos, esperemos que este ano continue a ser atípico e venhamos a ter agora 6 meses bons, porque se a história for igual nestes próximos 2 trimestres teremos um ano significativamente mau em acções.
  30. 2 points
    O melhor mesmo é aprender a investir: veja este conjunto de livros.
  31. 2 points
    A mim parece-me ridículo. Sem contrato de trabalho não me parece que ele possa exigir o que quer que seja. Ninguém é obrigado a trabalhar para ninguém. Quanto muito pode haver direito a indemnização quando há contrato de trabalho e há saída do trabalhador sem um pré-aviso de x dias. Nesses moldes não me parece que isso tenha ponta por onde se lhe pegue.
  32. 2 points
    Eu uso a Interactive Brokers porque na altura não havia cá mais nada de jeito a nível de preços. Agora já existe a DeGiro, que é uma correctora low cost. Fora do low cost, parece-me que a Invest B Trader é uma opção a considerar, sendo ligeiramente mais barata do que o Best e pelo menos não usa a plataforma do Saxobank, onde as contas não são segregadas. Verdade seja dita, não tenho a certeza se esta funciona de modo igual, mas uma vez que utiliza a plataforma da interactive brokers, talvez não.
  33. 2 points
    Neste momento tem lá 2 com 13% (return 13,8%) a 6 meses
  34. 2 points
    http://www.morningstar.pt/pt/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F0GBR05A1D Eu apostava nisto. Fica aqui a minha opinião, como resposta ao seu pedido de opinião.
  35. 2 points
    Bem-vindo Vítor. Que o fórum e 2017 lhe tragam coisas boas.
  36. 2 points
    Apreciações políticas?🤔 Por favor, mostre-me um site sobre finanças que não tenha comentado o brexit, a vitória do Trump, o referendo na Itália e todos os acontecimentos políticos que se aguardam na Europa.
  37. 2 points
    @Patanisca, eu nunca fiz short na minha vida. Nem domino convenientemente a técnica nem tenho espírito para apostar na desgraça. Ultimamente tenho estado quase parado. Os ganhos nos fundos de ações têm sido ótimos. Mas eu sinto-me desconfortável. Porque não entendo a lógica, se é que isto tem alguma lógica. Se o Trump ganhasse era um cataclismo. E afinal foram expressivas subidas. Se o Renzi fosse derrotado, era uma bomba para as ações europeias. Mas afinal não só não desceram como continuaram a subir... Os mesmos que anunciam cataclismos se determinados eventos acontecerem são os mesmos que, chegados ao evento, inventam uma nova teoria qualquer, colada a cuspo, para justificar as subidas. Há 6 meses atrás, o S&P 500 já estava esgotado. Era um Bull que já durava há 7 anos. No início do ano o RBS mandava vender tudo. O Bill Gross em agosto de 2016 mandava comprar ouro (um conselho desastroso, entretanto o ouro espatifou-se por aí abaixo... muita gente que foi na cantiga do "Guru" ainda deve estar a ganir...). Agora já dizem que entrámos num novo ciclo e que o S&P500 se prepara para duplicar o valor nos próximos anos... A sensação que eu tenho é que ninguém sabe grande coisa ou então quem sabe está caladinho. Estou a meter algum num fundo de obrigações de longo prazo (que ninguém quer agora) e no Nordea ST return, mas tudo com valores relativamente baixos e com muita calma. E estou a vigiar o ouro, que me deu tão boas mais valias no primeiro trimestre deste ano. Enquanto espero que ele se esbardalhe a níveis de Agosto de 2015, vou acumulando capital e colocando em fundo de tesouraria. Quanto aos fundos de ações que tenho, para já não resgato nem invisto. É esperar. Mas se subirem mais uns 10%, vou começar a proteger as mais valias. Quanto ao PSI 20, enquanto lá estiver a geringonça, não meto lá um tostão. EDIT: o @PassosDiasAguiar, que entretanto me deu reputação negativa, terá uma opinião diferente. Já agora, já que se deu a esse trabalho, em vez de vir aqui só colocar uma reputação de desagrado, faça o favor de indicar em que é que a sua opinião diverge da minha. Nunca se sabe se os seus argumentos novos me podem fazer mudar de opinião em algum aspeto. Estamos aqui para aprender uns com os outros, acho.
  38. 2 points
    Isso dificilmente será verdade: 1 - Por vezes a conta está em nome do banco/instituição financeira, o que logo por si dificulta a desejada segregação de activos 2 - Tens de confiar que adicionalmente o banco/instituição financeira mantém registos adequados de a quem pertence o quê. Se tudo for feito como deve de ser, a corretora nunca é dona dos teus títulos, que apenas ficam depositados algures, pelo que a bancarrota não deve prejudicar-te de forma alguma.
  39. 2 points
    Perdoe-me a honestidade ao longo do post. Não quero ser indelicado, mas vou ser brutalmente honesto. Antes de mais, o senhor está a perguntar se um negócio com o qual não temos (nem nós nem você) dados quase nenhuns é bom ou mau. Depois, duvido mesmo muito que consiga fazer tudo com 200 mil euros. Não quererá dizer 200 mil a cada um? Isso também seria abusado, mas com menos de 350.000€ não vejo esta reconstrução a ser feita... Só o projecto do arquitecto, adjudicação do Engenheiro, custas camarárias, taxas municipais, alteração de tipo de propriedade / parcelamento à AT, etc já foram mais de 30.000€ e ainda não pegou num martelo. Acabamentos para 4 apartamentos? Só na mobilia das cozinhas (assumindo que não mobila mais) já foram mais 20.000€. Já estamos em 50.000€. Uma cobertura de 90m² são mais 15 a 20.000€. E isso são 90m², se forem 200m² já falamos de 30 mil euros. A obra em si é gerida por quem? Quem escolhe o material? Quem é o empreiteiro? É de confiança? Já vi obras a 50€ / m² mas também já as vi a quase 500€ / m². E os acabamentos? São de 8€/m² ou são de 60€/m²? Depois da obra e antes do arrendamento, tem que pedir a certificação energética. É apenas um pormenor, já que aqui falamos eventualmente de 2.000€ para tudo, mas como estes há outros. Eu poria a questão ao contrário. O imóvel vale X (terá que determinar) e vão investir 200.000€ (novamente, acho o valor muito baixo). A conta depois é fácil fazer. Assumindo que esse X é 50.000€ para simplificarmos as coisas, 250.000€ têm que lhe render no mínimo 7% líquidos ao ano a longo prazo, assumindo uma inflacção de 2% (eu contaria com mais a partir de 2020 mas isso sou eu). Caso contrário, há outras alternativas muito melhores. Ora 7% de 250.000€ são 17.500€. Terá que estimar seguros que vai necessitar para segurar as várias fracções, mais imposto sobre imóveis. Assim que acabar a obra tem que comunicar à AT caso não o façam na Câmara (ter não tem, claro - apenas corre o risco de apanhar uma coima). Com base na nova avaliação será calculado o IMI das várias fracções. Agora a questão simples: depois de deduzidos os seguros, IMI, manutenção (que inicialmente será reduzida, a não ser que lhe cortem caminhos), comissões de gestão de arrendamento e arrendamento em si, contabilista da sociedade, e naturalmente depois dos vários impostos, tem os 17.500€ no bolso? Esses apartamentos arrendam-se por quanto? 500€ por cada, em média? São 2000€. Mais 300€ pela loja são 2300€ mensais, brutos. Anualmente são 27600€ com ocupação de 100%. Assumindo a ocupação da praxe, 80%, já estamos em 22.100€. Aqui temos que retirar as comissões da imobiliária (para simplificar, vou assumir uma renda por ano, já com gestão... estou a ser amigo!). Já estamos em 19780€ taxáveis. E claro que daqui nunca fica com 17.500€ anuais, nem de perto nem de longe. Talvez uns 12.000€ líquidos anuais sejam realistas. Em suma: eu não sei nem posso saber. Há 500 mil variáveis que não conheço. Agora tem que fazer este raciocínio o senhor, por si mesmo. À partida, parece-me um daqueles negócios onde as pessoas se metem, sem experiência nenhuma, a aplicar um monte grande de dinheiro sem grande noção do que estão a fazer. Mais uma vez, não quero ser indelicado, apenas vi este caso várias vezes. PS: Assumi capitais próprios. Se não forem...
  40. 2 points
    De vez em quando apanhamos umas surpresas quando se está a fazer nenhum... A Vanguard UK lançou no final de 2015 um ETF de acções mundiais com uma estratégia de volatilidade mínima (há umas páginas atrás mencionei um ETF semelhante, mas da iShares): https://www.vanguard.co.uk/uk/portal/detail/etf/overview?portId=9396&assetCode=EQUITY##overview Até aqui nada de especial, mas depois reparei que este ETF não distribui dividendos, o que é uma novidade para os lados da Vanguard. Atendendo ao pouco historial, é prematuro concluir se será de se investir nele (para quem segue uma estratégia de investimento em acções mundiais), até porque o valor dos activos sobre gestão ainda é muito pequeno (menos de EUR 10m). Contudo, é mais um daqueles ETFs a ir acompanhando e, quem sabe, reforçar no mesmo daqui a uns anos.
  41. 2 points
    Salvo melhor enquadramento legal da questão, segue a minha resposta, que se trata apenas de uma mera e simples opinião pessoal e não de uma consulta jurídica. 1) Referente ao contrato de trabalho: Os contratos podem ser sem termo ou a termo. No trabalho a termo, admite duas modalidades, podendo ser a termo certo ou a termo incerto. Nos contratos a termo, a lei exige que seja indicado o motivo justificativo da contratação no documento (contrato) escrito. Fora dos casos mencionados ou a inobservância da forma escrita (não existir contrato escrito) é considerado contrato sem termo. Resposta ao caso: Trata-se de um contrato sem termo, ou seja, a trabalhadora é efectiva. 2) Referente à retribuição e não entrega do recibo de vencimento: Sobre o período normal de trabalho (PNT), trabalha 8 horas por dia (PNT diário) e 40 horas por semana (PTN semanal). Se assim for, é garantida uma retribuição mínima mensal (salário mínimo nacional). No que toca à retribuição, incidem descontos obrigatórios, nomeadamente o IRS (caso seja aplicável) e Seg. Social (11 %) bem como eventuais descontos facultativos. A remuneração terá que ser paga na data acordada e, por conseguinte, até ao pagamento desta retribuição, o empregador deve entregar ao trabalhador um documento com diversas informações desde a identificação das partes aos montantes a receber e respectivos descontos, entre outros, o chamado “recibo de vencimento”. Resposta ao caso: Existem inúmeras violações à lei por parte dessa entidade patronal e, como consequência, está sujeita a contra-ordenações graves e muito graves (consoante os casos). Já para nem referir nas violações que devem existir na falta das comunicações obrigatórias à ACT. 3) Referente à denúncia do contrato por iniciativa do trabalhador: Caso o trabalhador pretenda terminar o contrato sem justa causa, tem que dar um aviso prévio à entidade patronal, num determinado tempo, que varia consoante a modalidade do contrato (sem termo ou a termo) e a antiguidade ou duração do contrato. A falta do cumprimento, total ou parcial do aviso prévio, terá consequências para o trabalhador, nomeadamente pagar uma indemnização de valor igual à retribuição base e diuturnidades correspondentes ao período de aviso em falta mas também pode dar lugar a uma indemnização por danos causados ao empregador. No entanto, o trabalhador também tem um conjunto de direitos, nomeadamente na retribuição, formação profissional (retribuição caso não as teve) e outros documentos. Resposta ao caso: Referente ao aviso prévio, se fosse contrato a termo (certo ou incerto), com duração inferior a 6 meses: 15 dias e se superior a 6 meses: 30 dias, no entanto, como acima descrito por violação à lei, é considerado contrato sem termo, e tendo menos de 2 anos de antiguidade, o prazo será de 30 dias. Normas do Código do Trabalho: Referente ao 1): · Legislação aplicável: art.º 110º, 135º, 140º e 141º, 147º. Referente ao 2): · Legislação aplicável: art.º 198º e 200º, 270º e 271º, 273º/1, 276º/3, 278º/1, e Artº 177º/2 Lei nº 98/2009 de 04/09; Referente ao 3): · Legislação aplicável: Art.º 400º, 246º, 263º, 341º. Considerações na análise da minha resposta: Excluindo desde já a existência de uma prestação de serviço (art.º 1156º do CC); Considerando a existência de um vínculo laboral (art.º 11º e 12º), e, por conseguinte, a entidade patronal exerce poderes de direcção (art.º 97º) e disciplinares (art.º 98º); Não sendo um contrato a termo com duração inferior a 15 dias (art.º 142º); Não foi analisado eventual invalidade do contrato de trabalho (art.º 121º a 125º); Deduzindo que não haja IRCT. Também não analisei, pela sua extensão e complexidade mas também por ser fortemente discutível, a situação de abuso de direito por parte da entidade patronal, na modalidade de tu quoque, nem a excepção do não cumprimento por parte do trabalhador.
  42. 2 points
    O meu ponto é que negócios fantásticos do imobiliário dependem não só de muita procura, com tem sido bem referido, mas também um sentido para o negócio que nem sempre pode ser aprendido. Se já para um negócio "regular" não é qualquer tótó que o faz, então para negócios com rendimentos de 8% é preciso chamemos-lhe "talento", e não está ao alcance de qualquer um, por muita procura que faça. Como fórum de discussão que isto é, não compete a uma só pessoa referir todos os prós e os contas, mas acho positivo que exista um alerta destes riscos para um leitor ver os dois lados da questão. Não encaro o post inicial do Quim como nenhum ataque pessoal (a troca que se seguiu descanbou um pouco mais), mas como uma outra perspectiva necessária ao que está em discussão.
  43. 2 points
    Os seis mandamentos para ter êxito no investimento a longo prazo "Precisamente no longo prazo, o cash comporta-se pior do que os restantes ativos. Os investidores que “estacionaram” o seu dinheiro neste tipo de produtos perderam o impressionante rally das ações e das obrigações." "Não perder a cabeça quando toda a gente o está a fazer." "Apesar das quedas inter-anuais que aconteceram durante muitos anos, o mercado gerou rentabilidades positivas em muitos anos civis." "não ficar preso no pânico. Com maior ou menor frequência, as quedas são uma oportunidade para comprar, não para vender." "uma carteira bem diversificada composta por ações, obrigações e outras classes de ativos ofereceu anualmente uma rentabilidade de 6,1% durante a última década. Uma carteira diversificada representa para um investidor um caminho mais tranquilo do que investir unicamente em ações."
  44. 2 points
    Apesar de estar de momento Bull, achei este artigo bearish muito interessante. Recomendo a boa leitura. http://www.investing.com/analysis/yes,-you-should-worry-about-market-corrections-200157929
  45. 2 points
    vantagens de fazer o meu irs - poupo dinheiro este ano e os próximos- não acredito que alguem fizesse por 25€ o meu irs com 100 linhas de venda de fundos e etfs que demorei 1 dia inteiro a fazer - aprendo a optimizar os investimentos de maneira a pagar menos impostos - elimino o risco de problemas devido a engano de terceiros - não é qualquer contabilista que esta habituado a lidar com investimentos. A maioria das pessoas so tem depositos a prazo, o que facilita muinto o irs. - posso fazer o irs de familiares - não perco tempo a procurar um contabilista - menos pessoas conhecem o meu património desvantagens - se me enganar arrisco-me a pagar multas e a ter problemas - preciso de tempo disponivel quem deve mandar fazer o irs: - quem tem algo mais rentável onde usar o tempo - quem tem alguem de confiança que perceba disto e faça barato ou de graça mesmo assim quem manda fazer deve dar uma vista de olhos para pelo menos ter uma ideia do que está a declarar toda a gente tem capacidade se não for preguissoso
  46. 2 points
    Penso que quando as financas pedem correccao de erros nao implica obrigatoriamente pagamento de multa! Ja tive que corrigir/clarificar uma vez uma declaracao de IRS e nao tive que pagar multa nenhuma, apenas me atrasou o reembolso... Já agora devo dizer que nao concordo quando dizem para usar um contabilista, sai caro, e a declaracao de IRS foi feita para ser preenchido por qualquer pessoa. Contabilista pode ser util quando a pessoa prefere nao ter o trabalho de fazer o preenchimento ou devido ao volume de despesas e complexidade da declaracao compensa mais pagar a um contabilista do que perder horas do nosso tempo. Se a declaracao nao é obvia (ou com uma explicacao clara) o suficiente para ser preenchida por qualquer pessoa, entao algo esta errado e deve ser corrigido pelas financas!
  47. 2 points
    Parabéns a todos aqueles que não vacilaram e não se puseram a resgatar no primeiro trimestre, quando tudo corria mal. Parabéns a todos os que sabem que isto é um investimento de longo prazo e que, portanto, não se põem a resgatar com menos valias. Parabéns a todos os que riscaram os termos "menos valias" e "stop losses" do dicionário e que se concentraram apenas nos termos "mais valias" e "dividendos". Parabéns a nós.
  48. 2 points
    Já tenho novidades... Na repartição de finanças disseram que receberam há poucas horas um e-mail da direcção de finanças a chamar atenção para este erro. Segundo eles foi uma interpretação errada do sistema e que deverá ser corrigida dentro de 2 semanas no máximo. Quem não recebeu esta coima já não a deverá receber porque a situação foi corrigida. Fomos aconselhados a não pagar a coima porque estariamos a concordar com a mesma e a aguardar 2 semanas e até lá ir vereficando no site das finanças em Consultar>Infracções Fiscas se fica resolvida. Caso não fique teremos que nos deslocar novamente à repartição de finanças que nessa altura já poderão eles cancelar a multa. Vamos a ver...
  49. 2 points
    http://www.schwab.com/public/schwab/nn/articles/Does-Market-Timing-Work
  50. 2 points
    Podem sempre enviar a partir do dia 15 um email para affinitycard@bbvacf.pt a pedir o vosso último extrato em PDF. Costumam responder (com o anexo) em 2/3 dias.