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Conteúdo Popular

A apresentar conteúdo com maior reputação desde 23-03-2017 em todas as áreas

  1. 4 points
    Vou-te contar um segredo... Ninguém sabe Agora perguntas tu: Como é que vocês investem sem saber quando é o momento certo? São malucos?? Se soubéssemos quando é o momento certo não haveria risco (porque não errávamos). Sem risco não haveria retorno. O facto de nunca saberes quando é o momento certo mas mesmo assim investires é o que faz com que potencialmente consigas ter retornos mais altos do que outros produtos "sem risco" como depósitos a prazo ou obrigações alemãs.
  2. 3 points
    Achas? O S&P tem cerca de 25% de probabilidade de mexer mais de 1% (um pouco mais até). Em média 66 sessões em cerca de 252. Isto no periodo pós 2 Grande Guerra, excluindo assim a grande depressão senão é ainda maior. Diria que um movimento superior a 1% não é nada de especial. Mas deste-me ideia para um projecto. Vou calcular/testar as vezes que o S&P caiu mais de 1%. Não encontro isso na net mas tb não deve ser nada de especial. Quando chegamos aos 2% sim, é raro. Podes ver mais aqui: https://www.stocktradersalmanac.com/UploadedImage/blog_20160222_daily_moves.jpg
  3. 2 points
    Ok tudo bem, só espero é que não sejas daqueles que muitas vezes por aqui vêm pedir opiniões quando as deles já está mais que formada muitas vezes já investiram o dinheiro. Essa do dinheiro estar lá fora, como disse e bem o JRjordão, tu podes ter o teu capital lá fora, estando cá dentro, quando apostas em fundos de investimento estrangeiros por exemplo, o teu dinheiro não está cá, o banco apenas serviu de veículo na compra, 90% dos fundos estão domiciliados no Luxemburgo. Sobretudo á que olhar bem para a ficha dessa aplicação.
  4. 2 points
    A pedido fiz uma comparação entre o ETF MSCI World IE00B4L5Y983 e o BlackRock LU1241524880 que investe em ETFs e fundos índice e que se encontra no Best com uma comissão de subscrição de 2%. A comparação vem desde a data de 03/06/2015 altura em que o fundo se iniciou. Mesmo sem fazer o backtest, já tinha a noção de duas coisas, o ETF provavelmente teria mais rentabilidade e o Blackrock menos volatilidade, estamos a falar num fundo misto, o ETF óbvio que é acções. Azul: BlackRock Laranja: iShares Nota-se aqui vários momentos, um período de taco a taco, um período em que o ETF andou sempre por baixo, e a partir do final do ano passado um boost no ETF, está aqui patente a questão gestão activa vs passiva . Os números ditam uma rentabilidade média anualizada superior no ETF +2,40% e uma volatilidade muito inferior no fundo em -4%. Vemos que este ano o BlackRock está a bater o ETF em +1,20%. Não estou muito a par dos custos nos ETFs, o BlackRock tem uma comissão de 2%, não tendo mais comissões, a comissão de gestão é de 1% ( como sabem não é um factor eliminatório para mim ), o ETF tem comissão de gestão de 0,20%, as comissões de compra e venda penso de serem de 10€ de mínimo e mais a comissão de custódia, embora haja onde não se pague e tenha comissões de compra e venda mais baratas. Concluo que quem quer algo com maior diversificação, com uma boa rentabilidade, baixa volatilidade, o fundo é uma boa opção, tem um mínimo alto acho que é de 5.000€ e a comissão de subscrição de 2%, são 100€ para os 5k, mas por exemplo este ano a comissão já estava "paga" com a rentabilidade actual, quem quer uma gestão passiva e estar a 100% exposto a acções o ETF seria uma boa escolha. Pede-me estas coisas mas acabo por concluir sempre o mesmo, cada um é como cada qual e só devemos fazer o que nos sentimos confortáveis, eu sentia-me mais confortável no fundo que no ETF, outros serão o contrário.
  5. 2 points
    Boa tarde, Vou tentar responder às tuas questões: 1) Desvalorização: - é cíclica? SIM! - é previsível? Eu não consigo. - é explicável? Eu não consigo. Julgo até que o evento que hoje justifica uma subida / descida no passado e no futuro servirá para justificar o inverso. - é uma ciência oculta / bola de cristal? Não. Julgo que quem é profissional ou muito informado consegue antecipar alguns movimentos (mas não todos). 2) encargos - directamente não pagas nenhum encargo mas indirectamente aquele é o valor que é retirado ao fundo pela gestora. Usando um exemplo. Compras dois fundos distintos a 10 e vendes a 11 e tens uma margem de 10%. Agora imagina que um fundo ten uma taxa de 1% e o outro tem 2%. Para teres o mesmo retorno (10%) o segundo fundo teve que ter melhor resultado para cobrir a taxa de comissão superior. Eu costumo usar a taxa como último critério (se forem exactamente iguais, escolho a menor taxa) mas acho que nunca cheguei a ter que desempatar pela taxa. Paulo
  6. 2 points
    Dip é apenas uma expressão inglesa que quer dizer, resumidamente, a desvalorização que houve em determinados activos, até existe uma que é "Buy the Dips", comprar nas desvalorizações. Ninguém é adivinho para saber se vai haver uma queda ou não, existem tendências apenas, se soubéssemos o que iria acontecer por exemplo o Jaymz tinha reforçado os fundos um pouco mais tarde, para não apanhar a desvalorização que houve, mas quem tem uma visão de médio longo prazo essa questão dilui-se, faz mais sentido no market timming que é geralmente efectuado em outros tipos de aplicações. Na tua 2ª pergunta denota-se uma coisa, que entraste nos fundos de para quedas ou alguém no banco não te soube elucidar sobre as coisas, acho que devemos estar todos conscientes de onde temos o nosso dinheiro, os custos que tem, o noss perfil de risco etc etc etc, e aqui neste caso deve ter havido alguma falha de algum lado, não houve iniciativa de nenhum dos lados para explicar/saber o que são esses custos, passo a explicar: Gestão Max: essa comissão é a comissão cobrada pela gestora desse fundo que tens, o banco dessa comissão recebe uma parte, quando diz Max quer dizer que é o máximo que é cobrado, olhando para a taxa global e de encargos correntes ( que incluem a de gestão e outras ) quer dizer que a de gestão é mais baixa. Estas taxas não são cumulativas como disse acima, basta olhar para a taxa global e é esse custo que tens com o fundo, a mesma é cobrada diariamente, digamos que deve ser do tipo 2,70% / 360, se fores á 1ª página está lá um esquema onde está explicito como funciona o valor da unidade de participação diariamente, onde está lá a rubrica de encargos, que são estas taxas que estamos a falar. Para reforçar, estas comissões já estão diluídas no valor da UP, tu não as sentes, não te sai da conta á ordem.
  7. 2 points
    Não falha... no fim de semana dei ordem de reforço (significativo) da minha carteira principal. Recebi ontem os emails de confirmação e pronto, correção nos mercados Já é a 3.ª vez seguida que isto acontece. Vou começar a avisar aqui com antecedência para a malta aproveitar
  8. 2 points
    Bem-vindo Vítor. Que o fórum e 2017 lhe tragam coisas boas.
  9. 1 point
    Parece-me que na Twino os emprestimos não vão aparecendo, aparecem é tipo "fornadas", muitos de uma vez, mas que muitas vezes os "auto-invest" dos vários investidores comem tudo. Quando se quer investir manualmente é ir lá de vez em quando para ver se já saiu mais uma "fornada".
  10. 1 point
    Neste momento tem muitos emprestimos com Buyback com taxas de 11%.
  11. 1 point
    Fiz um exercício em que comparei 2 cenários, para ver se da próxima vez faço as coisas melhor. Queria comparar dois tipos de entrada para tirar partido de volatilidade no mercado, numa tentativa de aproveitar dips ou correções. Falo claro de fundos 100% acções. Então, no cenário 1, simulei uma entrada All-in no primeiro dia da semana, neste caso usei o dia 21 deste mês. No cenário 2, simulei uma entrada dividida pelos 5 dias da semana, cada dia com montantes iguais. Avaliei os resultados na 2ª feira seguinte, dia 27. No cenário 1 (All in), a perda foi de -1,62%. No cenário 2 (Faseado), a perda foi de -0,68%. A conclusão que se tira é que diluindo, minimiza-se o risco (e o potencial de ganho). E como é muito difícil antecipar os mercados, fazer um all-in é precisamente isso, apostar tudo numa jogada de sorte. Cabe a cada um saber avaliar o seu perfil de investidor para saber se é um tipo que "tem uma boa fezada" ou se é um tipo mais cauteloso que "grão a grão enche a galinha o papo". Eu em particular já me dei bem num cenário de all-in (Brexit), mas desta vez dei-me mal. Diria que para nós, meros curiosos destas matérias, e claro, consoante os montantes, julgo ser mais acertado fasear as entradas, quando se trata de aproveitar um momento de mais volatilidade, como foi o caso deste da semana passada.
  12. 1 point
    Apenas houve troca de UPs, não houve resgate, não gerou nem mais nem menos valias.
  13. 1 point
    Então já sabes alguma coisa, ETFs são fundos mas de gestão activa.
  14. 1 point
    Essas soluções pré-feitas dos bancos ou seguradoras são como as refeições pré-feitas dos supermercados. Poucas opções por onde escolher, se cozinhares tu comes mais barato, mais variedade e sabes/controlas o que comes. Se te assusta teres o dinheiro cá, podes apostar em obrigações e fundos residentes noutros países. Mesmo aí com alguma ponderação conseguirás melhor que a proposta da Allianz. Sabemos lá como andarão as taxas daqui a 5, 10, 15 anos? Podem bem voltar aos 3%, 4%, 5%. Um compromisso a 33 anos com 1% líquido, com o dinheiro essencialmente preso nos primeiros 18 anos sob perda de capital, não me parece nada bom. 18 anos a perder dinheiro, tal como ao D@vid, parece-me horripilante.
  15. 1 point
    Bem eu como sabem, sou um acérrimo defensor de fundos de investimento, e quando olho para este tipo de aplicações fico a pensar: " porque é que complicamos tanto na altura de investir o dinheiro?" Só a parte do " nos primeiros 18 anos estarei a perder dinheiro" me arrepia, eu nem tive a fazer contas mas o JRjordão parece que já as fez, mas estar a "investir" em algo que se sabe que durante 18 anos ( é uma vida ) se está a perder dinheiro...imaginem o que não se ganha nesse período numa carteira de fundos, ou se formos mais longe ( e como falaram num PPR ) mesmo em fundos PPR. Faz-me lembrar um seguro que o meu pai me tinha feito em miúdo, e quando cheguei aos 18 anos e comecei a ter mais consciência do que tinha e o que era o mercado em geral, vi que o seguro pagava uma "boa" taxa anual, era de 4%, mas papava 6,4% por cada entrega que era feita... Pondera bem isso, acho que tens mais alternativas, e repara numa coisa, podes dizer assim, bem mas os fundos estão sujeitos ás variações de mercado, não tenho capital garantido, mas eu pergunto, e tens capital garantido nesse produto durante os 1ºs 18 anos? daqui a 18 anos investiste 255.000€, mas tens lá 253.500€, estás 18 anos a perder sistematicamente dinheiro.
  16. 1 point
    Parece-me um bom negócio ... para a Allianz A simulação que apresentas equivale exatamente a um investimento com 1% de juro líquido capitalizado (TANB de 1,39%). Significa que se durante esses 33 anos fores colocando o capital e juros acumulados em produtos de baixo risco que te rendam 1% líquidos, o que não me parece difícil (CTPM 1.62% a 5 anos, BNI Europa 1.80% a 5 anos, etc), irás obter o mesmo rendimento, sem pagar esses custos exorbitantes. Quando dizes que é "uma espécie de PPR" assumo que não tem o benefício fiscal de um PPR, que seriam 600€ a 800€ por ano para os dois. Se ainda não o fazem, podem em paralelo investir anualmente num (verdadeiro) PPR até ao máximo fiscalmente vantajoso (3000€ a 4000€).
  17. 1 point
    Pensando no iShares Core MSCI World UCITS ETF (Acc) - IWDA -  IE00B4L5Y983: é um ETF de acções, constituído por acções de 1.645 empresas. Se comprarmos as acções, recebemos os dividendos das empresas que distribuem dividendos. Se comprarmos o ETF, os dividendos, recebidos das acções das empresas que compõem o ETF (IWDA) e que distribuem dividendos, são acrescentados ao valor do NAV do ETF, pois é um ETF de acumulação. O preço das acções é dado pela cotação do mercado. O preço do ETF é dado pelo NAV, Net Asset Value (mais ou menos o spread), que resulta no valor de mercado do ETF. O NAV resulta da cotação de todas as acções que compõem esse ETF. O preço do ETF é mantido próximo do seu NAV através da arbitragem. Quando uma empresa retem os dividendos, os possuidores das acções dessa empresa não recebem dividendos, pois esse valor vai ser reinvestido na própria empresa, não nas acções da empresa. Quando um ETF acumula dividendos, acrescenta ao seu valor (NAV) os dividendos das empresas que distribuem dividendos. Isto é o meu entendimento.
  18. 1 point
    A Conclusion for Investors I know from my travels and discussions that there is a high degree of market concern right now. Part of it is uncertainty about Trump policies (from investors of both parties), and a general sense that the rally is extended and markets are “high.” This type of concern is exactly why we must invest based upon data, not emotion. None of our indicators currently warn about the end of this business cycle. Business cycles do not have an expiration date. They do not die of old age. (Yardeni). These are emotional ideas that feel right, but lack empirical support. There is plenty of “upside risk.” Earnings growth is improving, even in the environment of modest growth. The recent market strength could go on for years without any policy changes. If some of the Trump agenda (probably with Democratic support) becomes law, it could mean a spike in both economic growth and profits. We already see improved business and consumer confidence. Jeff Miller - Dash of Insight
  19. 1 point
    :-) Sou mais um entusiasta de R para Finanças do que outra coisa qualquer. Mas quem sabe um dia... Continuando a exploração. O código só faz sentido em seguimento do anterior. É uma continuação! library(ggplot2) a <- split(over1A, f = "years", k = 1) Nr.anos <- c(1:67) Anos <- c(1950:2016) OnePlus <- as.data.frame(matrix(Anos, nrow=67, ncol=1)) for (i in Nr.anos) { OnePlus[i , 2] <- nrow(a[[i]]) } colnames(OnePlus) <- c("Date", "Times") plot(OnePlus, type = "l") ggplot(data=OnePlus, aes(x = Date, y = Times)) + geom_line(size=1) + ggtitle("Times the S&P had a absolute variation over 1% since 1950")
  20. 1 point
    Dados analisados desde 1950. 67 anos de S&P 500 Probabilidade histórica de: Variação positiva superior a 1% = 10.4% Variação negativa superior a 1% = 9.8% Variação absoluta superior a 1% = 20.2% R code for Reproducibility: #### Initial script commands #### library(quantmod) library(PerformanceAnalytics) getSymbols("^GSPC",src="yahoo", from = "1900-01-01") # Faz o download de todo o histórico do S&P 500 disponivel no yahoo finance SP500 <- GSPC[, 6] # Usa a coluna de cotação ajustada SP500$Ret <- Return.calculate(SP500) * 100 # Calcula o retorno diário e multiplico por 100 para dar em percentagem over1P <- subset(SP500, SP500$Ret > 1) # cria subgrupo com as cotações em que o S&P 500 subiu mais de 1% print((nrow(over1P) * 100) / nrow(SP500)) # Calculei rácio para ver a percentagem de vezes que o S&P subiu mais de 1%. nrow() calcula o número de dias de cada grupo over1N <- subset(SP500, SP500$Ret < -1) # cria subgrupo com as cotações em que o S&P 500 desceu mais de 1% print((nrow(over1N) * 100) / nrow(SP500)) # Calculei rácio para ver a percentagem de vezes que o S&P desceu mais de 1%. Se analisarem bem veem que é uma regra de 3 simples :-) over1A <- subset(SP500, SP500$Ret < -1 | SP500$Ret > 1) # cria subgrupo com as cotações em que o S&P 500 variou mais de 1% (mais de 1% OU menos de -1%) print((nrow(over1A) * 100) / nrow(SP500)) # Vira o disco e toca o mesmo
  21. 1 point
    Cardoso, tens acompanhado a actualidade política dos EUA nos últimos dias? A votação para eliminação do Obamacare não foi conseguida junto dos Republicanos, ou seja uma das promessas eleitorais do Trump, não se está a conseguir concretizar com a facilidade que o bull market antecipa, o que leva os analistas a inferir que assim como nesta medida, os congressistas não fizeram a vontade ao "maluco", também dificilmente lhe entregarão de bandeja medidas como o estímulo fiscal e industrial (construção) que ele apregoa. Basicamente os mercados continuam em bull, por causa dos fundamentais, mas esta pedra no caminho, aliado ao discurso moderado da FED, acabou por fazer com que muitos tenham colectado as mais valias e se tenham refugiado nos metais e nas treasuries. Além disso tens imensos USD a serem vendidos. Basicamente isto acaba por representar uma boa oportunidade de compra a curto prazo. Eu à conta dos meus reforços apressados na semana passada, nos últimos 5 dias de trading perdi -3.2%. (sempre a aprender...) Já se dizia, que "as cadelas apressadas parem os cachorros cegos". Assinalei nos 2 gráficos o momento em que o Trump não conseguiu o apoio dos seus colegas de partido.
  22. 1 point
    Andas neste fórum há praticamente 5 anos e num tópico de "Melhores Depósitos a Prazo" perguntas sobre algo que não tem nada a ver...(nem sequer em risco)
  23. 1 point
    Entra já que amanhã sobe tudo
  24. 1 point
    LU0975848937 GB00B28CN800 GB00B0WGY707
  25. 1 point
    Pode-se corrigir ao longo do ano, até fim de Fevereiro do ano seguinte. Tiveste todo esse tempo para alterar o setor da fatura. 1 a 15 de Março é para reclamar sobre o que não se conseguiu corrigir.
  26. 1 point
    E no entanto, parece-me que o MFS Global Total Return é bastante melhor: Com a vantagem de não existirem comissões de subscrição e ter mínimos de entrada bem menores (embora aqui que ninguém me lê, quem não tem 10.000 euros para investir num fundo misto tem de começar a poupar mais ou eventualmente arranjar um emprego com um ordenado mais elevado).
  27. 1 point
    Esse é dos poucos ETFs europeus que capitalizam dividendos com um fee tão baixo. Procura um de obrigações e verás que não encontras nada abaixo de 0,10%. Se a fasquia estiver nos 0,20%, então a conversa é outra naturalmente. Isto para dizer que os princípios dos bogleheads são muito bonitos, mas deverão ser devidamente adaptados à nossa realidade (que infelizmente nem tem acesso a 401k, Roth e outros instrumentos que diferem no tempo o pagamento de impostos )
  28. 1 point
    Boa tarde, Pode consultar as actividades aqui: http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/cirs_rep/irs155.htm O momento de passar o recibo deve estar alinhado com o pagamento. Isto é, para sua segurança, passe o recibo quando receber o valor. A periodicidade pode ser aquela que lhe for favorável. Paulo
  29. 1 point
    Abra actividade por conta própria que é mais simples... não tem de se preocupar com IVA e como já desconta para a Segurança Social pela actividade por conta de outrem fica isento. Principal inconveniente - no eFatura tem de indicar para todas as facturas que não estão associadas à sua actividade (mas isso agora até se faz com um clique). Para o ano declara esse rendimento no anexo B da declaração de IRS.
  30. 1 point
    Recomendo, para bem dos teus investimentos, que passes umas horinhas no investopedia.com.
  31. 1 point
    De que tipo de trabalho se trata e de que montantes estamos a falar? Há certas actividades que estão isentas de IVA (ver art. 9º do CIVA). Não se tratando de uma actividade isenta, pelo Acto Isolado tem obrigatoriamente de cobrar IVA (e depois entregá-lo ao fisco), enquanto que com os recibos verdes pode estar isento de o fazer conquanto os montantes em causa sejam inferiores a 10.000€ para o ano todo (ver art. 53º). Em teoria não lhe fará diferença a si, mas a tal associação pode preferir a opção em que não tem de pagar IVA, sobretudo se não o puder deduzir... Em qualquer caso os impostos são calculados da mesma forma (admitindo que opta por ficar no regime simplificado), uma vez que o artigo 30º do CIRS remete para a forma de cálculo do artigo seguinte... Mas qual o valor exacto de imposto a pagar vai depender do seu escalão de rendimentos. No art. 31º encontra os coeficientes para apuramento do rendimento tributável - depois é uma questão de aplicar a taxa do seu escalão de IRS a esse valor (ter em conta que, dependendo dos seus rendimentos por conta de outrem, pode subir de escalão com estes novos rendimentos).
  32. 1 point
    Bom dia, Eu só conheço duas formas: 1) Ter um contrato de trabalho com essa entidade que fará os descontos devidos - situação muito pouco provável, ou 2) Abre actividade na AT (prestação de serviços ou outra) e passa recibos verdes (já não têm este nome mas é igual). Sendo trabalhador por conta de outrem não tem que fazer descontos para a segurança social. Se tiver apenas que passar um recibo por ano, pode optar pelo acto isolado (não precisa de abrir actividade). Peça ajuda no portal das finanças (telefone ou mail) ou vá fisicamente à AT para confirmar a sua situação (o que deve fazer). Boa sorte, Paulo
  33. 1 point
  34. 1 point
    JRJordao

    CGD

    Recordo-me que há uns anos o BES também emitiu dívida perpétua. Penso que 1 ou 2 anos mais tarde pressionou os titulares para trocarem os títulos por ações. Pouco depois, foi como todos sabemos. Verifique também nas condições se os juros serão sempre pagos. É que no caso do BES estava previsto em anos "menos bons" não pagar, mesmo com o produto a continuar. A taxa de 10% é bruta (TANB) certo? Portanto tirando impostos e comissões bancárias sobre os juros serão uns 7% líquidos, sem contar com a eventual comissão de gestão de títulos que passe a pagar (por exemplo no Best seriam cerca de 24€/ano no mínimo). Nessa lógica vai demorar até ser um bom negócio. Até 15 anos, está a "perder dinheiro" Após o 15º ano, teve uma rentabilidade média anual de 7% / 15 = 0,47% Após o 16º ano, teve uma rentabilidade média anual de 14% / 16 = 0,88% ... Após o 20º ano, teve uma rentabilidade média anual de 42% / 16 = 2,10% 20 anos de investimento, num produto sem garantia de capital (nem de pagamento de juros, se fôr como o do BES), para se tudo correr bem obter 2,10% liquidos anuais não me parece muito aliciante. Se conseguir comprar as obrigações em mercado secundário com um bom desconto e vender depois com mais valias, aí já poderá ser mais interessante.
  35. 1 point
    Pelo que tenho visto, a generalidade dos blogs acaba por monetizar o tráfego através de: Publicidade Afiliados Artigos patrocinados Consultoria especializada Venda de produtos físicos relacionados Venda de cursos online ou ebooks Obviamente, o mais indicado dependerá muito das características de cada blog. Ainda assim, julgo que para criar algo mais rentável a longo prazo, uma das três últimas opções acaba por ser mais interessante, mas exige investimento significativo, pelo menos de tempo. As três primeiras, regra geral, exigem níveis elevados de tráfego e/ou nichos muitos particulares.
  36. 1 point
    É sempre bom termos novos participantes. Bem-vindo.
  37. 1 point
    O que estava em falta? Se estava no regime de isenção não tinha de entregar declaração periódica de IVA.
  38. 1 point
  39. 1 point
    Olá Roberto. Espero que ache o fórum útil.
  40. 1 point
  41. -1 points
    "Andas"? É lamentável constatar que só a mim me aponta o dedo, embora, logo acima do meu comentário, se encontrar vários membros com posts fora do tema geral. E lendo o meu post, seguindo esse mesmo contexto, chegaria a essa conclusão. Ainda fico aguardar que um dia "se designe, ajudar de forma útil" duvidas/questões de membros, pois até ao momento nunca o fez com a minha pessoa. Expressando a sua opinião de forma a contribuir perante o forum, deixando de parte estes insignificantes arrufos...
  42. -1 points
    Lamentável sim, é o facto da Exma. Sra. Vanocas pensar que um fórum serve só para proveito próprio, que é o que você faz neste fórum sistematicamente. Pode, no entanto, se quiser procurar no fórum o número de vezes que ajudei/ajudo. Não vou é ajudar uma pessoa que "anda" neste fórum há mais de 4 anos, não sabe onde colocar as suas dúvidas, e que não faz minimamente o trabalho de casa. Ainda se lembra de ter feito também "off-topic" no tópico "Fundos de Investimento" com uma questão totalmente fora de contexto e que mostrou que só se preocupa consigo?. "Ainda fico aguardar que um dia "se designe, ajudar de forma útil" duvidas/questões de membros, pois até ao momento nunca o fez com a minha pessoa." - Só tenho "pena" que a sua memória seja curta.mas também não vou procurar nos meus mais de 2000 comentários com "138" pontos positivos (que significam que ajudei alguém numa determinada questão-/dúvida, lhe ajudem a perceber a barbaridade que aqui escreveu), ainda bem que há quem pense de forma diferente. Arrufos criou você ao responder-me dessa forma, despropositada e com pouca humildade porque simplesmente não lhe respondi, nem disse o que queria ler. PS- Já respondi a vários utilizadores em "off-topic" não faço é questão de ajudar aqueles que, pelos vistos, não merecem, não me enganei.
  43. -3 points
    Pessoal tenho 18,500€ de aforros disponíveis e como houve mudança no seu rendimento deixou de ser um produto interessante. Aconselham a investir nessas obrigaçoes do benfica assim que forem lançadas e também deixar metade para as do Porto? qual a vossa opinião?