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Conteúdo Popular

A apresentar conteúdo com maior reputação desde 03-09-2015 em todas as áreas

  1. 10 points
    Uma pessoa olha para este tópico agora e até se assusta. Eu pensava que havia assuntos que já ninguém tinha dúvidas. 1º Todos os rendimentos de capitais que tenham retenção na fonte e que o contribuinte não opte pelo englobamento, não têm de ser declarados. Seja fundos nacionais, seja dividendos (não confundir com mais valias!) de ações ou obrigações, seja juros dos depósitos a prazo, não têm de ser declarados. Já foram tributados a 28% e o contribuinte já os recebe líquidos de imposto. Só têm de ser declarados se o contribuinte desejar o englobamento, porque aí irá ser tributado nesses rendimentos consoante o escalão do IRS correspondente aos seus rendimentos. Nos fundos nacionais existe retenção da fonte de 28% nas mais valias. A não ser que se opte pelo englobamento não têm de ser declarados. Isto já estava mais do que assente. Há semanas que chegámos a esta conclusão. Porque é que agora vêm dizer que têm de ser declarados? declarados para quê (se já foram tributados e não voltam a ser tributados, a declaração serviria para quê...?)? Alguma vez alguém declarou os juros dos depósitos a prazo, quando tem retenção na fonte? Não lancem a confusão! Para quem não opta pelo englobamento apenas declara as mais e as menos valias dos fundos internacionais (para ser mais fácil - aqueles cujo ISIN não começa por PT...). 2º Que raio de conversa é essa que mistura a 1ª fase com a 2ª fase? Em abril - declaração para quem só declara rendimentos do trabalho dependente ou pensões. Não quer dizer que não possa ter licitamente outros rendimentos além dos que declarou (por exemplo, pode ter recebido juros de um depósito a prazo; mas estes não são declarados). Mas se os outros rendimentos (que não seja trabalho dependente ou pensões) não são declarados, é como se não existissem para este efeito. Em maio - declaração para quem a. tenha rendimentos do trabalho independente; b. ou trabalho dependente ou pensões + outros rendimentos que tenham de ser declarados (fundos internacionais, fundos nacionais se optarem pelo englobamento, rendimentos com imóveis, etc.); c. outros rendimentos que tenham de ser declarados (fundos internacionais, fundos nacionais se optarem pelo englobamento, rendimentos com imóveis, etc.). Apenas subsiste uma única duvida: - é se os movimentos de aquisição/resgate (que traduzem as mais/menos valias) dos fundos internacionais, mas que são comercializados nos bancos nacionais, são declaradas no anexo J ou no anexo G. Concretamente, se são rendimentos internacionais (porque os fundos estão sediados no estrangeiro) ou se, pelo facto de serem comercializados por bancos nacionais, passam a ser considerados como rendimentos nacionais. É só nisto que existem dúvidas. Mais nada.
  2. 7 points
    Para aqueles que me pediram um diário de bordo, partilho agora o meu blog: www.fromcentstoretirement.com (120.000 views em 2016, 650 subscritores) e respectiva página no facebook, recém criada: https://www.facebook.com/From-cents-to-retirement-1912876315606821. Para quem me queira seguir, por favor façam gosto na página do Facebook e convidem amigos - estou a tentar subir o número de seguidores lá.
  3. 7 points
    A verdadeira estória que deveria ter sido contada. O investidor A e o investidor B decidem ambos investir em fundos. No momento em que investiram (2006), o mercado estava em BullMarket. E, por isso, ambos se denominaram por "investidores de longo prazo, nunca menos de 10 anos" (é o fenómeno: quando o mercado está em Bull Market, só se vê "investidores de longuíssimo prazo" e todos afirmam terem uma alta capacidade invulgar para aguentarem as - inexistentes - perdas). Como sabem, ambos, que o investimento para longo prazo impõe que o dinheiro fique preso por muito tempo, dividiram o seu património. Puseram uns 20% em certificados de aforro, ou seguros de capitalização ou DP. Para, em caso de urgência, terem esse dinheiro imediatamente disponível, independentemente de perderem juros (um fundo de emergência). Definiram também que reforçariam os fundos umas 2 vezes por ano, rebalanceando as carteiras. Depois disto, ambos pensaram: acho que mereço umas férias na Tailândia. Ilhas phi-phi e a água de coco com os pés de molho a 30ºC. Puseram de parte o dinheiro para esse efeito (que não tinha nada a ver com os 20% do fundo de emergência nem com os 80% metidos nos fundos). Veio o Bear de 2007 e a crise de 2008. O investidor A correu a resgatar tudo. Ainda saiu com perdas de 30%. "Do mal o menos" - pensou. "Mesmo assim tive sorte, que se não saísse neste momento as quedas ainda seriam piores". Mas não deixou de ver as menos valias à sua frente. E então mais disse: "Mas para que é que eu me meti nisto!!!", "Fundos, nunca mais!". E já não foi de férias, porque não se sentia bem a ir de férias, depois de ter, efetivamente (com os resgates), perdido tanto dinheiro. O Investidor B, por seu turno, pensou: "se isto é um investimento de longo prazo, vou manter-me fiel ao que defini inicialmente". E mais disse: "mas há mais vida para além dos fundos, sa fo** para esta m*rda, não quero saber, tenho ali o dinheirinho para as férias e vou! Com os tomates a mergulhados na água a 30 graus até penso melhor no assunto e pode ser que tenha uma ideia melhor". E lá foi ele de férias (enquanto o investidor A estava em casa a deprimir com as perdas reais). Quando regressou das férias, viu o investidor B que a sua carteira ainda tinha desvalorizado mais - já ia com perdas de 40%. "Bem, paciência, agora não vale a pena fazer nada, depois disto... mais vale prosseguir o investimento da mesma forma e ir rebalanceando, como previsto". E mais pensou: "enquanto houver saúde, eu tiver o meu emprego e tiver aquele meu fundo de emergência, nada me irá derrubar". O resto é história. Com os rebalanceamentos, provavelmente em 2010 o investidor B já tinha recuperado todas as desvalorizações. Em 2016 já tinha valorizações que lhe davam para comprar um carro novo, se resgatasse. O investidor A ainda agora está a recuperar das perdas. Esta é que é a estória que deveria ter sido contada.
  4. 6 points
    Pessoal, mais um ano que passou, falando apenas aqui do nosso tema, foi um ano de grandes emoções, tivemos algumas coisinhas como: Queda do preço do petróleo, Queda das matérias-primas Agrícolas, Instabilidade Politica na Grécia, Escândalo na Volkswagen, Perturbações na China, só para dizer algumas, no entanto, ficam as rentabilidades de 2015 dos fundos da nossa 1ª página: FUNDOS DE OBRIGAÇÕES: NB Obrigações Europa FI Acc +4,41% PIMCO GIS Glbl Real Ret E EUR Hdg Acc -3,40% PIMCO GIS Diversified Inc E EUR Hdg Acc -1,84% PIMCO GIS Global Bond E EUR Hdg Acc -0,47% PIMCO GIS Total Ret Bd E EUR Hdg -0,62% NB Rendimento Plus FIA -0,49% PIMCO GIS Global Hi Yld Bd E Eur Hdgd -1,81% AXA WF Glbl High Yield Bonds E(H)-C EUR -5,68% Nordea-1 European Cross Credit E -0,46% F&C Emerging Markets Bond C EUR Hdg -1,36% AXA WF Euro 5-7 EC EUR +0,02% PF(LUX)-Global Emerging Debt HR EUR Acc -0,58% Henderson Horizon Euro Corp Bond A Acc -1,71% Jupiter JGF Dynamic Bd L EUR Acc +1,46% FUNDOS DE TESOURARIA/MONETÁRIO: NB LIQUIDEZ FIA +0,30% Dunas Banco BIC Tesouraria - FI MA A -1,43% NB Tesouraria Ativa +0,13% NB Rendimento FEIA -0,46% FUNDOS MISTOS: NB Plano Prudente FIF A +3,13% Invesco Balanced-Risk Alloc E -5,58% Schroder ISF Glbl Multi-Asset Inc B Hg € -7,64% MS INVF Global Balanced Risk Control B +2,96% Nordea-1 Stable Return E EUR +1,72% FUNDOS DE ACÇÕES: EEF Equity Consumer Staples R Acc +16,88% Vontobel Fund Global Value Equity C +15,64% Vontobel Fund - Emerging Markets Equity C -0,01% Pictet Water-R EUR +10,50% Allianz Europe Equity Growth CT EUR +18,40% Threadneedle Eurp Sm Cos Ret Net EUR Acc +29,49% Franklin European Growth N Acc +5,92% F&C European Small Cap A +19,88% Pioneer Fds US Fundamental Gr C EUR ND +15,90% JPMorgan Funds - JPMorgan ASEAN Equity D (acc) - EUR -4,85% Alken Absolute Return Europe A +7,09% UBS (Lux) EF Infrastructure (EUR) P +9,69% Henderson Horizon PanEurpPtyEqs A2 EUR +22,13% MLIS Marshall Wce Tps UCITS MN C EUR Acc +7,95% Este ano de 2015 acabamos por ver mais a cor vermelha nos fundos de obrigações, os de acções foi "apenas" mais um ano de grandes ganhos como acontece já desde 2009, ASEAN negativo, Emergente lateralizado, foram as piores prestações, Imobiliário Indirecto, Small Europe as melhores prestações, o Threadneedle Eurp Sm Cos Ret Net EUR Acc com uma rentabilidade de 11,70% ao ano!!! nos últimos 10 anos, continua a ser a estrela da companhia, nos últimos 4 anos está com uma rentabilidade acumulada de 88%!! Palavra especial para o MLIS Marshall Wce Tps UCITS MN C EUR Acc, fundo que só descobri este ano, obteve perto de 8%, continua assim com uma média anual na ordem dos 7%/8%, excelente gestão em alturas de maior volatilidade e stress. Não vale muito a pena falar em perspectivas para 2016, Japão, Acções América, Emergentes, parece que são as apostas no próximo ano pelas grandes casas, mas será mesmo que serão as estrelas do próximo ano? palavra de ordem: DIVERSIFICAÇÃO, e sobretudo TEMPO, dêem tempo aos fundos, quem tira cortiça tem de esperar 9 anos...
  5. 5 points
    Como tudo em investimento é uma aposta. A questão é se temos mais probabilidade de ganhar ou perder. Isto está mais que estudado e é conhecido como "Lump Sum Investing (LSI) vs Dollar-Cost-Averaging (DCA)" Sobre isso há uma conclusão já conhecida. LSI trás mais retornos expectáveis. Deixo em anexo uma imagem do estudo da Vanguard sobre isso onde se pode ver que o Lump Sum (investir tudo de uma vez trás retornos mais elevados cerca de 66% das vezes). O artigo da Vanguard está aqui: https://personal.vanguard.com/pdf/s315.pdf Caso prefiram ler algo mais pequeno têm aqui um artigo do wall street journal sobre o estudo: https://www.wsj.com/articles/SB10000872396390443324404577595224260244512 Uma coisa é LSI vs DCA (que é com base em reforços temporais) outra é só comprar em dips/drawdowns. Apenas fiz estudos sobre rebalanceamentos em dips/drawdowns e é pior que rebalanceamento anual fixo (testei em rebalanceamento de 5 e 10%, estudo não está publicado mas penso fazê-lo ainda este ano). Mas também é diferente de comprar em dips/drawdowns. A questão seria dar regras de teste simples e mecânicas. O que é um Dip? 5%? 10%? Fazer uma carteira de 50 mil euros com um reforço de 5000 euros anual mas que só entra depois de uma queda de 5%? (no limite, se não houver uma correcção de 5% no ano xxxx adia para o ano seguinte e reforça 10 mil euros na queda?) LSI vs 5 compras DCA mas que só se podia comprar/reforçar caso o S&P caísse 5%? Seria um exercício interessante de se fazer. Talvez um dia desses depois de aprender mais R P.S. Estaria disposto a apostar que é melhor o LSI com reforço anual fixo.
  6. 5 points
    Olá, Todos os anos pretendo poupar dinheiro e um dos grandes gastos mensais cá em casa é a Eletrecidade e o Gás. Este ano resolvi compilar todas as comercializadoras de energia, aplicar os descontos que estas oferecem, chegar ao valor real que iria pagar por kW e acabei por mudar de comercializadora. Os preços indicados são para o distrito de Lisboa, com a potência elétrica de 3,45 kW e o escalão 2 no gás. Notar que: - Descontos anunciados pelas comercializadoras já foram aplicados. - Preços para fatura eletrónica e débito directo. - Comercializadoras como a Goldenergy e a Elusa não foram consideradas, uma vez que não disponibilizam os preços finais ao cliente e as promoções não indicam se é respeitante ao termo de serviço (potência) ou ao consumo. Podem sempre simular a melhor opção para o vosso caso no site da ERSE. Como tinha referido anteriormente, acabei por mudar da EDP para a Energia Simples (duo). A mudança é simples e no meu caso demorou cerca de 2 semanas. Tive que assinar novo contrato e na primeira fatura além de já ter poupado relativamente à EDP, ainda recebi 5€ de desconto por ter sido indicado por um amigo. Se esta comercializadora for a mais adequada para o vosso perfil, enviem mensagem privada, para que vos possa referênciar e ambos ganhamos 5€ Ia eliminar o ficheiro Excel, mas lembrei me que pode ajudar alguém. Em Janeiro de 2018 atualizo a tabela. Cumprimentos,
  7. 5 points
    Vou-te contar um segredo... Ninguém sabe Agora perguntas tu: Como é que vocês investem sem saber quando é o momento certo? São malucos?? Se soubéssemos quando é o momento certo não haveria risco (porque não errávamos). Sem risco não haveria retorno. O facto de nunca saberes quando é o momento certo mas mesmo assim investires é o que faz com que potencialmente consigas ter retornos mais altos do que outros produtos "sem risco" como depósitos a prazo ou obrigações alemãs.
  8. 5 points
    Pedro, Não posso concordar contigo por dois argumentos: porque eu vivo em Portugal e em Portugal não é assim; e porque não estou disposto a recorrer a esse método. Repara. As £150.000 corresponde a, aproximadamente, €200.000,00. Uma casa que custe €200.000,00, em Portugal, conseguirás arrendar por um valor entre €600,00 a €700,00. Vamos imaginar que até consegues arrendar pelos €700,00. Aqui em Portugal terás de arranjar de entrada pelo menos 15% do valor da casa. Mas vamos imaginar que consegues que te financiem em 90% e que a casa vale os €200.000. Como é uma habitação secundária, não conseguirás o melhor spread bancário, mas vamos imaginar que até consegues arranjar um bom spread, para casa secundária: 2%. Portanto, metes do teu bolso 20.000 de entrada (10% de €200k). Pedes €180.000. Tens ainda de pagar os seguros da casa e de vida: vamos pensar que rondará os €400,00 anuais. Empréstimo a 30 anos. Taxa variável, indexada à euribor a 12 meses. Com um empréstimo nestes termos (e olha que eu estou até a ser conservador na análise), ficarás com uma prestação de €665,32. Mas isto é com a taxa euribor atual, que está negativa. Mas em 2011 estava a 4%. Num período de 30 anos, certamente que irá variar. Vamos apontar para uma média de 2% durante os 30 anos (nem 0, nem 4, vamos apontar para o meio). Ficarás então com uma prestação de €859,35. Agora junta-lhe outras coisas: valor da escritura, IMT, despesas do cartório: fica-te, + ou -, em €5000. Mais umas obras ou qualquer alteração inicial ou qualquer eletrodoméstico que pretendas: €1000. Ao longo dos 30 anos, algumas obras terás de efetuar. Para a nossa análise, esquece essas (mas se te dedicares ao assunto, terás de a ter em conta). Entretanto, pagarás uns €80,00 de condomínio (não irei aqui meter condomínios de prédios com piscinas e coisas do género, que te levaria a valores da ordem dos €150 a €200 mensais). Portanto, conclusão: empréstimo a 30, anos, euribor a 2%, spread a 2 %, seguros anuais a €400 fracionados em duodécimos, e €80,00 mensais de condomínio, conta com uma gasto mensal de €939,35. Com a Euribor a 0%, então €745,32. Arrendaste por €700 mensais. €700 mensais... mas calma lá: como tu tens um rendimento decente, não vais englobar. Então papas com a taxa liberatória a 28%. Então, de rendas €8.400,00 (700 x 12). Chupas com os 28% de imposto e ficas com €6048,00 (8400-2352). Ou seja recebes €504,00 mensais limpos (6048/12). Mas pagas €745,32, na melhor das hipóteses. Pelo menos tens um prejuízo mensal de €241,32 (745,32 - 504,00). Lá se vai a tua fonte de rendimentos. E a tua teoria. Já nem estou a contar com as outras despesas que acima te referi. Porque só isto me basta para te demonstrar que o teu modelo pode ser perfeito para Manchester. Mas em Portugal.. não estou a ver como... Mais: £950,00 mensais corresponde a cerca de €1200. Uma casa típica com um valor de mercado de €200.00 euros nunca a conseguirás arrendar nem por €900, quanto mais €1200... Por fim, e segundo argumento. Eu não gosto de dívidas. As dívidas são uma forma de prisão. Recuso-me a alavancar investimentos com a banca. Enquanto corre tudo bem, é uma maravilha. Se algum dia acontece alguma desgraça, é devastador. Brutalmente devastador. Rapidamente perdes o controlo total da tua vida, se tiveres uma dívida brutal às costas. Basta que, por um erro bancário, um dos bancos te exija, repentinamente, a totalidade do empréstimo e te comece a penhorar, já foste... Por isso, para mim, dívidas não. Só mesmo para aquisição da habitação própria, para eu residir, e é porque não tenho mesmo outra hipótese. Entrego o destino da minha vida à vontade de Deus. Não à vontade de uma instituição bancária. Um abraço,
  9. 5 points
    Fazendo um pouco de humor com a situação:
  10. 4 points
    Como os fundos de investimento não são instrumentos de trading, a muita, pouca, ou falta de volatilidade pouco interessa, se eu tenho um fundo de risco 1, haja muita ou pouca volatilidade sei que o meu capital no máximo desvaloriza -0,5% ou valoriza praticamente na mesma proporção, se tenho um fundo risco 4 sei que o meu capital não deverá desvalorizar mais do que -10% e poderá subir nas mesmas proporções, se aplico 10.000€ neste fundo, o máximo de uma perda será na ordem dos 1.000€, isso vai me afectar? muito? pouco? nada? Quem tem de se preocupar com os mercados são os gestores dos fundos, eles é que têm que fazer as escolhas acertadas para que um fundo risco 4 não caia mais que 10%, para isso têm os mandatos de investimento, todos podem colocar tudo em liquidez se for necessário, a nós, basta-nos escolher os fundos, sentarmos no sofá e ver o capital crescer, é apenas isto, acho que há um stress demasiado nos fundos, eu vejo pessoas stressadas sem saberem bem quando entrar, quando sair, quando cai, quando sobe, isto é o trabalho do gestor e é para isso que lhes "pagamos" a comissão de gestão. Situações ideais para fazer fundos, ou reforçar, é tal coisa que não existe, vamos sempre procurar ( sim vamos mesmo procurar, o ser humano tem uma capacidade enorme de ver coisas onde ela não estão, tipo pareidolia ) qualquer coisa para darmos uma "desculpa" pelo não investimento, e isso deve-se ao facto de psicologicamente não termos um factor nos fundos que temos noutros tipos de aplicação, "CAPITAL GARANTIDO", mas se é para ter capital garantido, então temos de nos sujeitar a taxas ridículas de mercado e a não ganhar dinheiro. Em Outubro fazemos 5 anos de tópico, e vamos chegar á conclusão que quem fez os fundos, ou vários dos fundos, da 1ª página, que admito, até há melhores, ganhou efectivamente dinheiro, tanto em acções como obrigações, a importância da diversificação e ajustarmos o risco ao nosso perfil, é algo de importantíssimo. Se até estes sabem como investir... http://www.jornaldenegocios.pt/trading/detalhe/fundo-da-igreja-de-inglaterra-foi-um-dos-mais-rentaveis-do-mundo
  11. 4 points
    Podes ver no site das finanças e noutros sites os coeficientes, neste artigo do Observador essa questão foi abordada, fala mais em ETFs mas fica um resumo: "Até 2014, a mais-valia fiscal era contabilizada pela diferença entre o preço de venda e o preço de aquisição, abatido do custo da venda, como as comissões de bolsa. A partir de 2015, o preço de aquisição pode ser multiplicado por um fator de correção monetária, o que pode baixar a tributação efetiva dos investimentos. À partida, se o contribuinte não optar pelo englobamento dos rendimentos, é alvo de uma taxa de imposto de 28% sobre as mais-valias dos investimentos. Todavia, graças à correção monetária, a tributação pode ser menor – até muito menor. (Poucas vezes o englobamento vale a pena; seria necessário que a taxa a aplicar a todos os rendimentos fosse mais baixa do que a taxa de tributação efetiva dos investimentos.) Um investidor que tenha gasto 1.000 euros em títulos do iShares Core MSCI World ETF no final de 2009, teria vendido a posição por 2.123 euros no final de 2015, alcançando uma mais-valia de 1.123 euros. No entanto, o valor de aquisição usado no cálculo da tributação seria de 1.080 euros, porque o fator de correção para as aquisições em 2009 é de 1,08. No final, a tributação à taxa de 28% resultaria num imposto de cerca de 290 euros, o que se traduz numa tributação efetiva de 25,8%. Este cálculo assume ainda a declaração de uma comissão de bolsa de cinco euros na compra e na venda, porque, além do custo da venda, a Reforma do IRS também veio permitir o abatimento do custo da compra. Porque é importante investir para o longo prazo? Porque o fator de correção monetária só é aplicável quando a compra foi efetuada há mais de 24 meses. Além disso, quanto mais longa a duração da aplicação, maior é o fator e, logo, menor a tributação. (Pode haver exceções, como em 2009, quando a inflação nacional foi negativa: o fator de correção de 2009 é superior ao de 2008.) O Ministério da Finanças publica anualmente os fatores de correção monetária a aplicar nas alienações nesse ano. Em novembro de 2015, a última vez que o fez, o fator para aquisições em 2011 era de 1,03, por exemplo, mas, para compras realizadas em 1987, era de 3,07. O impacto do fator de correção monetária pode ser drástico. No limite, a taxa de tributação efetiva é nula. Um investimento de mil euros no índice MSCI World a meio do ano 2000 teria gerado um ganho efetivo de 387 euros no final de 2015 (assumindo uma comissão anual de gestão de 0,20% e comissões de bolsa de cinco euros na compra e na venda). Todavia, o preço de aquisição ajustado pela fator de correção monetária (1,38) é superior ao preço de venda, por isso o fisco não tributaria esta operação. A taxa de tributação efetiva seria de zero". http://observador.pt/especiais/corte-nas-calorias-engorde-as-poupancas-no-longo-prazo-com-custos-baixos/
  12. 4 points
    Achas? O S&P tem cerca de 25% de probabilidade de mexer mais de 1% (um pouco mais até). Em média 66 sessões em cerca de 252. Isto no periodo pós 2 Grande Guerra, excluindo assim a grande depressão senão é ainda maior. Diria que um movimento superior a 1% não é nada de especial. Mas deste-me ideia para um projecto. Vou calcular/testar as vezes que o S&P caiu mais de 1%. Não encontro isso na net mas tb não deve ser nada de especial. Quando chegamos aos 2% sim, é raro. Podes ver mais aqui: https://www.stocktradersalmanac.com/UploadedImage/blog_20160222_daily_moves.jpg
  13. 4 points
    Boas Ontem mesmo publiquei o meu livro sobre a estratégia para me reformar nos 30s, tal como tinha dito aqui no fórum que ia fazer: https://www.amazon.com/dp/B06XJ86PTR Para quem não está habituado ao Kindle, podem sacar uma app do Kindle no site da Amazon e depois ler os livros num computador ou iPad normal. Importante: o preço até segunda feira está a 99 cêntimos porque eu quis oferecê-lo aos subscribers do meu blog e aos followers no facebook. Estou a estender a oferta aos users aqui do fórum mas só consigo garantir este preço até segunda. Depois o preço será entre 3.99 e 7.99€. Obrigado! Já agora, quem comprar pode postar aqui e depois dar-me feedback? Tenho lá muitos dados sobre Portugal e como viver em Portugal, gostava de ter feedback vosso sobre isso - se a vossa experiência é a mesma. Espero que gostem! Fight on! Abraço
  14. 4 points
    O meu autoinvest é muito parecido com o do Duracellpt, embora exclui a Capitalia dos "Loan Creditors" por encontrar alguns posts sobre o atraso em pagamentos em caso de buyback. Como não há falta de emprestimos sem a Capitalia, preferi jogar pelo seguro.
  15. 4 points
    Eu uso o "autoinvest" no Mintos e Twino com as seguintes definições: - Prazo máximo 12 meses; - Taxa min: 12% - Só com Buyback - Todas as origens e todos os tipos de crédito
  16. 4 points
    Não sei se este cartão é novo, mas só agora é que reparei na publicidade. https://www.cofidis.pt/cofidis/cartao-de-credito-cofidis.html Sem anuidade, sem taxa de gasolineira, com 1% cashback em compras, com pagamento de serviços. Pagando 1€ por mês passa-se a ter 2% cashback em compras, 1% cashback em pagamento de serviços, plano de saúde para o agregado familiar. Não recomendo nem deixo de recomendar, apenas informo.
  17. 4 points
    Não é nenhum post em particular maj, é uma forma de pensar e de estar na vida. Repara, o Mark Cuban foi do 0 para bilionário e a venda da Broadcast.com foi feita por quase 6 mil milhões (quando valia uns 700 milhões, segundo se diz). Sim senhor. O John Paul DeJoria foi de sem abrigo a milionário em alguns meses e a bilionário em alguns anos. Sim senhor!!! O Warren Buffet comprou a Berkshire Hathaway e num ano fez quase 3000% de retorno no investimento. OMG, sim senhor!!!! Eu compro imóveis que dão 15-25% líquidos é tudo mentira... Este caso está bem descrito na literatura, mesmo em livros sobre finanças pessoais (eu já li mais de 100, e estou a re-ler vários para colocar sumários e reviews no meu blog: www.fromcentstoretirement.com/books/ ). O Robert Kiyosaki chama a estes casos de "Little Chickens", rótulo que adaptei eu para mim. 90% das mensagens que recebo pelo blog são a dar parabéns e encorajar a continuar. Cerca de uns 7-8% são pessoas que me perguntam como faço e como elas devem fazer, e o resto são haters. Aquilo que eu aprendi é que os haters são essenciais em qualquer processo de construção. O Ken Fisher disse mesmo que nunca se teria tornado milionário sem eles, pela motivação constante. Ainda em Novembro estive com um investidor português relativamente conhecido, a estudarmos a criação de um fundo imobiliário fechado. Disse-me o mesmo: os haters (que no caso dele até foi mais a família que gente de fora) foram essenciais. Revelando o meu blog aqui, não é segredo para ninguém que eu cresci em Portugal e Itália, que o meu pai é Canadiano e que já estive em mais de 30 países. Tive a sorte de estar exposto a muitas culturas e formas de pensar. Adoro Portugal e quero viver lá, mas a sociedade tem muitas falhas a este nível. Haters há em todo o lado, haters a gastar tempo da vida deles constantemente para serem os velhos do Restelo dos dias de hoje, há poucos. Eu vou fazer um post sobre as Little Chickens desta vida ainda em Janeiro, com mensagens e casos reais. Boas entradas e fight on!
  18. 4 points
  19. 4 points
    São conselhos, opiniões, partilha de experiências e não ordens...por isso só os aceita quem quer. Quem dá conselhos aqui, não obriga ninguém a aceitá-los nem têm que se sentir responsável pelas consequências das decisões tomadas pelos outros. Também não temos que publicar dados reais e provas dos ganhos, porque temos o direito de escolher se o queremos fazer ou não. E você? quais são as suas intenções? pescar clientela?
  20. 4 points
    Claro, aqui estão, aparentemente com a "papinha toda feita":
  21. 4 points
    Pegando nesta caracterização, desde há 3 anos para cá eu considero-me um investidor B. E nesse enquadramento a minha abordagem mental no que diz respeito a perdas e ganhos tem sido manter a calma (nem sempre foi assim, é certo...). Neste exato momento tenho -4% do que tinha quando constitui a minha carteira "definitiva" a 4 de Janeiro de 2016 (mais uma vez, pontaria do caraças... mas enfim). Já tive -8% há uma semana, já tive -2% há 3 semanas... repararam neste pormenor? Semanas... não estamos a falar de meses ou anos, estamos a falar de desvalorizações e recuperações de 4% em 1 - 2 semanas! Tenho confiança suficiente no produto que escolhi e na carteira que escolhi para poder manter a postura de que até agora não perdi dinheiro nenhum, porque acredito piamente que no prazo que eu defini (mínimo de 5 anos) não só vou recuperar o dinheiro inicial como ainda ter mais valias sobre ele. E nem considero que esteja a ser optimista, apenas realista. Optimista era se estivesse a fazer conta de ter 10 ou 15% ao ano... Mas em parte concordo também com o que disseram acima: se eu comprar hoje acções de uma empresa X a 1€ e elas daqui a 6 meses estiverem a 0.1€, ai sei que não há volta a dar: perdi dinheiro. Seja como for que eu tente dar a volta a isso, dificilmente as acções irão voltar a 1€ num futuro útil. Porque uma queda dessas teve de ter uma justificação muito mais profunda do que apenas o sobe e desce normal dos mercados. Já posso ai encaixar que perdi as férias na Tailândia, fico-me pela praia aqui da terrinha a chorar e agora vamos ver se deixo isto afundar ainda mais ou recupero já as poucas migalhas que ainda sobraram. Seguindo a lógica descrita por alguns, se eu fizer um depósito indexado a 1 ano não mobilizável, imediatamente perco esse dinheiro, não? Para depois passado 1 ano o voltar a ganhar de uma só vez? "Ah, não, porque um depósito indexado é diferente...". Pois é: cada produto é diferente e só os conhecendo bem e escolhendo bem podemos ter "garantias" que não vamos perder dinheiro. Num depósito essa garantia é em última instância o fundo de garantia de depósitos. Na minha carteira de fundos essa garantia é a escolha dos fundos que eu fiz e em última instância: o tempo. "Ah, mas o indice Nikkei está muito abaixo do que estava há 30 anos atrás". É verdade, mas a não ser que toda a economia mundial de 2016 para a frente se comporte como a economia do Japão desde há 30 anos, a minha carteira de fundos não vai ter esse problema (mesmo tendo 5% de acções Japão). E a economia mundial não se pode vir a comportar dessa forma? Pode, mas o fundo de garantia de depósitos também pode não funcionar... se calhar até é mais provável! Dada a enorme oferta no que diz respeito a fundos e às infinitas combinações de carteiras que podemos criar, é impossível tirar alguma conclusão válida e útil para esta discussão de perdas virtuais ou reais. Se juntarmos a isso a personalidade de cada um, pior ainda. Isto não é uma ciência exata. O que é importante é que cada um se sinta confortável com as suas escolhas. Se o investidor A prefere assumir a perdas e dormir descansado dai para a frente, força. Se o B prefere esperar, força. Se o investidor A assinou de cruz e não sabe onde é que se está a meter, provavelmente vai aprender uma importante lição que talvez o faça evoluir para o B.
  22. 4 points
    LOL, macase, boss! Eu de certa forma entendo o Helder Silva e concordo com ele que uma desvalorização em carteira, é uma perda efectiva. Essa história de "Só se perde dinheiro, quando se resgata", isso para mim é conversa de gajos no topo das pirâmides, que enchem salas de hotéis para vender uma coisa que não existe. Os moderníssimos imperadores do MML (marketing multi nível). A meu ver é precisamente a mesma coisa que o Benfica estar numa fase de eliminatória, perder em casa por 8-0 contra o Real Madrid, mas "hey! Ainda há a 2ª mão! Tudo é possível e ainda não perdemos a eliminatória, porque ainda falta a 2ª mão".... É... É isso... Metam-se a apostar no placard nessa altura em como o Benfica dá 9-0 ao Real. Isso chama-se sonhar. Se hoje tenho 1000€, subscrevo em fundos, e para a semana tenho lá 900€, são 900€ que tenho e não 1000€, bolas! É só aplicar o português: "De quem é o dinheiro?" "- É meu! Dá pra cá" "Toma, os outros 100€ foram pelo rio abaixo, só te posso dar 900€, mas hey, é o teu dinheiro". É isto. Nada mais há a dizer. Histórias é no canal Panda. Dinheiro é dinheiro, seja ele debaixo do colchão ou num fundo de investimento. 1000€ é superior a 900€ e em 900€ ficam a faltar 100€ para os 1000€. "ditto". Ver as perdas destes últimos meses como uma catástrofe é uma visão redutora do que deve ser o comportamento de quem investe em FI. Senão vejamos 2 exemplos de investidores, que eu me parece que é o que anda a acontecer hoje em dia em Portugal, fruto das taxas baixas dos DPs, CAs e CTPMs: O Investidor A, sempre investiu em DPs, porque sempre defendeu que o dinheiro é para crescer e risco é coisa coisa que não lhe agrada. Se hoje tem 1000€, daqui a 10 anos quer ter lá pelo menos os 1000€ e não se quer chatear muito, nem perder muito tempo com essa coisa de finanças. O Investidor B perde muito tempo livre a informar-se e estudar a melhor maneira de minimizar risco, porém sabe que existe, mas também sabe como se comportar para atingir o objetivo de ter um retorno superior aos DPs, no longo prazo. Gasta parte do seu tempo a trabalhar para si. Entretanto os bancos passaram a fazer um pirete a quem vai lá procurar um depósito jeitoso para ter o dinheiro estacionado e a render, oferecendo juros que nem para um pacote de bolachas de água e sal dão. O gestor de conta diz assim ao Investidor A: "Olhe, como isto agora não está a dar nada, temos aqui estes produtos, que isto olhe aqui o gráfico (5 anos), isto em 5 anos subiu quase 5% ao ano, e numa classe de risco 2 em 6, já viu, nem sequer está nos mais arriscados, quase de certeza que daqui a 5 anos você tem igual ou melhor ainda". O Investidor A, sente-se empurrado para os FI, para tentar obter algum ganho face aos miseráveis depósitos, e fica com a ideia de que aquilo, devido a ser uma classe 2 em 6, é quase igual a um DP. Dá-se o "crash" de 2016, ai Jesus credo, é o fim do mundo «Vendam tudo!», diz o RBS, «Ai a bolha, vai rebentar!», diz um comentador qualquer da casa dos segredos. Agora vem a diferença entre o Investidor A e o Investidor B. O primeiro fica aflito, porque acabou de perder o equivalente a umas boas férias de 15 dias na Tailândia, começa a suar por todo o lado e vai ao banco pedir satisfações ao gestor, ao que este o tenta tranquilizar, dizendo que isto ainda vai subir. O problema é que a cabeça do Investidor A, não está formatada para perceber essa mensagem. O Sinal de Alerta já ecoa na sua cabeça desde as 23h30 até às 07h30, todas as noites! E pimbas, decide resgatar! Lá se foram as ilhas phi-phi e a água de coco com os pés de molho a 30ºC. "Mas para que é que eu me meti nisto!!!" Pensa, agora de certa forma aliviado, o investidor A. Daqui para a frente, pega no que lhe resta e enfia em DPs. "Malvados Fundos, p*ta que os pariu!" Agora, e o Investidor B? Esse também perdeu as férias na Tailândia, não está a suar quem nem um borrego e nem perde noites? Eu, na minha óptica penso assim: Sim perdeu as férias, mas não sua nem perde noites, porque sabe que investir em FI é um processo contínuo e ele sabe que os mercados vivem em ciclos de sobe e desce. Sabe também que como investiu em FI, tem a possibilidade de reestruturar a sua carteira e tentar direcciona-la no sentido mais favorável. E as perdas do "Crash ai meu Deus de 2016"? Essas vai recupera-las, não com o montante actual que está em carteira, mas sim com os reforços periódicos que são característicos da sua estratégia de investimento, que fará precisamente quando o Investidor A decidiu vender o Fundo a preço de saldo. Neste caso o Investidor B compra a preço de saldo. Pode até ainda descer mais um bocado, mas vai sempre comprando até que recupera. Os reforços que fizer quando o mercado está a sofrer, terão uma alta probabilidade de serem as estrelas quando o mercado voltar a subir. Além disso, o investidor B não é nenhum maluco e não tem todo o seu património investido em fundos, porque sabe que de hoje para amanhã pode ter uma doença grave ou pode despistar o seu carro e ter que comprar outro para ir trabalhar e continuar a poder ter dinheiro para fazer reforços nos seus fundos. Claro que isto foi uma dramatização super exagerada e estava a tentar meter algum humor para tentar aliviar as cabeças de algumas pessoas que possam andar preocupadas. Em resumo, eu da pouca experiência que tenho destas andanças, quem me pergunta "Então e Fundos, recomendas?", eu respondo com outra pergunta: "Tens capacidade de perder parte do teu património e continuar a viver bem com isso?" Se a outra pessoa responder "Depende de quanto for", eu respondo logo "Esquece os fundos".
  23. 4 points
    Quanto a 2016 eu afirmo... Não resisti a criar este meme!
  24. 3 points
    E agora para uma perspectiva "totalmente diferente": http://monevator.com/coping-with-the-guilt-of-losing-money/ Agora olhem para a data desse artigo. Bom fim-de-semana and keep saving and investing!
  25. 3 points
  26. 3 points
    Fundos nacionais não são de declaração obrigatória.
  27. 3 points
    Relativizar e racionalizar para nos livrarmos da culpa faz bem ao ego...mas não lhe quero dar lições de moral, só não me parece bem é que você venha para um forum "sério" pedir dicas para se livrar de algo pelo qual é responsável (incumprimento da lei).
  28. 3 points
    Não vale muito a pena falarmos no ano de 2016, acho que basta olhar para os fundos e suas rentabilidades para chegarmos a conclusões, recordo de me ter despedido de 2015 a dizer que não me importava que o ano de 2016 fosse igual, pois agora mantenho, pelo que vejo não me importo que venha um ano igual, e já vão 8 anos em que não se "perde" dinheiro!!! Não vale a pena comparar com outros fundos, estes fundos são apenas um barómetro, há fundos que renderam mais e há fundos que renderam menos nas vossas carteiras Rentabilidades 2016 FUNDOS DE OBRIGAÇÕES: NB Obrigações Europa FI Acc +1,11% PIMCO GIS Glbl Real Ret E EUR Hdg Acc +8,38% PIMCO GIS Diversified Inc E EUR Hdg Acc +9,28% PIMCO GIS Global Bond E EUR Hdg Acc +3,46% PIMCO GIS Total Ret Bd E EUR Hdg +0,78% NB Rendimento Plus FIA +4,72% PIMCO GIS Global Hi Yld Bd E Eur Hdgd +9,87% AXA WF Glbl High Yield Bonds E(H)-C EUR +11,20% Nordea-1 European Cross Credit E +4,47% F&C Emerging Markets Bond C EUR Hdg +9,24% AXA WF Euro 5-7 EC EUR +2,05% PF(LUX)-Global Emerging Debt HR EUR Acc +5,64% Henderson Horizon Euro Corp Bond A Acc +4,15% Jupiter JGF Dynamic Bd L EUR Acc +3,86% FUNDOS DE TESOURARIA/MONETÁRIO: NB LIQUIDEZ FIA +0,00% Dunas Banco BIC Tesouraria - FI MA A +0,93% NB Tesouraria Ativa +1,15% NB Rendimento FEIA -0,77% FUNDOS MISTOS: NB Plano Prudente FIF A *Este fundo foi fundido com o NB Estratégia Activa que rendeu -2,85% Invesco Balanced-Risk Alloc E +9,25% Schroder ISF Glbl Multi-Asset Inc B Hg € +5,44% MS INVF Global Balanced Risk Control B +3,42% Nordea-1 Stable Return E EUR +2,23% FUNDOS DE ACÇÕES: EEF Equity Consumer Staples R Acc +1,60% Vontobel Fund Global Value Equity C +6,23% Vontobel Fund - Emerging Markets Equity C +1,84% Pictet Water-R EUR +9,11% Allianz Europe Equity Growth CT EUR -4,11% Threadneedle Eurp Sm Cos Ret Net EUR Acc -0,34% Franklin European Growth N Acc +3,36% F&C European Small Cap A -11,03% Pioneer Fds US Fundamental Gr C EUR ND +4,42% JPMorgan Funds - JPMorgan ASEAN Equity D (acc) - EUR +11,09% Alken Absolute Return Europe A -9,29% UBS (Lux) KSS Global Eqs $ EUR P-acc +8,44% Henderson Horizon PanEurpPtyEqs A2 EUR -7,86% MLIS Marshall Wce Tps UCITS MN C EUR Acc +0,69% ATÉ 2017
  29. 3 points
    Exemplo. Tens umas menos-valias de 450. Tens outras mais-valias de 450 potenciais, que resgatas. Essas mais-valias correspondem ao seguinte: UPs =100 Valor de aquisição da UP = 10 Valor de aquisição total = 1.000 (importante para calcular mais-valias futuras) Valor actual da UP = 14,5 Valor do resgate = 1.450 (1.000 + 450 de mais-valias) Nos dias seguintes, voltas a comprar as mesmas 10 UPs, mas ao preço de 14,50 (para simplificar) Nas próximas mais-valias, o que importa é o preço total de compra de 1.450 Supõe tu que não resgatavas agora. E que resgatavas quando a UP estava a 18. A tua mais-valia por UP seria de 8 (18-10), ou seja, 800 euros. Mas se tivesses resgatado no passado e voltado a comprar as mesmas UPs, mas ao preço de 14,50, a tua nova mais-valia seria de apenas 350 euros (1.800 - 1.450). Naturalmente no post anterior, esqueci-me que isto agora é tarde demais para 2016 .
  30. 3 points
    Dado que passaram mais 6 meses, é altura de actualizar a carteira fictícia No passado expus aqui uma possível carteira de B&H, baseada no Portfolio Permanente do Harry Browne. Ver o racional no seguinte link: http://www.forumfinancas.pt/topic/5360-etfs-exchange-traded-funds/?do=findComment&comment=105890 Ganhos/Perdas (%) 2007 (Jul-Dec) 2,92 2008 -3,31 2009 12,58 2010 15,30 2011 3,87 2012 9,21 2013 -2,94 2014 16,30 2015 2,95 2016 8,24 Retorno médio: 8,86% / ano (mesmo contando com os encargos ficcionados de € 15 por cada compra de ETF, ainda que actualmente este tipo de comissões seja mais baixo). Estes últimos 6 meses não trouxeram uma melhoria na carteira, tendo até existido uma ligeira perda, fruto da desvalorização recente das obrigações de longo-prazo e do ouro (que contrabalançou com os ganhos nas acções mundiais, explicada em parte também pela desvalorização do euro face ao USD). Ainda assim, a rentabilidade anual esteve dentro da média. picture share Deixo aqui também uma actualização aos reforços, atendendo ao reforço anual a 1 de Julho de 2016 (para não acharem que andei a adulterar os resultados ). (Nota: Houve uma troca 1:1 no ETF de obrigações de L/P, uma vez que o anterior foi transformado noutro exactamente igual - tanto que na minha carteira real não tive de fazer nada - mas domiciliado noutro país, por decisão da Lyxor). A frio: Investimento inicial: 10.000 euros Reforços: 2.000 euros * 9 = 18.000 euros Mais-valias potenciais (já deduzidos de custos) = 15.600 euros (sensivelmente) Daqui a 6 meses chegaremos ao final dos 10 anos (a carteira começou a 1 Julho de 2007, com reforços anuais de 2.000 euros a cada 1 de Julho). Veremos se ainda estaremos em face bull-market ou se entraremos no próximo bear-market (não aposto nem para um lado, nem para outro ).
  31. 3 points
    Esses "artolas" valem tanto quanto o teu nick neste fórum!
  32. 3 points
    As sugestões de escolha do Activo com base no candidato: (engraçado)
  33. 3 points
    Achei o artigo interessante, mas o gráfico que apresenta, dos retornos "Buy-and-hold", parece-me de uma carteira pouco diversificada. Fiz um teste rápido no portfolio visualizer, com classes (asset classes), não com títulos reais, para ser mais fácil. Utilizei 3 carteiras bem conhecidas: Portfólio 1 - 60% acções + 40% obrigações (EUA) Portfólio 2 - Harry Browne Permanent Portfolio Portfólio 3 - David Swansen Yale Endowment Testei para 2 intervalos de tempo: de 1990 a 2015, como o gráfico do artigo, e de 1982 a 2007, para não apanhar o "bull" a partir de 2009. Os retornos, no último ano, são melhores que os indicados no artigo. Para 1990-2015, os retornos são (entre parentesis estão os valores ajustados com a inflação), para 100.000,00 iniciais. Clicar aqui para ver no portfolio visualizer 1990-2015. Portfólio 1) 817.744,00 (435.994,00) / CARG = 8,42% (5,83%) Portfólio 2) 519.010,00 (276.708,00) / CARG = 6.54% (3,99%) Portfólio 3) 912.117,00 (486.293,00) / CAGR = 8,87% (6,27%) Para 1982-2007, os retornos são (entre parentesis estão os valores ajustados com a inflação), para 100.000,00 iniciais. Clicar aqui para ver no portfolio visualizer 1982-2007. Potrfólio 1) 1.683.346,00 (753.366,00) / CARG = 11,47% (8,08%) Portfólio 2) 780.613,00 (349.356,00) / CARG = 8,22% (4,93%) Portfólio 3) 2.236.675,00 (1.000.985,00) / CAGR = 12,70% (9,26%)
  34. 3 points
    Na minha perspectiva, e na de muita gente, é um erro tentar perceber qual é um boa altura para entrar no mercado. Se alguém soubesse, era fácil ficar milionário. O que sabemos, adicionalmente, é que é preferível investir hoje do que amanhã, em termos de expectativa de retorno. Dito isto, não há como negar que o período se avizinha é de previsível instabilidade (em que sentido?) e o teu período temporal não é especialmente extenso. Outra forma de abordar a coisa, mais por paz de espírito do que por sentido lógico, é dividir o investimento e colocar parte antes e parte depois, ou mesmo totalmente depois. Mas não é uma boa lógica de investimento, em geral.
  35. 3 points
    Os resgates nos fundos nacionais não têm de ser declarados, salvo se se optar pelo englobamento. Os resgates, em fundos nacionais, que, em 2015, não sofreram retenção na fonte são os resgates que ocorreram antes de 01 de julho de 2015. Mas as novas regras, para os fundos nacionais, só entraram em vigor em 01 de Julho de 2015. E antes das novas regras, o investidor estava isento do pagamento do imposto. Isto porque, era o fundo que era tributado. A partir de 01/07/2015 os fundos nacionais deixaram de ser diretamente tributados e passou a haver tributação do investidor, com retenção na fonte a 28%. Assim, a não ser que se opte pelo englobamento, temos: i) resgates em fundos nacionais, ocorridos até de 30/06/2015: não têm de ser declarados porque o investidor está isento do pagamento do imposto - o imposto já foi pago pelo próprio fundo; ii) resgates em fundos nacionais, ocorridos após 30/06/2015: não têm de ser declarados, porque o investidor, embora pagando imposto, já sofreu retenção na fonte (o banco fica logo com o dinheiro do imposto). Conclusão: A NÃO SER QUE SE OPTE PELO ENGLOBAMENTO, OS RESGATES EM FUNDOS NACIONAIS NÃO TÊM DE SER DECLARADOS. Vejam no guia fiscal da Deloitte, indicado na primeira página deste tópico (pag. 6): "Com a entrada em vigor, a 1 de julho de 2015, do Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de janeiro, os rendimentos decorrentes do resgate de UP em fundos nacionais auferidos por sujeitos passivos de IRS residentes em território nacional (fora do âmbito de uma atividade comercial, industrial ou agrícola) deixaram de estar isentos, passando a ser tributados por retenção na fonte a título liberatório (atualmente à taxa de 28%), sem prejuízo da opção pelo seu englobamento1 . Os contribuintes continuam, porém, dispensados de reportar os rendimentos auferidos em UP em fundos nacionais na declaração de IRS, pelo que só o devem fazer caso optem pelo seu englobamento" zzzpt, tu não te achas um especialista. Mas no entanto contrarias todos os guias fiscais que te põem à frente, elaborados por algumas das maiores consultoras fiscais.
  36. 3 points
    IMHO, A diversificação correcta é aquela que numa carteira, inclui os seguintes activos: - Cash (para fundo de emergência para, pelo menos, 6 meses de gastos), o qual pode incluir DP, CA ou CTPM; - Acções - Obrigações de países soberanos com qualidade AAA (vou deixar de fora o Ouro e outras matérias-primas, mas pode fazer sentido no caso de se seguir uma estratégia de investimento baseada no Portfolio Permanente do Harry Browne ou o All-Weather Portfolio do Ray Dalio) Depois a percentagem alocada a cada um dos activos depende de cada um de nós. Se quiseres simplificar (até para o valor em causa - 1k), podes sempre investir num fundo misto que investe num misto de acções e obrigações, como por exemplo os seguintes: - Nordea-1 Stable Return (menos volátil) - MFS Global Return Fundo (mais volátil, mas com uma performance histórica muito semelhante a uma carteira 50% acções mundias / 50% obrigações soberanas) Repara que num fundo deste tipo, é o próprio fundo que vai rebalançando directamente a alocação a acções e obrigações, o que evita aquele stress emocional de resgatar os fundos perdedores.
  37. 3 points
    Para os primeiros dias no UK pode também utilizar o cartao pre-pago revolut. Para pequenos montantes e utilizaçao diaria é o ideal até conseguir abrir uma conta no reino unido. De facto, este é o cartao ideal para viagens a paises com uma moeda diferente do euro. Aconcelho-o a dar uma vista de olhos. https://revolut.com/
  38. 3 points
    Ver sobretudo, a pergunta 15. https://www.big.pt/pdf/infoFiscal/GuiaFiscalidadeDeloitte_BiG_2015.pdf
  39. 3 points
    Março: O mês de Março trouxe-nos alguma recuperação e um novo fôlego na carteiras, os fundos de obrigações estão praticamente todos positivos a 3 meses, destacando-se os HY, Emergentes e os fundos de obrigações de qualidade que continuam a ter excelentes performances ( PIMCO Real Return +3,13% YTD! ). Nas acções a recuperação foi ainda maior, no entanto ainda não conseguiu na maior parte deles dar a volta aos resultados negativos dos últimos 6 meses. Foi um trimestre atípico, ( basicamente devido aos resultados de Jan e Fev ), só me recordo de um trimestre tão negativo em 2008, historicamente as bolsas e os fundos acabam por ter um 1º e 4º trimestre bom, sendo os trimestres no meio mais negativos, esperemos que este ano continue a ser atípico e venhamos a ter agora 6 meses bons, porque se a história for igual nestes próximos 2 trimestres teremos um ano significativamente mau em acções.
  40. 3 points
    Guest sapo anda invejoso. típico português que quer logo deitar abaixo qualquer sinal de prosperidade. avante camarada esquerdalhada.
  41. 3 points
    Hey Jordão, Bom saber! ;-) - Vivo sozinho e apesar de já estar numa relação há mais de 2 anos, planeio continuar a viver sozinho (neste momento eu e a minha namorada vivemos em países diferentes). - Sem filhos e não planeio ter antes da reforma, se os tiver. Se os tivesse da reforma provavelmente não ia atingir o objectivo. - Neste momento eu arrendo casa porque vivo na Alemanha e não quero comprar casa aqui porque não pretendo cá estar muito mais tempo. Partilho a casa com um colega de trabalho. Quando cheguei tinha um flat pequeno por €700, neste momento pago metade (por força de querer FF). - Foi uma fórmula muito complexa, que me demorou meses a estimar. Planeei os mercados onde queria meter o dinheiro, mas taxas presentes e futuras, extrapolei inflação, etc etc etc. Isso vai-me permitir cobrir as minhas despesas e ter uma margem de 10%. No entanto eu considero poupança de €600 uma parte intregral das minhas despesas. Planeio viver frugalmente numa bonita cidade do interior do país. - Todo o tipo, stocks, bonds, real estate, equity em start ups, etc. No fim do ano conto ter um equilibrio a nível de asset allocation que neste momento ainda não tenho. Desculpa os termos em inglês mas eu não os sei dizer em português. Um abraço e toda a sorte!
  42. 3 points
    www.consultasdamaya.pt :) Eu acredito que vão sair e no curto prazo tem impacto mas rapidamente a coisa estabiliza. Se estivessem no Euro teria um impacto mais significativo, mas é apenas uma politiquice, falando de forma muito superficial.
  43. 3 points
    Tanto pode tentar alcançar uma determinada marca para onseguir manter determinado padrão de vida, como pode optar por simplesmente baixar o nível de necessidades/gastos. Arranjar formas de ganhar mais dinheiro é sempre mais complicado do que arranjar formas de gastar menos dinheiro. Há muitas escolhas (gastos) que fazemos na vida, irreflectidamente e por mera imitação/pressão social. Passamos os melhores 40/50 anos das nossas vidas a trabalhar para pagar essas escolhas, quando na minha opinião deveriamos tentar adquirir o bem de consumo mais precioso: liberdade.
  44. 3 points
    Estou convicto que quem gosta dessas noticias é quem apenas aposta em depósitos ou tem o € debaixo do colchão e depois se tenta incendiar os outros, eu como sou solteiro vou agora passar por casais na rua e vou-lhes dizer que o melhor é se deixarem, que há uma grande percentagem de traições, , basicamente é isto que se passa actualmente, e eu que já passei por 2008 são "peanurs" essas noticias. Estar atento, ler algumas análises credíveis, seguir as evoluções actuais é uma coisa, estar-se a insistir em algo que já existe desde 2009!!!! sim, desde 2009 que oiço que vai tudo arrebentar, não me parece sequer saudável, mas isto é a minha opinião, cada um segue ou dá ouvidos ao que se quer.
  45. 3 points
    Se a coisa correr para o torto, vais lá buscar umas caixas de nestum para compensar
  46. 3 points
    Penso que usar 'coelho' não foi um termo muito feliz
  47. 3 points
    Tu resgataste um determinado número de UPs. Tens de declarar o custo que essas UPs tinham quando as compraste e assim se podem achar as mais valias que tiveste com essas UPs. Ex: admitamos que compraste 50 UPs a 20 € cada uma (os tais 1000€). Quando vendeste aquela parte as UPs estavam a 22€ cada. Se vendeste 100€, quer dizer que vendeste 4,545 UPs. Na declaração de IRS declaras que vendeste essas 4,545 UPs por 100€ e que as compraste por 90,91€ (4,545 UPs * 20€). Vais assim ser tributado por uma mais valia de 9,09€.
  48. 3 points
    Oh Cardoso, tu por acaso não és o Bruno de Carvalho? Eish, olha eu a misturar futebol com investimentos, será que estou a prevaricar? Relaxa, cada um tem a sua maneira de ser e de estar. Os fóruns públicos são isso mesmo, públicos, quando não se gosta de ler certas coisas, ignora e passa à frente. Deixa o elitismo de lado, e deixa a plebe participar aqui também. Ou isto é só para Analistas Técnicos Racing XPTO?
  49. 3 points
    Utilizem as ferramentas que o Best proporciona a todos, mesmo a não clientes, podem usar o Best Guru para pesquisar por exemplo Japão e aparece tudo o que há relacionado com esse tema, vejam os fundos e selecionem um, depois no fundo se forem á rendibilidade aparece-vos o gráfico interactivo que coloca esse fundo entre os restantes que são comercializados no Best, depois podem comparar as rentabilidade, desvio padrão, sharpe etc, é a melhor ferramenta que existe na banca em Portugal para se escolher um fundo.
  50. 3 points
    Soluções de investimento por parte dos bancos... costumamos muito dizer isso, que não existem soluções por parte dos bancos, na verdade as soluções nunca foram muitas, são as que há na globalidade, vejamos o que temos: Capital Garantido ( até 100k ) , Taxa Garantida, Liquidez Imediata: Depósitos a Prazo ( taxas entre 0% a um máximo diria de 1,50% )Capital Garantido, Taxa Garantida, Liquidez menos Imediata ( comissões de resgate ): Seguros de Capitalização ( taxas entre 0,50% a um máximo diria de 2,00% )A partir daqui o investidor se quer um maior retorno terá de se expor a maior risco, dividia em 2 grandes riscos, Risco de Mercado ( sobe e desce ) e Risco de Crédito. Risco de Mercado: Fundos de InvestimentoServiços Discricionários ( vulgo serviços de gestão de carteiras )AcçõesCFDsETFs......Risco de Crédito: Certificados de Aforro ( entre outros títulos de dívida pública )ObrigaçõesProduto Estruturados de Obrigações....A partir daqui, parece-me que é de todo importante, escolher o intermediário financeiro que melhores garantias nos dão de retorno, se perdemos tempo a entrar em lojas á procura de uma tv bonita e de melhor qualidade, também devíamos perder tempo á procura do "melhor" banco para o que pretendemos, até porque o dinheiro custa a ganhar a todos, pelo menos a mim custa . Falando em especificamente de fundos, que é o tema do nosso tópico, até hoje, e repito, até hoje, o banco que nos garante a maior diversificação, em termos de quantidade e qualidade de fundos é o Banco Best, não vale a pena inventar, podemos não querer sair do BPI, da CGD, do Activobank, etc, compreendo, mas o Banco Best é uma Media Markt e os outro são lojas de bairro e ponto final. Nos restantes casos, como disse, é procurar o banco que oferece melhor taxa de juro se o nosso objectivo é o 1º ponto, o melhor seguro se o objectivo é o 2º ponto, etc etc. Actualmente as euribors estão quase todas negativas, desde a de 3 meses até quase a de 1 ano, um banco dar 1% de taxa de juro num DP já é muito, não se pode pedir mais.