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Conteúdo Popular

A apresentar conteúdo com maior reputação desde 27-02-2017 em todas as áreas

  1. 4 points
    Boas Ontem mesmo publiquei o meu livro sobre a estratégia para me reformar nos 30s, tal como tinha dito aqui no fórum que ia fazer: https://www.amazon.com/dp/B06XJ86PTR Para quem não está habituado ao Kindle, podem sacar uma app do Kindle no site da Amazon e depois ler os livros num computador ou iPad normal. Importante: o preço até segunda feira está a 99 cêntimos porque eu quis oferecê-lo aos subscribers do meu blog e aos followers no facebook. Estou a estender a oferta aos users aqui do fórum mas só consigo garantir este preço até segunda. Depois o preço será entre 3.99 e 7.99€. Obrigado! Já agora, quem comprar pode postar aqui e depois dar-me feedback? Tenho lá muitos dados sobre Portugal e como viver em Portugal, gostava de ter feedback vosso sobre isso - se a vossa experiência é a mesma. Espero que gostem! Fight on! Abraço
  2. 3 points
    Tanto pode tentar alcançar uma determinada marca para onseguir manter determinado padrão de vida, como pode optar por simplesmente baixar o nível de necessidades/gastos. Arranjar formas de ganhar mais dinheiro é sempre mais complicado do que arranjar formas de gastar menos dinheiro. Há muitas escolhas (gastos) que fazemos na vida, irreflectidamente e por mera imitação/pressão social. Passamos os melhores 40/50 anos das nossas vidas a trabalhar para pagar essas escolhas, quando na minha opinião deveriamos tentar adquirir o bem de consumo mais precioso: liberdade.
  3. 2 points
    A pedido fiz uma comparação entre o ETF MSCI World IE00B4L5Y983 e o BlackRock LU1241524880 que investe em ETFs e fundos índice e que se encontra no Best com uma comissão de subscrição de 2%. A comparação vem desde a data de 03/06/2015 altura em que o fundo se iniciou. Mesmo sem fazer o backtest, já tinha a noção de duas coisas, o ETF provavelmente teria mais rentabilidade e o Blackrock menos volatilidade, estamos a falar num fundo misto, o ETF óbvio que é acções. Azul: BlackRock Laranja: iShares Nota-se aqui vários momentos, um período de taco a taco, um período em que o ETF andou sempre por baixo, e a partir do final do ano passado um boost no ETF, está aqui patente a questão gestão activa vs passiva . Os números ditam uma rentabilidade média anualizada superior no ETF +2,40% e uma volatilidade muito inferior no fundo em -4%. Vemos que este ano o BlackRock está a bater o ETF em +1,20%. Não estou muito a par dos custos nos ETFs, o BlackRock tem uma comissão de 2%, não tendo mais comissões, a comissão de gestão é de 1% ( como sabem não é um factor eliminatório para mim ), o ETF tem comissão de gestão de 0,20%, as comissões de compra e venda penso de serem de 10€ de mínimo e mais a comissão de custódia, embora haja onde não se pague e tenha comissões de compra e venda mais baratas. Concluo que quem quer algo com maior diversificação, com uma boa rentabilidade, baixa volatilidade, o fundo é uma boa opção, tem um mínimo alto acho que é de 5.000€ e a comissão de subscrição de 2%, são 100€ para os 5k, mas por exemplo este ano a comissão já estava "paga" com a rentabilidade actual, quem quer uma gestão passiva e estar a 100% exposto a acções o ETF seria uma boa escolha. Pede-me estas coisas mas acabo por concluir sempre o mesmo, cada um é como cada qual e só devemos fazer o que nos sentimos confortáveis, eu sentia-me mais confortável no fundo que no ETF, outros serão o contrário.
  4. 2 points
    Boa tarde, Vou tentar responder às tuas questões: 1) Desvalorização: - é cíclica? SIM! - é previsível? Eu não consigo. - é explicável? Eu não consigo. Julgo até que o evento que hoje justifica uma subida / descida no passado e no futuro servirá para justificar o inverso. - é uma ciência oculta / bola de cristal? Não. Julgo que quem é profissional ou muito informado consegue antecipar alguns movimentos (mas não todos). 2) encargos - directamente não pagas nenhum encargo mas indirectamente aquele é o valor que é retirado ao fundo pela gestora. Usando um exemplo. Compras dois fundos distintos a 10 e vendes a 11 e tens uma margem de 10%. Agora imagina que um fundo ten uma taxa de 1% e o outro tem 2%. Para teres o mesmo retorno (10%) o segundo fundo teve que ter melhor resultado para cobrir a taxa de comissão superior. Eu costumo usar a taxa como último critério (se forem exactamente iguais, escolho a menor taxa) mas acho que nunca cheguei a ter que desempatar pela taxa. Paulo
  5. 2 points
    Dip é apenas uma expressão inglesa que quer dizer, resumidamente, a desvalorização que houve em determinados activos, até existe uma que é "Buy the Dips", comprar nas desvalorizações. Ninguém é adivinho para saber se vai haver uma queda ou não, existem tendências apenas, se soubéssemos o que iria acontecer por exemplo o Jaymz tinha reforçado os fundos um pouco mais tarde, para não apanhar a desvalorização que houve, mas quem tem uma visão de médio longo prazo essa questão dilui-se, faz mais sentido no market timming que é geralmente efectuado em outros tipos de aplicações. Na tua 2ª pergunta denota-se uma coisa, que entraste nos fundos de para quedas ou alguém no banco não te soube elucidar sobre as coisas, acho que devemos estar todos conscientes de onde temos o nosso dinheiro, os custos que tem, o noss perfil de risco etc etc etc, e aqui neste caso deve ter havido alguma falha de algum lado, não houve iniciativa de nenhum dos lados para explicar/saber o que são esses custos, passo a explicar: Gestão Max: essa comissão é a comissão cobrada pela gestora desse fundo que tens, o banco dessa comissão recebe uma parte, quando diz Max quer dizer que é o máximo que é cobrado, olhando para a taxa global e de encargos correntes ( que incluem a de gestão e outras ) quer dizer que a de gestão é mais baixa. Estas taxas não são cumulativas como disse acima, basta olhar para a taxa global e é esse custo que tens com o fundo, a mesma é cobrada diariamente, digamos que deve ser do tipo 2,70% / 360, se fores á 1ª página está lá um esquema onde está explicito como funciona o valor da unidade de participação diariamente, onde está lá a rubrica de encargos, que são estas taxas que estamos a falar. Para reforçar, estas comissões já estão diluídas no valor da UP, tu não as sentes, não te sai da conta á ordem.
  6. 2 points
    Não falha... no fim de semana dei ordem de reforço (significativo) da minha carteira principal. Recebi ontem os emails de confirmação e pronto, correção nos mercados Já é a 3.ª vez seguida que isto acontece. Vou começar a avisar aqui com antecedência para a malta aproveitar
  7. 2 points
    O melhor mesmo é aprender a investir: veja este conjunto de livros.
  8. 2 points
    Não tens fundos que invistem - directamente - em matérias-primas. Aliás (sem ser ETFs domiciliados na Suiça) também não tens ETFs que invistam em matérias-primas (parece que quem escreveu o artigo sabe pouco do que está a falar e limita-se a deambular sobre conceitos económicos muito teóricos). O que podes ter é ETC - Exchange Traded Commodities - que investem em ouro, prata ou outras matérias-primas. Procura exemplos no justetf.com para ETCs europeus. http://www.investopedia.com/articles/investing/032116/how-etc-different-etf-iau.asp
  9. 2 points
    força nisso patanisca. Um fundo porreirinho de obrigações corporate de curto prazo que serve actualmente quase como um depósito a prazo , fundo risco 2, penso estar disponível no Best apenas em papel ( deve ser cobrado comissão de subscrição ), mas que pode servir muito bem de estabilizador de carteira. Muzinich Enhancedyield S/T EUR R Acc IE00B65YMK29 Outro fundo de obrigações que quem o fez na altura deve estar actualmente bastante satisfeito é o Oddo Haut Rendement 2021 CR-EUR FR0012417368 risco 3, com mais de 8% de rentabilidade a 1 ano ( paga cerca de 3% de dividendo anual ). O MLIS Marshall Wce Tps UCITS MN C EUR Acc LU0333227550 está nas suas 7 quintas ultimamente, com a volatilidade que tem havido. São ideias mais conservadoras para quem não esteja disposto a arriscar tudo all in como o patanisca
  10. 2 points
    Terminou mais um empréstimo, foi o 8º com sucesso. Sei que há empresas em atraso, algumas em processo de recuperação, mas felizmente tenho acertado sempre em cheio nas que escolho. Esta era de 12 meses (uma raridade hoje em dia), só tenho pena de não ter tido mais saldo na altura para que os meus ganhos fossem mais interessantes.
  11. 2 points
    A não ser que tenha colocado manualmente, não precisa de conservar essas facturas.
  12. 2 points
    Eu fiz registo mas não devo investir o meu perfil de investimento não se encaixa. Apenas tenho curiosidade na plataforma e à medida que fui percebendo como funciona desmoralizei, com uma boa conta bancária talvez mete-se num negócio especifico que acredita-se.... Na minha opinião as desvantagens para me afastar deste tipo de investimento: - Empresas start ups ( muitas delas não crescem e depois precisam de aumentos de capital ou endividam-se para ter liquidez); - Empresas que abrem o capital social até a data que me tenham apercebido foi no máximo de 20% e que correspondem a uma valorizam de 7 milhões, vou meter 1k ou 10k e domino 0,14%? Sem poder de decisão na mesma? - Sem mercado secundário para vender as nossas participações ( algumas conseguem ir para a bolsa mas demoram certamente alguns anos ) - Rentabilidades !? Vender a empresa se esta "vingar" passados alguns anos certamente; dar Dividendos !? se derem passados alguns anos é uma sorte.... Resumindo vejo mais desvantagens do que vantagens sem qualquer garantias de ter alguma rentabilidade no espaço temporal de 3 ou mais anos.
  13. 2 points
    A senhora (ou a menina) faz muito bem em ter essa preocupação. Se não precisa desse rendimento, obtido com o seu trabalho, deve poupá-lo para que assim, no futuro e quando dele precisar, possa tê-lo na sua mão. Verá então que a "renúncia ao consumo" que hoje conscientemente faz valeu a pena. Sendo assim, a questão que coloca é de grande pertinência. Em que produto aplicar, mensalmente, esta sua poupança? Na opinião, e deixemos que outros amigos opinem com mais autoridade, iria para um produto sem risco (nos dias que correm, talvez seja mais correcto dizer "baixo risco", pois literalmente, "sem risco", não haverá hoje nenhum produto financeiro...), como seja um depósito a prazo ou um produto do Estado. Começando por estes últimos, suponho que os Certificados do Tesouro Poupança Mais não lhe devem interessar, pois exigem entradas de 1.000€ e como diz que vai "poupar poucochinho...", talvez não seja este o produto que encaixe no seu perfil. Sendo assim, resta-nos os Certificados de Aforro, que embora ofereçam uma taxa muito baixinha, capitalizam trimestralmente e permitem efetuar entregas com o limite mínimo de 100€. Será uma possibilidade a ter em conta. No que toca aos depósitos a prazo, terá de visitar alguns bancos e perguntar o que cada um tem para a oferecer. Lembrei-me, por exemplo, do Banco CTT e de uma conta que pode ser interessante para o seu caso, chamada Poupança Livre. Tem algumas exigências (domiciliação do ordenado), mas talvez deva merecer a sua análise. Mas é como disse, há muitos bancos e a senhora/menina deverá procurar, junto das agência, qual deles oferece as melhores condições para o seu caso concreto. Não esmoreça. Procure encontrar a melhor remuneração para as suas poupanças e vá dando notícias.
  14. 2 points
    Perdoe-me a honestidade ao longo do post. Não quero ser indelicado, mas vou ser brutalmente honesto. Antes de mais, o senhor está a perguntar se um negócio com o qual não temos (nem nós nem você) dados quase nenhuns é bom ou mau. Depois, duvido mesmo muito que consiga fazer tudo com 200 mil euros. Não quererá dizer 200 mil a cada um? Isso também seria abusado, mas com menos de 350.000€ não vejo esta reconstrução a ser feita... Só o projecto do arquitecto, adjudicação do Engenheiro, custas camarárias, taxas municipais, alteração de tipo de propriedade / parcelamento à AT, etc já foram mais de 30.000€ e ainda não pegou num martelo. Acabamentos para 4 apartamentos? Só na mobilia das cozinhas (assumindo que não mobila mais) já foram mais 20.000€. Já estamos em 50.000€. Uma cobertura de 90m² são mais 15 a 20.000€. E isso são 90m², se forem 200m² já falamos de 30 mil euros. A obra em si é gerida por quem? Quem escolhe o material? Quem é o empreiteiro? É de confiança? Já vi obras a 50€ / m² mas também já as vi a quase 500€ / m². E os acabamentos? São de 8€/m² ou são de 60€/m²? Depois da obra e antes do arrendamento, tem que pedir a certificação energética. É apenas um pormenor, já que aqui falamos eventualmente de 2.000€ para tudo, mas como estes há outros. Eu poria a questão ao contrário. O imóvel vale X (terá que determinar) e vão investir 200.000€ (novamente, acho o valor muito baixo). A conta depois é fácil fazer. Assumindo que esse X é 50.000€ para simplificarmos as coisas, 250.000€ têm que lhe render no mínimo 7% líquidos ao ano a longo prazo, assumindo uma inflacção de 2% (eu contaria com mais a partir de 2020 mas isso sou eu). Caso contrário, há outras alternativas muito melhores. Ora 7% de 250.000€ são 17.500€. Terá que estimar seguros que vai necessitar para segurar as várias fracções, mais imposto sobre imóveis. Assim que acabar a obra tem que comunicar à AT caso não o façam na Câmara (ter não tem, claro - apenas corre o risco de apanhar uma coima). Com base na nova avaliação será calculado o IMI das várias fracções. Agora a questão simples: depois de deduzidos os seguros, IMI, manutenção (que inicialmente será reduzida, a não ser que lhe cortem caminhos), comissões de gestão de arrendamento e arrendamento em si, contabilista da sociedade, e naturalmente depois dos vários impostos, tem os 17.500€ no bolso? Esses apartamentos arrendam-se por quanto? 500€ por cada, em média? São 2000€. Mais 300€ pela loja são 2300€ mensais, brutos. Anualmente são 27600€ com ocupação de 100%. Assumindo a ocupação da praxe, 80%, já estamos em 22.100€. Aqui temos que retirar as comissões da imobiliária (para simplificar, vou assumir uma renda por ano, já com gestão... estou a ser amigo!). Já estamos em 19780€ taxáveis. E claro que daqui nunca fica com 17.500€ anuais, nem de perto nem de longe. Talvez uns 12.000€ líquidos anuais sejam realistas. Em suma: eu não sei nem posso saber. Há 500 mil variáveis que não conheço. Agora tem que fazer este raciocínio o senhor, por si mesmo. À partida, parece-me um daqueles negócios onde as pessoas se metem, sem experiência nenhuma, a aplicar um monte grande de dinheiro sem grande noção do que estão a fazer. Mais uma vez, não quero ser indelicado, apenas vi este caso várias vezes. PS: Assumi capitais próprios. Se não forem...
  15. 1 point
    Boa tarde, Pode consultar as actividades aqui: http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/cirs_rep/irs155.htm O momento de passar o recibo deve estar alinhado com o pagamento. Isto é, para sua segurança, passe o recibo quando receber o valor. A periodicidade pode ser aquela que lhe for favorável. Paulo
  16. 1 point
    Que vencesse um DP... 20%!?!? Obrigadinho, sim!!
  17. 1 point
    JRJordao

    CGD

    Ainda não estamos tão mal. Activobank, Banco CTT, Best, BiG, BNI Europa e provavelmente alguns outros ainda disponibilizam contas (não ordenado) sem custos. E sem exigência de saldo mínimo ou subscrição de produtos. 2.50%, abaixo da inflação? http://economiafinancas.com/2017/melhores-taxas-juro-marco-2017/ Dos bancos que indiquei acima, pelo menos o Banco CTT oferece cartões (débito e crédito) e transferências gratuitas.
  18. 1 point
    master-chief

    CGD

    Carlos, ou tu tás a gozar com as pessoas destes forum ou estás desinformado Explica-me lá esta frase: " momento em Portugal paga-se a qualquer banco para ter lá o dinheiro"
  19. 1 point
    Uma solução simples, baseada nas anteriores sugestões do Eurico, Abrir conta no Banco CTT e (opcional) domiciliar o vencimento ou 3 débitos diretos Ir colocando o que poupa mensalmente numa Conta Poupança Livre Ao atingir 1000€, aplicar em Certificados de Tesouro Poupança Mais Não vai ganhar muito, mas terá o dinheiro a render. Tem que abrir apenas uma conta bancária (que é gratuita), e trata de tudo no mesmo local (balcão CTT).
  20. 1 point
    Cara Beatriz, assim sendo só tem uma solução, que é contratar alguém para investir o seu dinheiro. Como compreende, vir ao fórum sempre que o dinheiro fica disponível e alguém lhe dar uma solução mágica para aplicar o seu dinheiro não é sustentável no longo termo. Eu digo sempre isto: as pessoas tomam decisões sobre-racionais, vendo tudo o que é cupões e descontos, para poupar 1€ no supermercado mas estão à espera de investir as poupanças de uma vida num conselho de alguém. É irracional! Estes fóruns servem para tirar dúvidas na aprendizagem, não para alguém investir por si. Para isso tem que contratar um profissional. Boa sorte.
  21. 1 point
    JRJordao

    CGD

    Recordo-me que há uns anos o BES também emitiu dívida perpétua. Penso que 1 ou 2 anos mais tarde pressionou os titulares para trocarem os títulos por ações. Pouco depois, foi como todos sabemos. Verifique também nas condições se os juros serão sempre pagos. É que no caso do BES estava previsto em anos "menos bons" não pagar, mesmo com o produto a continuar. A taxa de 10% é bruta (TANB) certo? Portanto tirando impostos e comissões bancárias sobre os juros serão uns 7% líquidos, sem contar com a eventual comissão de gestão de títulos que passe a pagar (por exemplo no Best seriam cerca de 24€/ano no mínimo). Nessa lógica vai demorar até ser um bom negócio. Até 15 anos, está a "perder dinheiro" Após o 15º ano, teve uma rentabilidade média anual de 7% / 15 = 0,47% Após o 16º ano, teve uma rentabilidade média anual de 14% / 16 = 0,88% ... Após o 20º ano, teve uma rentabilidade média anual de 42% / 16 = 2,10% 20 anos de investimento, num produto sem garantia de capital (nem de pagamento de juros, se fôr como o do BES), para se tudo correr bem obter 2,10% liquidos anuais não me parece muito aliciante. Se conseguir comprar as obrigações em mercado secundário com um bom desconto e vender depois com mais valias, aí já poderá ser mais interessante.
  22. 1 point
    USD/EUR a desvalorizar bastante deste o anuncio da FED, quem estiver para entrar em fundos EUA, esteja atento, pode ser uma boa oportunidade, uma vez que a FED ainda quer subir as rates mais 2 ou 3 vezes este ano.
  23. 1 point
    Pelo que tenho visto, a generalidade dos blogs acaba por monetizar o tráfego através de: Publicidade Afiliados Artigos patrocinados Consultoria especializada Venda de produtos físicos relacionados Venda de cursos online ou ebooks Obviamente, o mais indicado dependerá muito das características de cada blog. Ainda assim, julgo que para criar algo mais rentável a longo prazo, uma das três últimas opções acaba por ser mais interessante, mas exige investimento significativo, pelo menos de tempo. As três primeiras, regra geral, exigem níveis elevados de tráfego e/ou nichos muitos particulares.
  24. 1 point
    @quirino Na minha opinião, imobiliário é dos melhores negócios que pode fazer se souberes o que estás a fazer. De facto a alavancagem é um conceito lindo. Como sabes se acompanhas o meu blog, sabes que tenho dois créditos habitação e estou a caminho de contrair um terceiro. Eu pessoalmente tentava preservar os 20k que tens, e tentava fazer leverage no teu salário para pedir um CH. No teu caso, estás num sweet spot do mercado: perto de universidade, podes partilhar a casa e controlar as rendas, por isso é perfeito. O que eu faria era procurar um apartamento o mais velho possível, num prédio com excelente estrutura. Remodelar o apartamento (aponta só para T4s e T5s). Num ano consegues ir buscar 10k brutos se alugares 3 quartos e retorno real de 13k se contares a tua renda. Por isso, a 7 anos, consegues gastar até 91k-132k (compra e remodelação). Aproveito para dar um update da minha situação: 10 unidades de aluguer, com mais um prédio de 5 em vista e em negociação. Rendas brutas actuais: €1215 Rendas brutas esperadas até ao fim de Junho: €1500 Potencial total de rentas brutas (depois de remodelar 3 unidades que tenho para remodelar): €2100 Total de rendas brutas estimadas com próxima aquisição: €3250. Depois de comprar a quarta propriedade vou fazer uma pausa no mercado imobiliário e virar-me para outras coisas (que já estou a fazer).
  25. 1 point
    Em sede de declaração de IRS, não terá de declarar qualquer valor até ao momento. Estava a referir-me se opta-se pela venda de 10.000€ no ano seguinte iria ser tributado.
  26. 1 point
    Não, amigo, este ano nada deve declarar. Apenas no ano em que efetuar a venda desse fundo, deverá declarar a transação. Para isso precisará do preço de compra, do preço de venda e dos custos financeiros relativos à transação. Mas não se preocupe, já que o banco, nesse momento, fornecer-lhe-á toda a informação. Então, sendo cliente do Best, tem a garantia de um bom serviço a esse nível, já que o banco envia aos seu clientes - repito, no ano em que realiza vendas de fundos - toda a informação necessária para o IRS.
  27. 1 point
    Malta tenho uma informação acerca dos regates de UPs de fundos nacionais compradas antes da mudança da tributação em Julho de 2015. Até aqui eu pensava que, todas as valorizações das UP nos fundos nacionais até essa data, eram já líquidas de imposto e no momento do resgate, não teria de ser tributado mais nada. Então assumi que num cenário em que tenha comprado 100 UPs a 10€ cada uma em Jan 2015 e mais 100 UPs em Janeiro de 2016, no momento de resgatar, as mais valias geradas pelas primeiras 100 UPs até à data de Julho de 2015, manter-se-iam intactas e liquidas de imposto. (Ver o EDIT) Mas não é isso que acontece, se der ordem de resgate da totalidade das UPs, as valorizações que já haviam sido consideradas líquidas no Pre-Julho2015, sofrem tributação de 28% na mesma! Resultando em dupla tributação, penso eu. Aconteceu-me isto comigo, ao ser-me aplicado 28% de taxa no montante total da mais valia, seja ela gerada antes ou depois da alteração da fiscalidade em Julho 2015! Agora a dúvida é, isto é suposto ser assim, ou depois no IRS tenho que fazer contas para ir evitar a dupla tributação? EDIT: Acho que já topei o que se passou. A questão é que todas as Compras que fiz de UPs antes de 1 Julho de 2015, foram a preço superior ao desta data, fazendo com que até aí apenas tenha sofrido perdas, e todas as mais valias geradas foram feitas a partir daí, fazendo sentido serem tributadas então a 28% no acto do resgate. Acho que assim sendo, está tudo correcto.
  28. 1 point
    Também confirmo que deu cashback em pagamentos em sitios onde por norma não aceita cartão de crédito.
  29. 1 point
    Boa noite a todos Existe uma questão que me deixa sempre a pensar. Estando eu neste momento ainda a coleccionar dinheiro e a obter rendimentos extra através dos juros, qual será o montante necessário para uma pessoa, se assim quiser, despedir-se do emprego e vir para casa ressonar a viver à pala dos juros dos depósitos a prazo? Tendo em conta um juro limpo de 3,75%, tem-se que uma pessoa com 300 mil euros em depositos consegue viver com 937,5 euros/mês. Uma pessoa com 500 mil euros vive com 1562,5 euros/mês. Será que compensa por exemplo vender uma casa de 500 mil euros e despedir-se do emprego de seguida, ou seja, deixa-se de receber remuneracao mas também liberta-se dos impostos relativos a essa casa. Mete-se o dinheiro a render, aluga-se uma boa casa por 800 euros e ainda se tem 700 e tal euros para o resto das despesas...isto sem se levantar do colchão. Alguém já pensou neste tipo de estratégia? Qual será o montante minimo necessário em depositos para se ter uma vida normal (alugar casa 3 assoalhadas + carro e despesas normais) vivendo apenas dos juros dos depositos a prazo?
  30. 1 point
    Na generalidade dos casos certamente que não existe tal obrigatoriedade, até porque no regime geral de comunhão de adquiridos os bens adquiridos antes do matrimónio são do seu respectivo titular, não do casal. No regime de comunhão total de bens pode haver algumas diferenças quanto ao tratamento dos créditos, mas eventualmente nem será esse o seu caso.
  31. 1 point
    Abri conta em Novembro passado, também com o objetivo principal de constituir um DP (5 anos). O processo foi razoavelmente rápido, cerca de uma semana e meia desde a entrega da documentação até ao acesso online, e tudo correu sem problemas. O homebanking é simples e de aparência "limpa". As transferências nacionais e europeias são gratuitas, e são processadas até às 17:00. Até agora só senti falta de "destinatários favoritos" no homebanking para agilizar as transferências para contas habituais.
  32. 1 point
    Parece pouco mas é 10xs superior ao que a CGD oferece.
  33. 1 point
    Nada como comparar no Mornigstar. Para valores globais de 10k (e reforços) acima de 2k, o ETF é capaz de ser melhor. E não confirmei se este é dos ETFs de compra/venda gratuita na Degiro, porque nesse caso o ETF vencerá em toda a linha.
  34. 1 point
    vou comprar, já tinha visto ontem no teu fb... depois dou feedback. e parabéns pelo lançamento do livro, venha o 2º
  35. 1 point
    Obrigado David, mas certamente me manterei em 2017 100% stocks por 2 motivos: 1 - Ainda estou na CGD, ainda não apareceu uma boa campanha do Best para mudar. Portanto só tenho acesso aos fundos Caixa. 2 - Tenho 31 anos, posso bem alocar 70% ou mais do meu capital a stocks, não tenho medo.
  36. 1 point
    Acabei de retirar tudo, vou alocar tudo a stocks, uma carteira de fundos quase 100% stocks. Afinal o Bull ainda corre. Tenho uma percentagem de cerca de 40% do meu capital alocada em produtos do estado (CAs e CTPMs) portanto, não vejo necessidade de ser conservador na carteira de fundos neste momento. É All-In. E que o Trump nos ajude!
  37. 1 point
    O que aconteceu, provavelmente, é que a pessoa por ter 250k esperava um tratamento especial. Mas como o que não falta é liquidez, foi tratado como apenas mais um cliente. Invest e best sem razões de queixa aqui.
  38. 1 point
    Também acho a história muito estranha. Tenho BiG há anos, e sempre me pareceram dominar muito bem os assuntos.
  39. 1 point
    Cuidado com alavancagens (que é o que acontece ao usar uma crédito para investimento). Os ganhos podem ser grandes, mas as perdas também. Não é por não serem cobrados juros ou comissões de imobilização que diminui substancialmente o risco deste tipo de investimento.
  40. 1 point
    Se dissesse diferente é que era estranho Não tenho olhado para a situação particular do Popular, mas se isso o preocupa seriamente e se existem alternativas, porquê manter a situação?
  41. 1 point
    Sim...mas lá está, também já houve tantos artigos com publicidade á descarada ao Best/BiG... este artigo é patrocinado pela Caixa, logo tentam puxar a brasa á sua sardinha, mas como disseste e bem, é informativo e sensato.
  42. 1 point
    Correcto, não tinha visto as coisas dessa maneira Obrigado pela ajuda !! Correcto, não tinha visto as coisas dessa maneira Obrigado pela ajuda !!
  43. 1 point
    Corrijam-me se estiver errado, mas penso que no Raize a taxa de juro é constante. O valor em dívida é que vai diminuindo a cada pagamento e como tal o montante recebido em juros também decresce, uma vez que a taxa incide sobre um valor em dívida menor de mês para mês.
  44. 1 point
    Olá a todos, Dou início a este tópico, não só na esperança de ver algumas das minhas dúvidas esclarecidas, como também - quiça - encontrar alguém na mesma situação e podermos, todos, usufruir da partilha de informação e ideias. Neste momento, eu e a minha esposa estamos à procura de casa em Lisboa com, pelo menos, mais uma divisão que a nossa. Ou seja, um T3 ou mais. Há sensivelmente 5/6 anos estivemos quase para "mergulhar de cabeça" numa coisa que nos parecia disparatada (pequena moradia para remodelar), e em plena recessão decidimos refrear-nos. Não só os bancos não estavam a emprestar com facilidade, como seria - na nossa opinião - um risco demasiado elevado. Desta feita, e porque a economia parece estar a estabilizar, começámos de novo a nossa procura. Todavia - e apesar de sabermos como funciona uma economia neoliberalista - nunca pensámos que o mercado da habitação em Lisboa estivesse a sofrer aquilo que considero ser a maior vaga de especulação imobiliária a que já assisti nesta cidade! Bem sei que o turismo tem transformado a capital, muito provavelmente um dos maiores motores da requalificação de alguma habitação situada nas zonas históricas, mas que parece ter suscitado uma desmesurada inflação de todo o mercado imobiliário. Conclusão: um T3 novo numa zona como os Olivais (só para citar um exemplo), ronda meio milhão de Euros! Bem, só posso assumir que escolhi mal a minha profissão. Pergunto-me como num país em decréscimo demográfico existem tantas famílias (supostamente da classe média), a pagar meio milhão de Euros por um apartamento, ainda por cima quando num condomínio como aquele o número de fogos ascende a mais de 3 centenas! Eu peço antecipadamente desculpa por este meu desabafo. O propósito deste tópico nem sequer é esse. Todavia, serve como prelúdio do tema que quero tratar e nele está expressa a minha motivação. A questão passa por tentar perceber como um casal da classe média (supunha eu! Temos um rendimento mensal ligeiramente acima dos 3000€, com um filho), compra casa em Lisboa, com 3 quartos, área circundar os 110/130mt2, nesta altura de pura especulação imobiliária, mas numa zona minimamente simpática da cidade. Sei que, nos bons velhos tempos, muitos fogos se construíram na zona do Parque das Nações por cooperativas de habitação, com as quais habitualmente se estabelecem padrões de baixa qualidade, mas pelos vistos nem sempre é assim. Este tópico pode parecer completamente idiota! Talvez se, numa outra altura eu lesse as minhas próprias palavras poderia muito bem pensar: "Ora aqui está um 'caramelo' que está à procura da galinha dos ovos de ouro". Talvez esteja apenas em estado de choque pela forma como acabo de presenciar esta realidade. Estou há uma semana a visitar imobiliárias e é simplesmente assustador o que se pede por um pedaço de tijolo e betão nesta cidade. Se houver, "desse lado do cabo", alguém com as mesmas preocupações e interesse, gostaria de os ouvir (ler). Tenho a impressão que esta é uma nova "bolha" a que estamos a assistir, e não sei até que ponto as pessoas que compram apartamentos ao custo de hoje não se verão defraudados daqui a 10 anos quando os quiserem, se quiserem, vender. Mas acima de tudo, haverá soluções pragmáticas neste momento? Existem cooperativas a construir com alguma qualidade nos dias de hoje na zona da capital? Agradeço antecipadamente os vossos comentários, Alexandre
  45. 1 point
    O cabeça de casal não tem mais direito à herança. Tem a mesma percentagem que os outros herdeiros, salvo testamento em contrário.
  46. 1 point
    Viva. Obrigado pela continuada participação no fórum. Não se quer registar, julgo que torne o processo de comentar mais fácil e adicionalmente ajuda a mostrar que frequentemente dá contributos importantes.
  47. 1 point
    Está disponível a página com as despesas registadas para deduções à coleta de 2016. https://irs.portaldasfinancas.gov.pt/consultarDespesasDeducoes.action
  48. 1 point
    Ando alguns dias a dar uma olhadela nos vários tipos de investimentos abordados por cá: Acções ; Obrigações; Fundos, ETF´s, depósitos a prazo. Claro que investir em obrigações na Raize tem os seus riscos, a vantagem se lerem os termos e condições a Raize fará de representante legal para cobrar os valores. Para não falar, que eles acabam por recorrer a outros financiamento para a empresa x, e na descrição menciona a tipologia do empréstimo. A minha taxa média é de 7,8% em 23 empresas investidas. A minha estratégia é meter x por contrato ( empresa) e todos os meses reforçar a conta com xx dividir x por cada empresa, objectivo diversificar por empresas, sectores. Apesar de a Raize existir o Tracker ( autoinvest) não utilizo, pela a simples razão não puder analisar o relatório financeiro. Invisto manualmente após certos critérios que decido para investir, deste modo, "tento" descartar empresas com balanços fracos. Desde de Novembro 2016 que invisto e até agora nenhum atraso recebo todos meses capital + juro. Outras Plataformas mencionadas por cá, Viventor ; Mintos e Twino ( estrangeiras) ainda estou analisar por causa da questão fiscal, mas noutros tópicos percebi que posteriormente teremos ser nós a declarar no Anexo J. Nada preocupante, muitos investidores declaram no Anexo E se quiserem englobar rendimentos ( por ex: juros), ou no Anexo G, no caso de fundos, dividendos e nos rendimentos estrangeiros no Anexo J. Questões que só me vou agora preocupar em 2018 relativamente aos rendimentos de 2017.
  49. 1 point
    Tu tens na ideia que para fazer isto é preciso poupar o dinheiro todo, comprar os apartamentos, e começar a viver dos dividendos. Se assim fosse só perto da idade da reforma se conseguiria. Mas isto é parte do que ensino às pessoas a quem dou coaching. Nunca herdei nada, a não ser um pequeno terreno numa aldeia que só me dá prejuízo. O meu salário (do meu emprego) é mais ou menos o que referes, mas como eu já referi vou buscar muito dinheiro em impostos todos os anos, e tenho outras fontes de rendimento. Além disso não levas em conta os investimentos de capitalização que são a "grande arma". Se tivesse que escolher um instrumento eram stocks, sem dúvida. Não é estalar os dedos e não está à altura de qualquer um. Para se fazer isto em 10 anos é preciso querer-se isto em todos os dias desses 10 anos. Se não "ser muito esbanjador" chegasse, então muita gente fazia isto. O investimento (que pouca gente faz / sabe fazer) desde o primeiro dia é a chave, mas já te disse isso duas ou três vezes...
  50. 1 point
    Pois, mas o meu restante post tem as tais questões pertinentes que gostaria de ter resposta para a afirmação que fizeste ( reforma aos trinta e poucos com 14 apartamentos adquiridos ) Se referes que tens um vencimento líquido a rondar os 4000€ + a tal renda com ROI 6.34%, como é que pretendes adquirir 14 apartamentos ( 400 000 - 600 000€ ) nos próximos 6 anos ? ( nessa altura já querias estar a viver das rendas desses 14 apartamentos ) Acho que é uma pergunta de resposta simples, das duas uma, ou herdaste essa quantia ( ou lá perto e depois juntas as poupanças mensais do rendimento ) para adquirires esses apartamentos todos, ou, caso não tenhas muita liquidez actualmente, mesmo que poupes 2500€ dos 4000€ mensais, precisarias de 13 a 20 anos ( 40 e 47 anos de idade respetivamente nessa altura ) e só para obter a liquidez necessária para as aquisições ( 400 000€ - 600 000€ ) Por isso explica-me lá isso sff porque fiquei curioso Estas coisas tem que ser bem explicadas, porque senão dá a ideia que é só estalar os dedos e em poucos anos jovens de 20 anos passados 10 - 12 anos reformavam-se todos Também tenho um familiar com a tua idade ( 27 ) que está a residir / trabalhar no Reino Unido há já 4 anos, tem um rendimento mensal do género do teu ( ~4000€ líquidos, com seguro de saúde etc ), vive em casa arrendada com renda mensal de ~1000€ e olha que apesar de ele até não ser muito esbanjador ele não de perto nem de longe tem liquidez sequer para pensar em adquirir 1 ou 2 apartamentos "modestos" de 40 000 - 60 000€ em Portugal, nem sequer se pode dar ao luxo de pensar reformar aos 30 e poucos, porque simplesmente não herdou nem tem liquidez para tal nessa altura, por isso é que te estou a colocar estas questões