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Conteúdo Popular

A apresentar conteúdo com maior reputação desde 24-04-2017 em todas as áreas

  1. 5 points
    Como os fundos de investimento não são instrumentos de trading, a muita, pouca, ou falta de volatilidade pouco interessa, se eu tenho um fundo de risco 1, haja muita ou pouca volatilidade sei que o meu capital no máximo desvaloriza -0,5% ou valoriza praticamente na mesma proporção, se tenho um fundo risco 4 sei que o meu capital não deverá desvalorizar mais do que -10% e poderá subir nas mesmas proporções, se aplico 10.000€ neste fundo, o máximo de uma perda será na ordem dos 1.000€, isso vai me afectar? muito? pouco? nada? Quem tem de se preocupar com os mercados são os gestores dos fundos, eles é que têm que fazer as escolhas acertadas para que um fundo risco 4 não caia mais que 10%, para isso têm os mandatos de investimento, todos podem colocar tudo em liquidez se for necessário, a nós, basta-nos escolher os fundos, sentarmos no sofá e ver o capital crescer, é apenas isto, acho que há um stress demasiado nos fundos, eu vejo pessoas stressadas sem saberem bem quando entrar, quando sair, quando cai, quando sobe, isto é o trabalho do gestor e é para isso que lhes "pagamos" a comissão de gestão. Situações ideais para fazer fundos, ou reforçar, é tal coisa que não existe, vamos sempre procurar ( sim vamos mesmo procurar, o ser humano tem uma capacidade enorme de ver coisas onde ela não estão, tipo pareidolia ) qualquer coisa para darmos uma "desculpa" pelo não investimento, e isso deve-se ao facto de psicologicamente não termos um factor nos fundos que temos noutros tipos de aplicação, "CAPITAL GARANTIDO", mas se é para ter capital garantido, então temos de nos sujeitar a taxas ridículas de mercado e a não ganhar dinheiro. Em Outubro fazemos 5 anos de tópico, e vamos chegar á conclusão que quem fez os fundos, ou vários dos fundos, da 1ª página, que admito, até há melhores, ganhou efectivamente dinheiro, tanto em acções como obrigações, a importância da diversificação e ajustarmos o risco ao nosso perfil, é algo de importantíssimo. Se até estes sabem como investir... http://www.jornaldenegocios.pt/trading/detalhe/fundo-da-igreja-de-inglaterra-foi-um-dos-mais-rentaveis-do-mundo
  2. 4 points
    Podes ver no site das finanças e noutros sites os coeficientes, neste artigo do Observador essa questão foi abordada, fala mais em ETFs mas fica um resumo: "Até 2014, a mais-valia fiscal era contabilizada pela diferença entre o preço de venda e o preço de aquisição, abatido do custo da venda, como as comissões de bolsa. A partir de 2015, o preço de aquisição pode ser multiplicado por um fator de correção monetária, o que pode baixar a tributação efetiva dos investimentos. À partida, se o contribuinte não optar pelo englobamento dos rendimentos, é alvo de uma taxa de imposto de 28% sobre as mais-valias dos investimentos. Todavia, graças à correção monetária, a tributação pode ser menor – até muito menor. (Poucas vezes o englobamento vale a pena; seria necessário que a taxa a aplicar a todos os rendimentos fosse mais baixa do que a taxa de tributação efetiva dos investimentos.) Um investidor que tenha gasto 1.000 euros em títulos do iShares Core MSCI World ETF no final de 2009, teria vendido a posição por 2.123 euros no final de 2015, alcançando uma mais-valia de 1.123 euros. No entanto, o valor de aquisição usado no cálculo da tributação seria de 1.080 euros, porque o fator de correção para as aquisições em 2009 é de 1,08. No final, a tributação à taxa de 28% resultaria num imposto de cerca de 290 euros, o que se traduz numa tributação efetiva de 25,8%. Este cálculo assume ainda a declaração de uma comissão de bolsa de cinco euros na compra e na venda, porque, além do custo da venda, a Reforma do IRS também veio permitir o abatimento do custo da compra. Porque é importante investir para o longo prazo? Porque o fator de correção monetária só é aplicável quando a compra foi efetuada há mais de 24 meses. Além disso, quanto mais longa a duração da aplicação, maior é o fator e, logo, menor a tributação. (Pode haver exceções, como em 2009, quando a inflação nacional foi negativa: o fator de correção de 2009 é superior ao de 2008.) O Ministério da Finanças publica anualmente os fatores de correção monetária a aplicar nas alienações nesse ano. Em novembro de 2015, a última vez que o fez, o fator para aquisições em 2011 era de 1,03, por exemplo, mas, para compras realizadas em 1987, era de 3,07. O impacto do fator de correção monetária pode ser drástico. No limite, a taxa de tributação efetiva é nula. Um investimento de mil euros no índice MSCI World a meio do ano 2000 teria gerado um ganho efetivo de 387 euros no final de 2015 (assumindo uma comissão anual de gestão de 0,20% e comissões de bolsa de cinco euros na compra e na venda). Todavia, o preço de aquisição ajustado pela fator de correção monetária (1,38) é superior ao preço de venda, por isso o fisco não tributaria esta operação. A taxa de tributação efetiva seria de zero". http://observador.pt/especiais/corte-nas-calorias-engorde-as-poupancas-no-longo-prazo-com-custos-baixos/
  3. 3 points
    E agora para uma perspectiva "totalmente diferente": http://monevator.com/coping-with-the-guilt-of-losing-money/ Agora olhem para a data desse artigo. Bom fim-de-semana and keep saving and investing!
  4. 3 points
  5. 3 points
    Erro de principiante. Entrar num mercado super volátil (ver histórico) após um rally de 3 meses que subiu cerca de 18%. Mas a malta não pensa? Acham que se subiu 18% em 3 meses, vai continuar a subir mais 18% nos próximos 3 meses? Ou não irá antes corrigir para tomada de mais-valias, daqueles que corretamente, compraram ANTES da subida desses 18%? Mas cada um é que sabe de si. Eu quando vejo um comboio a passar a alta velocidade, não salto para cima dele em andamento. Já o fiz no passado e caí com estrondo. Entretanto já aprendi que só convém saltar para comboios que estejam a abrandar ou que esteja parados idealmente, para depois quando ele começar a andar, eu já esteja lá sentado, confortavelmente.
  6. 2 points
    Mas nem vou entrar nesses pormenores, falei de uma forma genérica e para tentar compreender porque se anda neste stress constante de entrar, sair, e ai ai está tudo a cair não vou fazer fundos, e ai ai está tudo a subir não vou fazer fundos porque está tudo nos "máximos", e ai ai isto está calmo de mais, vejam lá que até o VIX mal se mexe este ano é porque vem aí coisa... De forma genérica cada fundo tem o seu mandato de gestão e classe de risco, é para o risco que eu sempre olho, mais do que a rentabilidade, e é preciso se compreender que estamos a nos substituir ao gestor do fundo, andamos a tentar adivinhar o mercado. Como disse a trás, temos de fazer o nosso trabalho que é escolher os fundos dentro da nossa perspectivade de risco e tempo de investimento, zonas geográficas, a diversificação, etc, o resto é deixar andar, a não ser que não estejamos convictos que este ou aquele fundo seja um bom fundo ou fundos que sejam alvo de fusão ou liquidação, mas isso já temos de estar atentos, eu passo dias sem ver o que se passa no mercado, se não entro aqui e vejo os comentários nem sei se as bolsas subiram ou desceram!!
  7. 2 points
    Pois mas fé é no dia 13 em Fátima. Por cá a gente deve reger-se por números e factos. O facto é que agora paga 28% de IRS. E facto é que ninguém sabe se daqui a 20 anos vai pagar 28%, ou 35%, ou até 15%. Factos.
  8. 2 points
    São mas só se quiser, os fundos portugueses não têm essa obrigação. Se forem Fundos Mobiliários quadro 10 Código G30 ou G31, se forem fundos Imobiliários Quadro 10 Código G30 ou Quadro 11B Código G41.
  9. 2 points
    Sim, são no anexo G. Ser no quadro 10 ou 11 depende da data de aquisição deles, como indicado no modelo.
  10. 2 points
    Ainda não entendi..."investem" 25€ para ganhar 2,5€ brutos? qual o interesse mesmo? ou se investe como deve de ser ou então para andrar a investir 25€ mais vale estar sossegado 😂
  11. 2 points
    Então vai aproveitando as quedas que nós vamos aproveitando as subidas 😂
  12. 2 points
    Se há tanta certeza em quedas tens de apostar também em ETFs que ganhem com as quedas dos mercados...
  13. 2 points
    Sem querer parecer muito rude na minha intervenção, mas esta tem o seu quê de disciplinadora. Porque pede ao D@vid para lhe explicar a queda de um fundo que o caro antoniobento subscreveu, sem ninguém o obrigar? Será que quando o fez não tratou de se informar do que estava a comprar? Caso o tenha feito, antes de perguntar ao D@vid, porque não enriqueceu a sua cultura financeira sobre os activos em que investe indiretamente? Afinal de contas é o seu dinheiro. Se o tivesse feito saberia que das empresas que compõem esse fundo, mais de 50% estão nos EUA e saberia que na semana que passou, houve apresentação de resultados das empresas (Impacto #1). Mas mais importante ainda, e aqui está a chave para a queda que penso que fale (da semana passada), é que o fundo negoceia acções americanas em USD mas tem as UPs em EUR (Impacto #2) e como sabe, ou deveria saber, o resultado das eleições francesas em que ganhou o Macron, fez com que o EUR apreciasse significativamente face ao dólar, fazendo com que pelo menos só pela desvalorização do USD face ao EUR (-2% em cerca de uma semana), pelo menos metade da carteira desse fundo levou taulada, ou seja, só pelo câmbio, ele perdeu -1%. Agora se os resultados dessas empresas que compõem o fundo tiverem sido positivos (e foram, praticamente todos bateram estimativas), o ganho dessas acções dessas empresas acabou por atenuar essa perda de -1%, para uns simpáticos -0,58%, pelo que diz a morningstar. Recomendo que, caso não conheça a ferramenta, faça um X-ray aos seus fundos e à sua carteira no geral, ao menos para perceber onde é que está a residir o seu dinheirinho, para assim conseguir saber o que causou o quê nos seus activos: Instant X-Ray morningstar Não me leve a mal, mas não seja mais um "lesado do BES", se é que percebe a analogia. Se não perceber, diga, que eu explico.
  14. 2 points
    Se estiveram sujeitos a retenção à taxa liberatória, como é normal, só precisa de declarar se desejar englobar
  15. 2 points
    10 COISAS PARA RECORDAR EMPERÍODOS DE VOLATILIDADE: A volatilidade é uma parte normaldo investimento de longo prazo Os investidores de longo prazosão geralmente recompensadospor assumirem o risco de ações As correções do mercado podemcriar oportunidades atrativas Evite terminar e começarinvestimentos Os benefícios do investimentoregular acumulam-se A diversificação de investimentosajuda a tornar os retornos maisregulares Um enfoque no rendimentoaumenta os retornos totais O investimento em títulos dequalidade gera retornos no longoprazo Não se deixe influenciar pelosentiment geral O investimento ativo pode seruma estratégia muito bemsucedida Fidelity
  16. 2 points
    Quem tiver o AR PPR já está exposto às obrigações chorudas da Caixa Cxgd 10.75% Perp
  17. 2 points
    Pelo que tenho visto, a generalidade dos blogs acaba por monetizar o tráfego através de: Publicidade Afiliados Artigos patrocinados Consultoria especializada Venda de produtos físicos relacionados Venda de cursos online ou ebooks Obviamente, o mais indicado dependerá muito das características de cada blog. Ainda assim, julgo que para criar algo mais rentável a longo prazo, uma das três últimas opções acaba por ser mais interessante, mas exige investimento significativo, pelo menos de tempo. As três primeiras, regra geral, exigem níveis elevados de tráfego e/ou nichos muitos particulares.
  18. 2 points
    Tendo em conta essa localização, sendo um T4 e o proprietário "marreco" de saber que terá sempre uma taxa de ocupação superior a 80% ad eternum por essa ordem de valores mensais ( 1000 - 1200€ ), das duas uma: Ou ele está desesperado por dinheiro ( não me parece tendo em conta esse cenário que disse em cima ) ou então nunca venderá esse imóvel por menos de 250 000 - 300 000€ Um T4 desse género com áreas porreiras, tendo em conta a antiguidade do prédio, o IMI deverá rondar os 300 - 400€ / ano e o condomínio entre 20€ - 45€ / mês Se comprasses o imóvel por 200 000€, terias ainda que pagar o IMT que rondará os 6 000€ Por 200 000€, com 1000€ limpos / mês ( ~1500€ com recibos ), 300€ de IMI / ano e 25€ / mês de condomínio o teu ROI líquido rondaria os 5% ... neste cenário demorarias cerca de 19 anos só para amortizar o investimento ... só após esses 19 anos é que seria lucro propriamente dito sem teres trabalho / empate capital .. Se eventualmente adquirisses por 200 000€ o imóvel, presumo que seria com recurso ao crédito bancário. Tendo em conta as taxas de crédito para aquisição de 2ª habitação, esse ROI líquido em vez de 5% seria esmagado para uns 3% ... e o tempo de amortização talvez para uns 25 - 28 anos ..... visto que tens 29 anos de idade, significaria que essa casa só estaria amortizada quando tivesses 54 - 57 anos de idade .. e isto partindo da premissa que os pressupostos que coloquei em cima seriam cumpridos ( taxa ocupação de >80% durante esses 25 - 28 anos, valor de rendas etc ) 200 000€ para aquisição acho que era um cenário muito muito favorável ... duvido sinceramente .. apontava mais para os 300 000 - 350 000€ porque o proprietário se não andar a dormir, sabe que isso tem potencial para continuar a pingar durante muitos e muitos anos ..
  19. 2 points
    90% dos velhotes ainda pensa que os CTT é público...vai uma aposta?? e a credibilidade vem dái, da menina simpatica que está ao balcão e lhes dá a pensão e onde o dinheirinho está a render no certificado de aforro de há 30 anos, por isso é fácil deixar os 250 euritos no balcão ao lado . Não quer dizer que o Banco CTT não venha a melhorar, mas sem dúvida que preferia mil vezes um Activo que um Banco CTT.
  20. 1 point
    É claramente residente fiscal para o ano inteiro e só deve meter uma declaração de IRS:
  21. 1 point
    Há um problema com as pessoas que olham para o Snap com bons olhos. Os curtos tiveram de pagar os dividendos deste mês, deve ter saído bem caro. Vamos a ver a evolução do mercado, e vamos vendo como é que isto se move
  22. 1 point
  23. 1 point
    Na Mintos já tinha lido sobre a Creamfinance e alguns riscos. Sobre essa misturada entre a Mintos e loan originators ainda não. Temos de acompanhar de perto. Felizmente na maioria das plataformas tenho pouco capital investido. Até hoje não notei nenhuma falha na Mintos (nem nos pagamentos, nem nos loan originators).. por isso fico na dúvida. De qualquer maneira tem aqui os links das reports da Mintos de 2016 https://blog.mintos.com/annual-report-2016/ https://www.mintos.com/en/about-us/investor-relations/ Nós portugueses graças ao BES sabemos que isto vale o que vale. Mas sempre dá para ir acompanhando. As contas são auditadas pela Ernst & Young. (de vez em quando também dou uma olhadela a este fórum: http://p2pindependentforum.com/thread/8851/mintos-results-2016 ) ( http://p2pindependentforum.com/thread/6835/warning-invest-mintos-before-reading )
  24. 1 point
    Eu próprio também já li que essas plataformas não estão a contabilizar possíveis provisões nas contas, pelo que poderão vir a estar falidas caso toda a gente fique sem pagar de um mês para o outro. Como ainda não existe um Stress test a essas plataformas como existe nos bancos europeus, não é possível saber quem tem razão. Eu concordo contigo, mas temos de pensar que a Raize está a competir com os bancos Portugueses. Se os bancos Portugueses cobram uma taxa de 8% a 10% (já para empréstimos de alto risco), se a Raize pedir mais, não vai ter mercado nenhum. _____________________________________________________________ Eu escolhi investir através desta plataforma e não me queixo. Tenho dois empréstimos em atraso e sabia os riscos do meu investimento. No entanto, se continuar a ver empresas com erros de contabilidade semelhantes aos que tenho andado a encontrar, rapidamente vendo o meu portefólio no mercado de sessões e salto fora.
  25. 1 point
    Porque razão é que se paga manutenção de conta, quando existe no mercado pelo menos 4 alternativas em que não se paga? AB, CTT, Best, BiG, Carregosa...
  26. 1 point
    Se pode, não deveria. As menos-valias não podem ser subtraídas aos dividendos, porque são rendimentos de categorias diferentes. Mas podem ser declaradas para terem efeito em anos posteriores, caso existam mais-valias.
  27. 1 point
    Kepp calm and carry on
  28. 1 point
  29. 1 point
    Quanto mais tempo se tem um fundo, maior será o coeficiente de correcção monetária aplicada, o que pode ajudar a minimizar o efeito do IRS. Tenho ultimamente reparado que há muita preocupação não só quando um fundo cai, mas também quando sobe, o que me leva a crer que cada vez mais usam os fundos para um semi trading...😩
  30. 1 point
    Não, desde há um par de anos atrás que foi abolida essa necessidade. No entanto, convém ter as delcarações caso eles queiram verificar alguma coisa depois.
  31. 1 point
    Retirado do DL 372/2007: 2 — Na categoria das PME, uma pequena empresa é definida como uma empresa que emprega menos de 50 pessoas e cujo volume de negócios anual ou balanço total anual não excede 10 milhões de euros. 3 — Na categoria das PME, uma micro empresa é definida como uma empresa que emprega menos de 10 pessoas e cujo volume de negócios anual ou balanço total anual não excede 2 milhões de euros.
  32. 1 point
    Não são PME, são micro ou pequenas empresas. Veja o nº 4 do artigo 43º do CIRS: http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/cirs_rep/irs43.htm
  33. 1 point
    Para uma mais-valia de 100€, paga-se 100€*50%*28% = €14.
  34. 1 point
    Salvo erro, a doação conta como uma transmissão a título gratuito, pelo que na transmissão subsequente as mais-valias obtidas já estarão sujeitas a tributação (anexo G, entenda-se). Como assim?
  35. 1 point
    À partida diria que a viúva tem razão, mas sinceramente não sou especialista no tema. Talvez fosse de consultar um advogado.
  36. 1 point
    Isso certamente que não é verdade. Ser rendimento obtido em Portugal ou não, está dependente essencialmente da residência da entidade emitente, não do intermediário financeiro. Recomendo a leitura das alíneas g) e i) do nº 1 do artigo 18º do CIRS. Não é prático, mas faz sentido.
  37. 1 point
    Se apenas resgatou uma unidade de participação, deverá indicar apenas o preço dessa unidade. Quando vender as outras 3.95 UPs, aí sim, deverá indicar o custo de aquisição dessas 3.95.
  38. 1 point
    @master-chief a Ásia é muito grande. Não te assustes com headlines de notícias sensacionalistas. O que o Trump tem feito nos últimos dias no capítulo Coreia do Norte é o que os cães fazem quando alçam a perna: marcar território, making a statement. Provar aos americanos e ao mundo que "Hey, está um republicano novamente na sala oval, esqueçam o macio do Obama e as suas políticas de menino da mamã, nós temos mísseis e coisital e temos porta-aviões". Por acaso não sei se leste mas essa notícia de que os EUA estariam a deslocar um porta-aviões em direção à Coreia, afinal estava de passagem numa missão já há muito tempo planeada. Mas tudo serve para fazer campanha. Os EUA no mandato de Trump vão querer fazer dinheiro, para o conseguir não é com guerras, é com política interna expansionista (que custa caro a médio prazo) e acordos de comércio internacionais com quem lhes compra muitos bens (China). Falando de coisas mais importantes, o que me está a doer é ter 80% do meu portfólio assente nos EUA, e só em 2 dias o USD já perdeu quase 2% face ao EUR, apesar dos índices dos EUA estarem todos a subir bem, estão a ser abafados pela desvalorização da moeda. PS - Nasdaq em níveis record, já passou a barreira psicológica dos 6000pts.
  39. 1 point
    O que queres dizer com valor unitário? para mim valor unitário seria 58.1€ * 4.95 Ups... O que tens de colocar, é o capital total investido, tanto na compra como na venda, tens essa informação nas declarações enviadas pelos bancos, de resto está tudo bem preenchido, provavelmente o código do País também, não sei que fundo é.
  40. 1 point
    Atenção às reações bolsistas de hoje, está tudo a subir por cá na Europa, e também nos EUA, mas aos mais distraídos convém alertar para o facto de o EUR estar a valorizar quase 1,3% face ao USD, o que acaba por fazer com que os cerca de 1% de valorização do SP500 se traduzam numa valorização efectiva de -0,3%, no caso de fundos em EUR . A quem tem ou quer ter fundos na Europa, hoje vai ter um excelente dia, com o STOXX50 a subir acima dos 3,5%.
  41. 1 point
    Já se encontra no JustETF
  42. 1 point
    Nesses fundos do BPI não terão ocorrido alienações ou resgates?
  43. 1 point
    Sim, foi a uma aquisição a título gratuito, pelo que subsequentes transmissões são enquadradas como mais-valias "normais".
  44. 1 point
    Legalmente não sei quais são as regras aplicáveis, mas o que faria sentido pagar-lhe seria: (Valor de mercado de casa - Dívida ao banco) * 50%
  45. 1 point
    Não sei o que lhe diga... O que recomendo é que preencha o anexo devidamente. Se for preciso prestar algum esclarecimento, lá terá de ir à AT.
  46. 1 point
    A retenção de IRS é irrelevante. Essa declaração não terá nada de especial, é só preencher o valor base (€1.000) e o imposto liquidado à taxa normal (€230). O resto deve ser relativamente simples. Alguma dúvida em particular?
  47. 1 point
    Eu apostaria no imobiliário, mercado nacional com target nacional e sem hipótese de ser altamente influenciado pelo estrangeiro. Já considerou?
  48. 1 point
    Reproduzo aqui a minha lista de sites na internet colocada no tópico "ETFs (Exchange-Traded Funds)", na pag. 71, por achar que é o tópico mais indicado. Acrescentei mais 3 sites à lista: Deixo aqui alguns links por onde tenho aprendido bastante, não quer dizer que não haja outros melhores. São quase todos em inglês e a maior parte dos artigos são virados para os Estados Unidos: 1) Video "How The Economic Machine Works by Ray Dalio". Mostra de uma maneira simples a forma como Ray Dalio vê o funcionamento da economia. https://youtu.be/PHe0bXAIuk0 2) Video "Compreender a FRAUDE da Dívida Pública e do Sistema Monetário em poucos minutos". Talvez um video polémico mas ajuda a perceber a situação das dívidas soberanas e dos bancos https://youtu.be/FMs7QgxOrCY 3) Investopedia. Subscreva a Newsletter "Investing Basics". O primeiro tema é http://www.investopedia.com/university/beginner/ 4) Investing Basics (Joshua Kennon): Os 28 artigos em "28 ARTICLES IN: INVESTING BASICS" http://beginnersinvest.about.com/od/investing101/ 5) O tópico "ETFs (Exchange-Traded Funds)" deste forum: http://www.forumfinancas.pt/topic/5360-etfs-exchange-traded-funds/ 6) Stock Series - jlcollinsnh - The Simple Path to Wealth: Uma série de artigos interessantes, baseados na experiência do autor. Alguns dos artigos dizem respeito aos meios de poupança dos EUA, mas a maioria aplicam-se em qualquer lado. http://jlcollinsnh.com/stock-series/ 7) Bogleheads - Getting Started https://www.bogleheads.org/wiki/Getting_started 8) Blogleheads - Lazy Portfolios - Este link tem aparecido aqui várias vezes. Várias ideias para a construção de um portfólio baseado em fundos de índice ou ETFs equivalentes. https://www.bogleheads.org/wiki/Lazy_portfolios 9) Artigos do David Almas, no Observador http://observador.pt/perfil/dalmas/ 10) Livro "If You Can - How Millennials Can Get Rich Slowly" - William J. Bernstein. Um pdf que é um bom guia, para quem se quer iniciar em poupanças e investimentos, e não tem muito tempo para ler. São sugeridos 7 livros, para completar os ensinamentos. É dirigido aos jovens, mas serve para qualquer futuro investidor. https://www.etf.com/docs/IfYouCan.pdf 11) O "Cantinho da Educação", do tópico "Finanças & Fundos de Investimento (baixo risco)", do forum "Caldeirão da Bolsa" - Uma lista, ordenada por dificuldade, muito completa, de artigos e livros. Tem também links para 2 cursos gratuitos da Universidade de Yale. Filmes: i) A Queda de Wall Street (2015) - The Big Short - Filme sobre a crise de 2008, focado nos investidores que deram pelo problema antes de acontecer. Depois de ver isto ninguém vai cair na tentação de investir num produto que não percebe, mesmo que tenha a nota máxima das agências de rating, acho eu. ii) Inside Job - A Verdade da Crise (2010) - Documentário sobre a crise de 2008. Acho que complementa bem o filme anterior.
  49. 1 point
    Mas não é habitação secundária? Se for o caso, não há isenção das mais-valias pelo reinvestimento, pelo que será tributado quando entregar a declaração de IRS 2016.
  50. 1 point
    Normalmente só tenho feito as contas em % para a parte do meu património aplicado no "Super PPR" de ETFs. No total tenho: 28,5% CTPM 16% Depósitos a prazo (incluindo DPs indexados) 6,5% Seguros ligados a fundos de investimento 4,5% Credit-linked Notes 4,5% Obrigações 41% Super PPR Por sua vez, a carteira de ETF está subdividida em: 15% Ações EUA 13% Ações Europa 10% Ações Emergentes 5% Ações Japão 5% Ações Desenvolvidos do Pacífico 3% Ações Mercados Fronteira 8% Imobiliário Global 9,5% Obrigações EUA Cupão-Zero (muito longa duração) 7% Obrigações Soberanas Mundiais 5% Obrigações Soberanas Mundias ligadas à inflação (TIPS) 5% Obrigações Emergentes 9,5% Ouro 5% Matérias-primas Tenho 28 anos