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Conteúdo Popular

A apresentar conteúdo com maior reputação desde 24-03-2017 em todas as áreas

  1. 5 points
    Como tudo em investimento é uma aposta. A questão é se temos mais probabilidade de ganhar ou perder. Isto está mais que estudado e é conhecido como "Lump Sum Investing (LSI) vs Dollar-Cost-Averaging (DCA)" Sobre isso há uma conclusão já conhecida. LSI trás mais retornos expectáveis. Deixo em anexo uma imagem do estudo da Vanguard sobre isso onde se pode ver que o Lump Sum (investir tudo de uma vez trás retornos mais elevados cerca de 66% das vezes). O artigo da Vanguard está aqui: https://personal.vanguard.com/pdf/s315.pdf Caso prefiram ler algo mais pequeno têm aqui um artigo do wall street journal sobre o estudo: https://www.wsj.com/articles/SB10000872396390443324404577595224260244512 Uma coisa é LSI vs DCA (que é com base em reforços temporais) outra é só comprar em dips/drawdowns. Apenas fiz estudos sobre rebalanceamentos em dips/drawdowns e é pior que rebalanceamento anual fixo (testei em rebalanceamento de 5 e 10%, estudo não está publicado mas penso fazê-lo ainda este ano). Mas também é diferente de comprar em dips/drawdowns. A questão seria dar regras de teste simples e mecânicas. O que é um Dip? 5%? 10%? Fazer uma carteira de 50 mil euros com um reforço de 5000 euros anual mas que só entra depois de uma queda de 5%? (no limite, se não houver uma correcção de 5% no ano xxxx adia para o ano seguinte e reforça 10 mil euros na queda?) LSI vs 5 compras DCA mas que só se podia comprar/reforçar caso o S&P caísse 5%? Seria um exercício interessante de se fazer. Talvez um dia desses depois de aprender mais R P.S. Estaria disposto a apostar que é melhor o LSI com reforço anual fixo.
  2. 5 points
    Vou-te contar um segredo... Ninguém sabe Agora perguntas tu: Como é que vocês investem sem saber quando é o momento certo? São malucos?? Se soubéssemos quando é o momento certo não haveria risco (porque não errávamos). Sem risco não haveria retorno. O facto de nunca saberes quando é o momento certo mas mesmo assim investires é o que faz com que potencialmente consigas ter retornos mais altos do que outros produtos "sem risco" como depósitos a prazo ou obrigações alemãs.
  3. 4 points
    Achas? O S&P tem cerca de 25% de probabilidade de mexer mais de 1% (um pouco mais até). Em média 66 sessões em cerca de 252. Isto no periodo pós 2 Grande Guerra, excluindo assim a grande depressão senão é ainda maior. Diria que um movimento superior a 1% não é nada de especial. Mas deste-me ideia para um projecto. Vou calcular/testar as vezes que o S&P caiu mais de 1%. Não encontro isso na net mas tb não deve ser nada de especial. Quando chegamos aos 2% sim, é raro. Podes ver mais aqui: https://www.stocktradersalmanac.com/UploadedImage/blog_20160222_daily_moves.jpg
  4. 3 points
    Só para ser do contra: In: http://monevator.com/the-slow-and-steady-passive-portfolio-update-q1-2017/
  5. 3 points
    Interessante análise: Como ter a performance do MSCI World Index com fundos de investimento No outro dia nas minhas análises e pesquisas descobri algo curioso. Uma combinação de 2 fundos que replica de forma quase perfeita o MSCI World Index, ou melhor, o ETF que segue este índice. O objectivo deste post é apenas ajudar às pessoas terem opções. É literalmente quase igual por isso cada um que escolha o seu veneno Achei curioso os fundos começarem a distanciar-se nos últimos anos. Esperava o contrário, como o constante aumento de eficiência dos mercados. A análise começa em 2007-02-13, data em que os 3 activos estão em negociação. Os fundos ganham por 0.3%/ano ao longo destes 10 anos e pouco, mas o que achei bem mais impressionante foi a correlação quase perfeita. ETF db x-trackers MSCI World Index UCITS ETF 1C (EUR) | XMWO | LU0274208692 Fundos 50% GS Glbl CORE Equity E Close Acc | LU0257370246 50% MFS Meridian Global Equity A1 EUR | LU0094560744 EDIT: A diferença está toda em 2013. Esse ano os fundos fizeram 23.6% e o ETF 18.6%. A correlação é ainda maior do que pensava pois se tirar este ano a performance é muito muito semelhante ano após ano. Não há um ganho nos últimos anos como disse acima. É só mesmo em 2013 By Virtuagod
  6. 3 points
    Fundos nacionais não são de declaração obrigatória.
  7. 2 points
    A única coisa que pode ser feita é o seu avô deixar em testamento alguma a sua quota disponível (1/3 da herança) para os outros herdeiros. Desse modo a percentagem que cabe à sua mãe é menor, logo é da maneira que o banco fica com uma fatia menor. Com um bocadinho de matemática é possível vocês como netos receberem directamente uma parte da herança por via dessa quota disponível. Mas isso é algo que devem discutir com o seu avô e restantes herdeiros para chegarem a algum acordo. A parte legítima da herança são 66.6%, que têm de ser divididos pelos 3 herdeiros em partes iguais, logo 22.2% para cada um. Ou seja, o banco pode sempre ir buscar esses 22.2% da sua mãe para a dívida. Se não houver nenhum testamento e as coisas ficarem como estão, o banco pode deitar as mãos a 33.3%. Logo para nenhum dos outros herdeiros se sentir lesado, uma ideia seria usar essa quota disponível e dividi-la em 3 partes iguais. Uma para cada irmão e a 3ª parte para si e para o seu irmão. Ou seja, no total cada irmão ficava com 33.3% da herança, a sua mãe com 22.2% (o que o banco pode "comer"), e vocês os netos com 11.1% (a dividir pelos dois).
  8. 2 points
    Relendo a questão desde o início, creio que já percebi qual é a sua dúvida... Permita-me que reescreva a questão inicial de forma menos ambígua (por favor, confirme esta minha interpretação). Uma vez que os filhos estão casados em comunhão geral de bens, as doações a cada um dos membros do casal são, na verdade, propriedade comum, tornando-se, na prática, doações a ambos os membros do casal. Excepção a essa regra seria no caso de a doação ser feita com cláusula de incomunicabilidade, que referiu não ser o caso. Sendo a doação, portanto, feita a duas pessoas em compropriedade, o imposto de selo é devido por cada um deles relativo à sua parte do imóvel: o filho / a filha pagam 0,8% da sua metade do imóvel cada um, uma vez que, na sua qualidade de descendentes, estão isentos da verba 1.2 a nora / o genro, não sendo descendentes nem cônjuges de quem faz a doação, estão sujeitos aos 10,8% sobre a sua metade do imóvel.
  9. 2 points
    Essa situação é frequente em casos em que há duas fontes de rendimento. Tudo porque o IRS é um imposto progressivo, em que quanto maior o rendimento maior a taxa. Ou seja, ganhar o dobro não significa que se pague o dobro em impostos, mas sim bastantes mais do que o dobro, na maior parte dos casos. A retenção na fonte é feita individualmente, como se cada rendimento fosse o único rendimento do titular. Nem seria possível sê-lo de outra forma, a menos que houvesse uma comunicação dos outros rendimentos (o que levantaria, em alguns casos, questões sobre acesso a informação privada). Ao juntar os dois rendimentos, no entanto, constata-se que o que foi sendo retido na fonte é insuficiente para o imposto apurado e é preciso cobrar mais; já o caso em que compara com o rendimento de outro pensionista (que provavelmente tem na pensão o seu único rendimento), a retenção na fonte provavelmente aproximou-se mais do imposto que deveria ser pago; ao apresentar deduções, haverá certamente um montante razoável a ser reembolsado. Fecho com dois exemplos concretos (simplificados): Imaginemos que um contribuinte, viúvo, sem dependentes, residente no Continente, ganha 600€ (brutos) de pensão. Também trabalha a tempo parcial e ganha outros 600€ (brutos) de rendimento da categoria A. A sua pensão não sofre qualquer retenção na fonte. O mesmo se passa com os seus rendimento de trabalho dependente. Isto porque, caso cada um daqueles rendimentos fosse o seu único rendimento (num total de 7000€ no ano) ele não pagaria qualquer imposto. No entanto, quando considerados em conjunto, estes rendimentos já dão direito a imposto. Assim, ao rendimento bruto de 16.800€ são deduzidos 4104€ como dedução específica da categoria A e outros 4104€ como dedução específica da categoria H, obtendo-se um rendimento tributável de 8592€. Deste montante, 7091€ são taxados a 14,5% (a taxa do primeiro escalão) e o restante a 28,5% (a taxa do segundo escalão), obtendo-se assim uma colecta de 1463,82€. Uma vez que não foram feitas quaisquer retenções ao longo do ano (e não considerando as deduções que provavelmente ainda seriam levadas em conta), o contribuinte tem assim de desembolsar esse montante no ano seguinte, ao apresentar a sua declaração de rendimentos. Por comparação, um contribuinte na mesma situação em termos de agregado familiar, mas com um rendimento bruto de 1200€ de pensão (igual, portanto ao contribuinte anterior, mas apenas de uma fonte). Neste caso já sofre retenção na fonte à taxa de 13,5% (ou seja, ao contrário do caso anterior, em cada mês são-lhe descontados 162€ para efeitos de IRS). Ao calcular o imposto, aos mesmos 16.800€ de rendimento bruto, são agora subtraídos apenas 4104€ de deduções específicas da categoria H, obtendo-se um rendimento tributável de 12.696€. Deste montante, 7091€ são taxados a 14,5% e o restante a 28,5%, obtendo-se assim uma colecta de 2633,46€. Descontado o dinheiro que já foi sendo retido na fonte, obtém-se que este contribuinte ainda tem a pagar mais 365,46€. Como se constata, apesar do rendimento bruto ser idêntico em ambos os casos, o primeiro contribuinte paga pouco mais de metade do imposto do segundo, saindo beneficiado pelo facto de ter direito a deduções específicas de duas categorias diferentes. Mesmo assim, e porque não foi adiantando nada para pagamento desse imposto ao longo do ano, ao apresentar a declaração de rendimentos tem de pagar o quádruplo do que aquilo que ainda faltava pagar ao segundo contribuinte, que já foi pagando a maior parte do imposto ao longo do ano. Apesar deste pagamento mais agressivo, a verdade é que o principal beneficiado é mesmo o primeiro contribuinte que acumula com o trabalho dependente - não só paga muito menos imposto, como ainda tem mais rendimento disponível ao longo do ano.
  10. 2 points
    Artigo 31.º, n.º 10, do CIRS: "Os coeficientes previstos nas alíneas b), c) e f) do n.º 1 são reduzidos em 50 % e 25 % no período de tributação do início da atividade e no período de tributação seguinte, respetivamente, desde que, nesses períodos, o sujeito passivo não aufira rendimentos das categorias A ou H."
  11. 2 points
    Atenção quem está a preencher as declarações. Conheci uma situação de perto em que não preencheram o Anexo J apesar dos avisos da aplicação. Para dar seguimento ao processo de liquidação oficiosa a AT considerou valores de aquisição de 0,01€ (ridículo!). Resultado? Mais de 100 k para pagar de imposto sobre rendimentos que inclusive registaram uma menos valia (realização < aquisição). Além disso, um processo que se arrastou por meses decorrente da reclamação graciosa, e que por pouco não gerava penhora de bens...
  12. 2 points
    Acho que pela primeira vez numa análise o meu objectivo não foi "bater" o índice ou maximizar a performance (ajustada ao risco) mas sim minimizar o "tracking error". O objectivo foi mesmo imitar o ETF o mais perto possível para que não haja aquela sensação de "se eu tivesse tido o ETF teria ficado melhor servido". Acho que vai ser um post que vou dar continuidade para ver se os fundos continuam a ter a mesma performance.
  13. 2 points
    Ainda sobre o DCA, há uma alternativa, chamada "Value Averaging". Este artigo da Investopedia dá uma ideia: "Choosing Between Dollar-Cost And Value Averaging" Eu sinto-me mais confortável com o DCA, em vez do Lump Sum Investing (LSI). O value averaging parecia-me demasiado sofisticado para iniciar.
  14. 2 points
    Temos uma grande capacidade para sofrermos por antecipação, a cautela nunca fez mal a ninguém, mas acho que por vezes exageramos, a "sorte", é que vamos tendo alguns eventos onde podemos fazer comparações e antecipar algumas coisas, tinha tudo medo que Trump ganhasse e ganhou, tinha tudo medo do referendo em UK e a vitória do sim, e ganhou o sim, tinha tudo medo do referendo que houve na Grécia e ganhou aquele que supostamente os mercados não queriam...e apesar de tudo isto, estamos cá todos, e sobretudo estão os investidores ( não somos nós que somos migalhas ), a apostarem forte nos mercados, se a Le Pen ganhar e fizer um referendo, também não é liquido que vença a suposta saída da UE, mas e se ganhar? já aconteceu com UK, podemos comparar? talvez sim, talvez não, a única diferença é que não tinham o Euro, de resto... Algo que me parece importante, por vezes parece que nos esquecemos, obrigações e acções puras não têm limite de quedas e subidas, caem até onde têm de cair, sobem até onde podem subir, mas e os fundos? têm de facto estes activos em carteira, mas não têm um gestor? os fundos não têm cada um determinado mandato especifico? classe de risco? não podem por exemplo desfazerem-se dos activos que têm e colocar em liquidez? não têm de minimizar riscos para os investidores?
  15. 2 points
    A questão é que eles testaram em períodos contínuos desde 1926. Inclui bulls e bear markets. Em média é mais rentável fazer all-in. Independentemente do que pensas e do estado do mercado. Se essa é a definição de leigo (ou uma das características) eu considero-me leigo. Ng sabe quando o dip acaba. Está mais que provado que ng prevê o futuro. O fazer sentido e ser boa ou má ideia é com cada um e não dá para quantificar. É algo demasiado subjectivo. O que o estudo da vanguard diz é só sobre coisas quantificáveis. Queres mais retorno? All-in Queres menos risco? Faseado Por isso sim, pode fazer sentido. Terá menos risco provavelmente. Mas o "fazer sentido" está com cada um. Apenas falei de rentabilidade. Pelo contrário. Os testes demonstram uma superior performance de rebalanceamento com reforços em Dezembro. Sempre em Dezembro, independentemente se subiu muito ou pouco, se estamos em Bear market ou Bull Market. Testei vs não rebalanceamento e rebalanceamento em dips/drawdowns de 5 e 10%. Mas como disse isto é para rebalanceamentos, não sei ainda testar com base em reforços.
  16. 2 points
    Parece-me que na Twino os emprestimos não vão aparecendo, aparecem é tipo "fornadas", muitos de uma vez, mas que muitas vezes os "auto-invest" dos vários investidores comem tudo. Quando se quer investir manualmente é ir lá de vez em quando para ver se já saiu mais uma "fornada".
  17. 2 points
    Ok tudo bem, só espero é que não sejas daqueles que muitas vezes por aqui vêm pedir opiniões quando as deles já está mais que formada muitas vezes já investiram o dinheiro. Essa do dinheiro estar lá fora, como disse e bem o JRjordão, tu podes ter o teu capital lá fora, estando cá dentro, quando apostas em fundos de investimento estrangeiros por exemplo, o teu dinheiro não está cá, o banco apenas serviu de veículo na compra, 90% dos fundos estão domiciliados no Luxemburgo. Sobretudo á que olhar bem para a ficha dessa aplicação.
  18. 2 points
    :-) Sou mais um entusiasta de R para Finanças do que outra coisa qualquer. Mas quem sabe um dia... Continuando a exploração. O código só faz sentido em seguimento do anterior. É uma continuação! library(ggplot2) a <- split(over1A, f = "years", k = 1) Nr.anos <- c(1:67) Anos <- c(1950:2016) OnePlus <- as.data.frame(matrix(Anos, nrow=67, ncol=1)) for (i in Nr.anos) { OnePlus[i , 2] <- nrow(a[[i]]) } colnames(OnePlus) <- c("Date", "Times") plot(OnePlus, type = "l") ggplot(data=OnePlus, aes(x = Date, y = Times)) + geom_line(size=1) + ggtitle("Times the S&P had a absolute variation over 1% since 1950")
  19. 2 points
    Dados analisados desde 1950. 67 anos de S&P 500 Probabilidade histórica de: Variação positiva superior a 1% = 10.4% Variação negativa superior a 1% = 9.8% Variação absoluta superior a 1% = 20.2% R code for Reproducibility: #### Initial script commands #### library(quantmod) library(PerformanceAnalytics) getSymbols("^GSPC",src="yahoo", from = "1900-01-01") # Faz o download de todo o histórico do S&P 500 disponivel no yahoo finance SP500 <- GSPC[, 6] # Usa a coluna de cotação ajustada SP500$Ret <- Return.calculate(SP500) * 100 # Calcula o retorno diário e multiplico por 100 para dar em percentagem over1P <- subset(SP500, SP500$Ret > 1) # cria subgrupo com as cotações em que o S&P 500 subiu mais de 1% print((nrow(over1P) * 100) / nrow(SP500)) # Calculei rácio para ver a percentagem de vezes que o S&P subiu mais de 1%. nrow() calcula o número de dias de cada grupo over1N <- subset(SP500, SP500$Ret < -1) # cria subgrupo com as cotações em que o S&P 500 desceu mais de 1% print((nrow(over1N) * 100) / nrow(SP500)) # Calculei rácio para ver a percentagem de vezes que o S&P desceu mais de 1%. Se analisarem bem veem que é uma regra de 3 simples :-) over1A <- subset(SP500, SP500$Ret < -1 | SP500$Ret > 1) # cria subgrupo com as cotações em que o S&P 500 variou mais de 1% (mais de 1% OU menos de -1%) print((nrow(over1A) * 100) / nrow(SP500)) # Vira o disco e toca o mesmo
  20. 2 points
    Andas neste fórum há praticamente 5 anos e num tópico de "Melhores Depósitos a Prazo" perguntas sobre algo que não tem nada a ver...(nem sequer em risco)
  21. 2 points
    E no entanto, parece-me que o MFS Global Total Return é bastante melhor: Com a vantagem de não existirem comissões de subscrição e ter mínimos de entrada bem menores (embora aqui que ninguém me lê, quem não tem 10.000 euros para investir num fundo misto tem de começar a poupar mais ou eventualmente arranjar um emprego com um ordenado mais elevado).
  22. 2 points
    A pedido fiz uma comparação entre o ETF MSCI World IE00B4L5Y983 e o BlackRock LU1241524880 que investe em ETFs e fundos índice e que se encontra no Best com uma comissão de subscrição de 2%. A comparação vem desde a data de 03/06/2015 altura em que o fundo se iniciou. Mesmo sem fazer o backtest, já tinha a noção de duas coisas, o ETF provavelmente teria mais rentabilidade e o Blackrock menos volatilidade, estamos a falar num fundo misto, o ETF óbvio que é acções. Azul: BlackRock Laranja: iShares Nota-se aqui vários momentos, um período de taco a taco, um período em que o ETF andou sempre por baixo, e a partir do final do ano passado um boost no ETF, está aqui patente a questão gestão activa vs passiva . Os números ditam uma rentabilidade média anualizada superior no ETF +2,40% e uma volatilidade muito inferior no fundo em -4%. Vemos que este ano o BlackRock está a bater o ETF em +1,20%. Não estou muito a par dos custos nos ETFs, o BlackRock tem uma comissão de 2%, não tendo mais comissões, a comissão de gestão é de 1% ( como sabem não é um factor eliminatório para mim ), o ETF tem comissão de gestão de 0,20%, as comissões de compra e venda penso de serem de 10€ de mínimo e mais a comissão de custódia, embora haja onde não se pague e tenha comissões de compra e venda mais baratas. Concluo que quem quer algo com maior diversificação, com uma boa rentabilidade, baixa volatilidade, o fundo é uma boa opção, tem um mínimo alto acho que é de 5.000€ e a comissão de subscrição de 2%, são 100€ para os 5k, mas por exemplo este ano a comissão já estava "paga" com a rentabilidade actual, quem quer uma gestão passiva e estar a 100% exposto a acções o ETF seria uma boa escolha. Pede-me estas coisas mas acabo por concluir sempre o mesmo, cada um é como cada qual e só devemos fazer o que nos sentimos confortáveis, eu sentia-me mais confortável no fundo que no ETF, outros serão o contrário.
  23. 2 points
    Cara Beatriz, assim sendo só tem uma solução, que é contratar alguém para investir o seu dinheiro. Como compreende, vir ao fórum sempre que o dinheiro fica disponível e alguém lhe dar uma solução mágica para aplicar o seu dinheiro não é sustentável no longo termo. Eu digo sempre isto: as pessoas tomam decisões sobre-racionais, vendo tudo o que é cupões e descontos, para poupar 1€ no supermercado mas estão à espera de investir as poupanças de uma vida num conselho de alguém. É irracional! Estes fóruns servem para tirar dúvidas na aprendizagem, não para alguém investir por si. Para isso tem que contratar um profissional. Boa sorte.
  24. 2 points
    Bem-vindo Vítor. Que o fórum e 2017 lhe tragam coisas boas.
  25. 1 point
    Se eram casados em comunhão de bens, então 50% dos bens são logo à partida da viúva. Os outros 50% é que são massa hereditária do seu Pai. Esse valor é que é dividido pelos 5 herdeiros. O cônjuge sobrevivo tem direito a 25% da massa hereditária, logo a viúva fica com esse valor e cada um dos filhos com 18.75%. Posto isto em termos do património total do casal, a víuva ficac om 50%+(25%*50%)= 62.5%, e cada um dos filhos fica com 9.375%. Se um dos filhos recebeu uma doação, então o valor recebido deve ser subtraído à sua percentagem. Se exceder, tem de pagar tornas aos restantes herdeiros. Qualquer um dos herdeiros pode pedir para as partilhas serem feitas. Mas não é uma questão de receber apenas € das contas. Se requer que as partilhas sejam feitas, é o processo todo que tem de ser concluído. Dividir casas, terrenos, etc. entre todas as pessoas envolvidas.
  26. 1 point
    Bom, não havendo alteração patrimonial e mantendo-se a mesma entidade, não estou a ver qualquer margem para ser considerado mais-valias, nem para que tenha de ser declarado. Se fosse uma fusão entre sociedades, a história poderia ser outra.
  27. 1 point
  28. 1 point
    2 questões que coloco: Porquê o SPDR MSCI ACWI, com um fee de 0,40%, ao invés do iShares Core MSCI World, que tem um fee de 0,20%? Os 15% de mercados emergentes valem esses 0,20% anuais? Porque obrigações corporativas?
  29. 1 point
    Tem sim. O credor está no seu direito de exigir ao fiador o pagamento da dívida. O fiador pode invocar o benefício de excussão e exigir que sejam penhorados primeiro os bens do devedor antes de serem penhorados os seus, mas o que não deve fazer é ficar inactivo à espera que o caso se resolva por si só, só porque há bens na herança. Caso o fiador venha a pagar (o que pode ser a opção preferível, por exemplo, para evitar o acumular dos juros enquanto não se consegue vender o imóvel da herança) também tem depois o direito de exigir o retorno das importâncias que pagou sobre o património do devedor faltoso. A contratação de um seguro, apesar de prática habitual (sobretudo no crédito habitação) não é obrigatória. Mesmo existindo pode sempre haver cláusulas que façam com que o mesmo não possa ser activado (por exemplo, a maior parte dos seguros de vida exclui situações de suicídio). Mais uma vez, o fiador deve agir rapidamente para evitar que a situação se agrave com o passar do tempo... Sugiro vivamente a leitura da secção do Código Civil que diz respeito à Fiança, para conhecerem melhor as obrigações e direitos que ela tem enquanto fiadora: https://dre.pt/web/guest/legislacao-consolidada/-/lc/106487514/201704131208/73407798/diploma/indice?q=Código+Civil O facto da dívida ter sido passada a uma empresa de cobrança, pode ser consequência de ter sido incluída num pacote de crédito malparado de que os bancos se estão a tentar livrar, vendendo-os a empresas do género. De que tipo de empréstimo se trata e de que tipo de entidade credora?
  30. 1 point
    Normalmente quando uma dívida vai para essas empresas de cobranças é porque estão a tentar reaver o dinheiro à força. Usam ameaças, usam intimidações, usam a insistência a favor deles. A herança consegue responder pela dívida? Se sim não há nada para se preocuparem. É a herança que responde pelas dívidas e o fiador não tem nada que ver com isso. Se a herança não responder pela dívida, existe o caso de ser obrigatório a existência de um seguro que, no mínimo, paga a dívida pendente. As seguradoras tentam, a todo o custo, que o seguro não seja ativo. As empresas de cobranças normalmente são contactadas é no caso de facturas que já prescreveram de operadoras de gás, energia ou telecomunicações. Se o utilizador não disser que as dívidas prescreveram, as chamadas e mensagens diárias continuam.
  31. 1 point
    Tem a receber sim. Foram ambas entregues dia 30. Assim que houver alteração na do avô, colocarei aqui.
  32. 1 point
    Não sou nenhum perito, nem quero que transpareça isso, por isso não tomes decisões com base no que postei! Mas do pouco que percebo, eu a meter em ouro, só em momentos de volatilidade e pânico onde a malta vende tudo à doida por emoção e se refugia nos metais preciosos, por exemplo no Brexit. É que o preço de uma ação, penso que é uma coisa que é fácil de quantificar e justificar, mas tenho ideia que o preço do ouro é assim uma coisa mais Voodoo, que não segue bem uma regra. O único padrão que lhe conheço é esse que disse, quando a malta se assusta, desata a comprar ouro à parva, sem saberem muito bem porquê, mas fazem-no, contribuindo para a sua subida de preço. Mas mais uma vez, eu sou de longe a pessoa menos indicada para ser levada a sério sobre ouro, até porque nunca em tal coisa investi.
  33. 1 point
    Creio que isso será uma mera limitação do simulador, que não toma em consideração certos aspectos específicos de cada contribuinte. No entanto, no momento da validação e posterior liquidação pelos serviços, penso que a AT já considerará aquela redução, até porque esta resulta imediatamente da lei e também porque o ano de início de actividade é um dado que é do seu prévio conhecimento. Porém, por precaução, pode sempre ligar para o CAT.
  34. 1 point
    Isso parece um caso para contactar um advogado, mesmo que tenha razão deve assegurar que consegue preservar os seus direitos.
  35. 1 point
    Não sendo fundos iguais, mas sendo ambos inseridos na categoria de mistos moderados, vemos que a diferença é abissal na rentabilidade a 1 ano entre o Nordea Stable Return e o BlackRock Strategic Moderate ( apenas disponivel no Best em papel, tem comissão de compra ). De salientar que este ano o Nordea começa a estar a par de outros fundos da mesma categoria, e não é pela má performance de 1 ano que o fundo se torna num mau fundo.
  36. 1 point
    Se é superior a 31 de Dez de 2011 não tem qualquer beneficio fiscal relativo ao crédito habitação, por isso não deve adicionar nada no anexo H.
  37. 1 point
    Jaymz

    IRS

    Já no ano passado havia essa dúvida, houve quem declarasse no G, outros no J. A própria autoridade tributária se contradizia, uns assistentes diziam um outros diziam o outro. Eu entreguei no J e não tive problemas, por isso este ano repeti a fórmula. Mas como cada caso é um caso, se restam dúvidas penso que o melhor será tentar esclarecer tudo numa repartição de finanças.
  38. 1 point
    Está disponivel no site do banco. Declarações Fiscais
  39. 1 point
    Depende. O mais barato é a Degiro mas pode não ser o mais seguro (ou até poderá ser...) Tens depois bancos portugueses (Best, Invest, Big, Carregosa). O importante é escolheres uma conta que seja segregada das outras (Best Trading Pro e outras que recorrem à plataforma do Saxo Bank é para fugir, na minha opinião). Enviei não faz muito tempo um mail para o BIG a questionar sobre a plataforma SaxoBank tendo me respondido que as contas dos clientes são separadas uns dos outros e do próprio banco, no entanto existe contraparte do fornecedor da plataforma que neste caso é o SaxoBank. Perguntei tb pela plataforma MyBolsa. Disseram que nesse caso não existe uma terceira parte envolvida sendo a gestão feita totalmente pelo BIG. Para quem recebe dividendos a MyBolsa é para esquecer pois cobra 2% do montante recebido com o mínimo de 2,5€.
  40. 1 point
    http://rpubs.com/Virtua/Carteira_20161111
  41. 1 point
    Patanisca, mas isso foi para uma semana em especifico, se calhar na semana anterior e/ou na seguinte a conclusao tinha sido inversa! Ou mesmo se tivesses comecado o exercicio noutro dia da semana... Para esse exercicio ser minimamente rigoroso deverias fazer esse calculo para umas quantas semanas. Entao sim poderias tirar algumas conclusoes... Tenho a certeza que facilmente se arranjam ai varias semanas em que foi muito mais vantajoso entrar de uma vez do que faseado... Provavelmente quase qualquer outro dia das ultimas semanas antes destas quedas em que foi sempre a subir e faseando a entrada perdeste o comboio dos ganhos dos dias anteriores...
  42. 1 point
    Fiz um exercício em que comparei 2 cenários, para ver se da próxima vez faço as coisas melhor. Queria comparar dois tipos de entrada para tirar partido de volatilidade no mercado, numa tentativa de aproveitar dips ou correções. Falo claro de fundos 100% acções. Então, no cenário 1, simulei uma entrada All-in no primeiro dia da semana, neste caso usei o dia 21 deste mês. No cenário 2, simulei uma entrada dividida pelos 5 dias da semana, cada dia com montantes iguais. Avaliei os resultados na 2ª feira seguinte, dia 27. No cenário 1 (All in), a perda foi de -1,62%. No cenário 2 (Faseado), a perda foi de -0,68%. A conclusão que se tira é que diluindo, minimiza-se o risco (e o potencial de ganho). E como é muito difícil antecipar os mercados, fazer um all-in é precisamente isso, apostar tudo numa jogada de sorte. Cabe a cada um saber avaliar o seu perfil de investidor para saber se é um tipo que "tem uma boa fezada" ou se é um tipo mais cauteloso que "grão a grão enche a galinha o papo". Eu em particular já me dei bem num cenário de all-in (Brexit), mas desta vez dei-me mal. Diria que para nós, meros curiosos destas matérias, e claro, consoante os montantes, julgo ser mais acertado fasear as entradas, quando se trata de aproveitar um momento de mais volatilidade, como foi o caso deste da semana passada.
  43. 1 point
    Apenas houve troca de UPs, não houve resgate, não gerou nem mais nem menos valias.
  44. 1 point
    Então já sabes alguma coisa, ETFs são fundos mas de gestão activa.
  45. 1 point
    Pensando no iShares Core MSCI World UCITS ETF (Acc) - IWDA - &nbsp;IE00B4L5Y983: é um ETF de acções, constituído por acções de 1.645 empresas. Se comprarmos as acções, recebemos os dividendos das empresas que distribuem dividendos. Se comprarmos o ETF, os dividendos, recebidos das acções das empresas que compõem o ETF (IWDA) e que distribuem dividendos, são acrescentados ao valor do NAV do ETF, pois é um ETF de acumulação. O preço das acções é dado pela cotação do mercado. O preço do ETF é dado pelo NAV, Net Asset Value (mais ou menos o spread), que resulta no valor de mercado do ETF. O NAV resulta da cotação de todas as acções que compõem esse ETF. O preço do ETF é mantido próximo do seu NAV através da arbitragem. Quando uma empresa retem os dividendos, os possuidores das acções dessa empresa não recebem dividendos, pois esse valor vai ser reinvestido na própria empresa, não nas acções da empresa. Quando um ETF acumula dividendos, acrescenta ao seu valor (NAV) os dividendos das empresas que distribuem dividendos. Isto é o meu entendimento.
  46. 1 point
    Abra actividade por conta própria que é mais simples... não tem de se preocupar com IVA e como já desconta para a Segurança Social pela actividade por conta de outrem fica isento. Principal inconveniente - no eFatura tem de indicar para todas as facturas que não estão associadas à sua actividade (mas isso agora até se faz com um clique). Para o ano declara esse rendimento no anexo B da declaração de IRS.
  47. 1 point
    Parece ser uma ideia interessante, obrigado Tens alguma sugestão de nome, descrição e onde poderia ser criado?
  48. 1 point
    O que estava em falta? Se estava no regime de isenção não tinha de entregar declaração periódica de IVA.
  49. 1 point
    Agora percebo a dúvida. Também não sei responder com conhecimento, mas o preço do ETF já deve incluir os dividendos acumulados, uma vez que não há "preços à parte". O valor dos dividendos deverá fazer parte do NAV (Net Asset Value) e não do valor de mercado do ETF. Pelo menos parece-me lógico que funcione assim. O valor do mercado do ETF deverá ser muito próximo do NAV.
  50. 1 point
    Olá Roberto. Espero que ache o fórum útil.