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Conteúdo Popular

A apresentar conteúdo com maior reputação desde 30-03-2017 em Publicações

  1. 5 points
    Como tudo em investimento é uma aposta. A questão é se temos mais probabilidade de ganhar ou perder. Isto está mais que estudado e é conhecido como "Lump Sum Investing (LSI) vs Dollar-Cost-Averaging (DCA)" Sobre isso há uma conclusão já conhecida. LSI trás mais retornos expectáveis. Deixo em anexo uma imagem do estudo da Vanguard sobre isso onde se pode ver que o Lump Sum (investir tudo de uma vez trás retornos mais elevados cerca de 66% das vezes). O artigo da Vanguard está aqui: https://personal.vanguard.com/pdf/s315.pdf Caso prefiram ler algo mais pequeno têm aqui um artigo do wall street journal sobre o estudo: https://www.wsj.com/articles/SB10000872396390443324404577595224260244512 Uma coisa é LSI vs DCA (que é com base em reforços temporais) outra é só comprar em dips/drawdowns. Apenas fiz estudos sobre rebalanceamentos em dips/drawdowns e é pior que rebalanceamento anual fixo (testei em rebalanceamento de 5 e 10%, estudo não está publicado mas penso fazê-lo ainda este ano). Mas também é diferente de comprar em dips/drawdowns. A questão seria dar regras de teste simples e mecânicas. O que é um Dip? 5%? 10%? Fazer uma carteira de 50 mil euros com um reforço de 5000 euros anual mas que só entra depois de uma queda de 5%? (no limite, se não houver uma correcção de 5% no ano xxxx adia para o ano seguinte e reforça 10 mil euros na queda?) LSI vs 5 compras DCA mas que só se podia comprar/reforçar caso o S&P caísse 5%? Seria um exercício interessante de se fazer. Talvez um dia desses depois de aprender mais R P.S. Estaria disposto a apostar que é melhor o LSI com reforço anual fixo.
  2. 5 points
    Vou-te contar um segredo... Ninguém sabe Agora perguntas tu: Como é que vocês investem sem saber quando é o momento certo? São malucos?? Se soubéssemos quando é o momento certo não haveria risco (porque não errávamos). Sem risco não haveria retorno. O facto de nunca saberes quando é o momento certo mas mesmo assim investires é o que faz com que potencialmente consigas ter retornos mais altos do que outros produtos "sem risco" como depósitos a prazo ou obrigações alemãs.
  3. 4 points
    Achas? O S&P tem cerca de 25% de probabilidade de mexer mais de 1% (um pouco mais até). Em média 66 sessões em cerca de 252. Isto no periodo pós 2 Grande Guerra, excluindo assim a grande depressão senão é ainda maior. Diria que um movimento superior a 1% não é nada de especial. Mas deste-me ideia para um projecto. Vou calcular/testar as vezes que o S&P caiu mais de 1%. Não encontro isso na net mas tb não deve ser nada de especial. Quando chegamos aos 2% sim, é raro. Podes ver mais aqui: https://www.stocktradersalmanac.com/UploadedImage/blog_20160222_daily_moves.jpg
  4. 3 points
    Só para ser do contra: In: http://monevator.com/the-slow-and-steady-passive-portfolio-update-q1-2017/
  5. 3 points
    Interessante análise: Como ter a performance do MSCI World Index com fundos de investimento No outro dia nas minhas análises e pesquisas descobri algo curioso. Uma combinação de 2 fundos que replica de forma quase perfeita o MSCI World Index, ou melhor, o ETF que segue este índice. O objectivo deste post é apenas ajudar às pessoas terem opções. É literalmente quase igual por isso cada um que escolha o seu veneno Achei curioso os fundos começarem a distanciar-se nos últimos anos. Esperava o contrário, como o constante aumento de eficiência dos mercados. A análise começa em 2007-02-13, data em que os 3 activos estão em negociação. Os fundos ganham por 0.3%/ano ao longo destes 10 anos e pouco, mas o que achei bem mais impressionante foi a correlação quase perfeita. ETF db x-trackers MSCI World Index UCITS ETF 1C (EUR) | XMWO | LU0274208692 Fundos 50% GS Glbl CORE Equity E Close Acc | LU0257370246 50% MFS Meridian Global Equity A1 EUR | LU0094560744 EDIT: A diferença está toda em 2013. Esse ano os fundos fizeram 23.6% e o ETF 18.6%. A correlação é ainda maior do que pensava pois se tirar este ano a performance é muito muito semelhante ano após ano. Não há um ganho nos últimos anos como disse acima. É só mesmo em 2013 By Virtuagod
  6. 3 points
    Fundos nacionais não são de declaração obrigatória.
  7. 2 points
    Quem tiver o AR PPR já está exposto às obrigações chorudas da Caixa Cxgd 10.75% Perp
  8. 2 points
    A única coisa que pode ser feita é o seu avô deixar em testamento alguma a sua quota disponível (1/3 da herança) para os outros herdeiros. Desse modo a percentagem que cabe à sua mãe é menor, logo é da maneira que o banco fica com uma fatia menor. Com um bocadinho de matemática é possível vocês como netos receberem directamente uma parte da herança por via dessa quota disponível. Mas isso é algo que devem discutir com o seu avô e restantes herdeiros para chegarem a algum acordo. A parte legítima da herança são 66.6%, que têm de ser divididos pelos 3 herdeiros em partes iguais, logo 22.2% para cada um. Ou seja, o banco pode sempre ir buscar esses 22.2% da sua mãe para a dívida. Se não houver nenhum testamento e as coisas ficarem como estão, o banco pode deitar as mãos a 33.3%. Logo para nenhum dos outros herdeiros se sentir lesado, uma ideia seria usar essa quota disponível e dividi-la em 3 partes iguais. Uma para cada irmão e a 3ª parte para si e para o seu irmão. Ou seja, no total cada irmão ficava com 33.3% da herança, a sua mãe com 22.2% (o que o banco pode "comer"), e vocês os netos com 11.1% (a dividir pelos dois).
  9. 2 points
    Relendo a questão desde o início, creio que já percebi qual é a sua dúvida... Permita-me que reescreva a questão inicial de forma menos ambígua (por favor, confirme esta minha interpretação). Uma vez que os filhos estão casados em comunhão geral de bens, as doações a cada um dos membros do casal são, na verdade, propriedade comum, tornando-se, na prática, doações a ambos os membros do casal. Excepção a essa regra seria no caso de a doação ser feita com cláusula de incomunicabilidade, que referiu não ser o caso. Sendo a doação, portanto, feita a duas pessoas em compropriedade, o imposto de selo é devido por cada um deles relativo à sua parte do imóvel: o filho / a filha pagam 0,8% da sua metade do imóvel cada um, uma vez que, na sua qualidade de descendentes, estão isentos da verba 1.2 a nora / o genro, não sendo descendentes nem cônjuges de quem faz a doação, estão sujeitos aos 10,8% sobre a sua metade do imóvel.
  10. 2 points
    Essa situação é frequente em casos em que há duas fontes de rendimento. Tudo porque o IRS é um imposto progressivo, em que quanto maior o rendimento maior a taxa. Ou seja, ganhar o dobro não significa que se pague o dobro em impostos, mas sim bastantes mais do que o dobro, na maior parte dos casos. A retenção na fonte é feita individualmente, como se cada rendimento fosse o único rendimento do titular. Nem seria possível sê-lo de outra forma, a menos que houvesse uma comunicação dos outros rendimentos (o que levantaria, em alguns casos, questões sobre acesso a informação privada). Ao juntar os dois rendimentos, no entanto, constata-se que o que foi sendo retido na fonte é insuficiente para o imposto apurado e é preciso cobrar mais; já o caso em que compara com o rendimento de outro pensionista (que provavelmente tem na pensão o seu único rendimento), a retenção na fonte provavelmente aproximou-se mais do imposto que deveria ser pago; ao apresentar deduções, haverá certamente um montante razoável a ser reembolsado. Fecho com dois exemplos concretos (simplificados): Imaginemos que um contribuinte, viúvo, sem dependentes, residente no Continente, ganha 600€ (brutos) de pensão. Também trabalha a tempo parcial e ganha outros 600€ (brutos) de rendimento da categoria A. A sua pensão não sofre qualquer retenção na fonte. O mesmo se passa com os seus rendimento de trabalho dependente. Isto porque, caso cada um daqueles rendimentos fosse o seu único rendimento (num total de 7000€ no ano) ele não pagaria qualquer imposto. No entanto, quando considerados em conjunto, estes rendimentos já dão direito a imposto. Assim, ao rendimento bruto de 16.800€ são deduzidos 4104€ como dedução específica da categoria A e outros 4104€ como dedução específica da categoria H, obtendo-se um rendimento tributável de 8592€. Deste montante, 7091€ são taxados a 14,5% (a taxa do primeiro escalão) e o restante a 28,5% (a taxa do segundo escalão), obtendo-se assim uma colecta de 1463,82€. Uma vez que não foram feitas quaisquer retenções ao longo do ano (e não considerando as deduções que provavelmente ainda seriam levadas em conta), o contribuinte tem assim de desembolsar esse montante no ano seguinte, ao apresentar a sua declaração de rendimentos. Por comparação, um contribuinte na mesma situação em termos de agregado familiar, mas com um rendimento bruto de 1200€ de pensão (igual, portanto ao contribuinte anterior, mas apenas de uma fonte). Neste caso já sofre retenção na fonte à taxa de 13,5% (ou seja, ao contrário do caso anterior, em cada mês são-lhe descontados 162€ para efeitos de IRS). Ao calcular o imposto, aos mesmos 16.800€ de rendimento bruto, são agora subtraídos apenas 4104€ de deduções específicas da categoria H, obtendo-se um rendimento tributável de 12.696€. Deste montante, 7091€ são taxados a 14,5% e o restante a 28,5%, obtendo-se assim uma colecta de 2633,46€. Descontado o dinheiro que já foi sendo retido na fonte, obtém-se que este contribuinte ainda tem a pagar mais 365,46€. Como se constata, apesar do rendimento bruto ser idêntico em ambos os casos, o primeiro contribuinte paga pouco mais de metade do imposto do segundo, saindo beneficiado pelo facto de ter direito a deduções específicas de duas categorias diferentes. Mesmo assim, e porque não foi adiantando nada para pagamento desse imposto ao longo do ano, ao apresentar a declaração de rendimentos tem de pagar o quádruplo do que aquilo que ainda faltava pagar ao segundo contribuinte, que já foi pagando a maior parte do imposto ao longo do ano. Apesar deste pagamento mais agressivo, a verdade é que o principal beneficiado é mesmo o primeiro contribuinte que acumula com o trabalho dependente - não só paga muito menos imposto, como ainda tem mais rendimento disponível ao longo do ano.
  11. 2 points
    Artigo 31.º, n.º 10, do CIRS: "Os coeficientes previstos nas alíneas b), c) e f) do n.º 1 são reduzidos em 50 % e 25 % no período de tributação do início da atividade e no período de tributação seguinte, respetivamente, desde que, nesses períodos, o sujeito passivo não aufira rendimentos das categorias A ou H."
  12. 2 points
    Atenção quem está a preencher as declarações. Conheci uma situação de perto em que não preencheram o Anexo J apesar dos avisos da aplicação. Para dar seguimento ao processo de liquidação oficiosa a AT considerou valores de aquisição de 0,01€ (ridículo!). Resultado? Mais de 100 k para pagar de imposto sobre rendimentos que inclusive registaram uma menos valia (realização < aquisição). Além disso, um processo que se arrastou por meses decorrente da reclamação graciosa, e que por pouco não gerava penhora de bens...
  13. 2 points
    Acho que pela primeira vez numa análise o meu objectivo não foi "bater" o índice ou maximizar a performance (ajustada ao risco) mas sim minimizar o "tracking error". O objectivo foi mesmo imitar o ETF o mais perto possível para que não haja aquela sensação de "se eu tivesse tido o ETF teria ficado melhor servido". Acho que vai ser um post que vou dar continuidade para ver se os fundos continuam a ter a mesma performance.
  14. 2 points
    Ainda sobre o DCA, há uma alternativa, chamada "Value Averaging". Este artigo da Investopedia dá uma ideia: "Choosing Between Dollar-Cost And Value Averaging" Eu sinto-me mais confortável com o DCA, em vez do Lump Sum Investing (LSI). O value averaging parecia-me demasiado sofisticado para iniciar.
  15. 2 points
    Temos uma grande capacidade para sofrermos por antecipação, a cautela nunca fez mal a ninguém, mas acho que por vezes exageramos, a "sorte", é que vamos tendo alguns eventos onde podemos fazer comparações e antecipar algumas coisas, tinha tudo medo que Trump ganhasse e ganhou, tinha tudo medo do referendo em UK e a vitória do sim, e ganhou o sim, tinha tudo medo do referendo que houve na Grécia e ganhou aquele que supostamente os mercados não queriam...e apesar de tudo isto, estamos cá todos, e sobretudo estão os investidores ( não somos nós que somos migalhas ), a apostarem forte nos mercados, se a Le Pen ganhar e fizer um referendo, também não é liquido que vença a suposta saída da UE, mas e se ganhar? já aconteceu com UK, podemos comparar? talvez sim, talvez não, a única diferença é que não tinham o Euro, de resto... Algo que me parece importante, por vezes parece que nos esquecemos, obrigações e acções puras não têm limite de quedas e subidas, caem até onde têm de cair, sobem até onde podem subir, mas e os fundos? têm de facto estes activos em carteira, mas não têm um gestor? os fundos não têm cada um determinado mandato especifico? classe de risco? não podem por exemplo desfazerem-se dos activos que têm e colocar em liquidez? não têm de minimizar riscos para os investidores?
  16. 2 points
    A questão é que eles testaram em períodos contínuos desde 1926. Inclui bulls e bear markets. Em média é mais rentável fazer all-in. Independentemente do que pensas e do estado do mercado. Se essa é a definição de leigo (ou uma das características) eu considero-me leigo. Ng sabe quando o dip acaba. Está mais que provado que ng prevê o futuro. O fazer sentido e ser boa ou má ideia é com cada um e não dá para quantificar. É algo demasiado subjectivo. O que o estudo da vanguard diz é só sobre coisas quantificáveis. Queres mais retorno? All-in Queres menos risco? Faseado Por isso sim, pode fazer sentido. Terá menos risco provavelmente. Mas o "fazer sentido" está com cada um. Apenas falei de rentabilidade. Pelo contrário. Os testes demonstram uma superior performance de rebalanceamento com reforços em Dezembro. Sempre em Dezembro, independentemente se subiu muito ou pouco, se estamos em Bear market ou Bull Market. Testei vs não rebalanceamento e rebalanceamento em dips/drawdowns de 5 e 10%. Mas como disse isto é para rebalanceamentos, não sei ainda testar com base em reforços.
  17. 2 points
    Parece-me que na Twino os emprestimos não vão aparecendo, aparecem é tipo "fornadas", muitos de uma vez, mas que muitas vezes os "auto-invest" dos vários investidores comem tudo. Quando se quer investir manualmente é ir lá de vez em quando para ver se já saiu mais uma "fornada".
  18. 2 points
    :-) Sou mais um entusiasta de R para Finanças do que outra coisa qualquer. Mas quem sabe um dia... Continuando a exploração. O código só faz sentido em seguimento do anterior. É uma continuação! library(ggplot2) a <- split(over1A, f = "years", k = 1) Nr.anos <- c(1:67) Anos <- c(1950:2016) OnePlus <- as.data.frame(matrix(Anos, nrow=67, ncol=1)) for (i in Nr.anos) { OnePlus[i , 2] <- nrow(a[[i]]) } colnames(OnePlus) <- c("Date", "Times") plot(OnePlus, type = "l") ggplot(data=OnePlus, aes(x = Date, y = Times)) + geom_line(size=1) + ggtitle("Times the S&P had a absolute variation over 1% since 1950")
  19. 2 points
    Dados analisados desde 1950. 67 anos de S&P 500 Probabilidade histórica de: Variação positiva superior a 1% = 10.4% Variação negativa superior a 1% = 9.8% Variação absoluta superior a 1% = 20.2% R code for Reproducibility: #### Initial script commands #### library(quantmod) library(PerformanceAnalytics) getSymbols("^GSPC",src="yahoo", from = "1900-01-01") # Faz o download de todo o histórico do S&P 500 disponivel no yahoo finance SP500 <- GSPC[, 6] # Usa a coluna de cotação ajustada SP500$Ret <- Return.calculate(SP500) * 100 # Calcula o retorno diário e multiplico por 100 para dar em percentagem over1P <- subset(SP500, SP500$Ret > 1) # cria subgrupo com as cotações em que o S&P 500 subiu mais de 1% print((nrow(over1P) * 100) / nrow(SP500)) # Calculei rácio para ver a percentagem de vezes que o S&P subiu mais de 1%. nrow() calcula o número de dias de cada grupo over1N <- subset(SP500, SP500$Ret < -1) # cria subgrupo com as cotações em que o S&P 500 desceu mais de 1% print((nrow(over1N) * 100) / nrow(SP500)) # Calculei rácio para ver a percentagem de vezes que o S&P desceu mais de 1%. Se analisarem bem veem que é uma regra de 3 simples :-) over1A <- subset(SP500, SP500$Ret < -1 | SP500$Ret > 1) # cria subgrupo com as cotações em que o S&P 500 variou mais de 1% (mais de 1% OU menos de -1%) print((nrow(over1A) * 100) / nrow(SP500)) # Vira o disco e toca o mesmo
  20. 2 points
    Andas neste fórum há praticamente 5 anos e num tópico de "Melhores Depósitos a Prazo" perguntas sobre algo que não tem nada a ver...(nem sequer em risco)
  21. 2 points
    E no entanto, parece-me que o MFS Global Total Return é bastante melhor: Com a vantagem de não existirem comissões de subscrição e ter mínimos de entrada bem menores (embora aqui que ninguém me lê, quem não tem 10.000 euros para investir num fundo misto tem de começar a poupar mais ou eventualmente arranjar um emprego com um ordenado mais elevado).
  22. 2 points
    Cara Beatriz, assim sendo só tem uma solução, que é contratar alguém para investir o seu dinheiro. Como compreende, vir ao fórum sempre que o dinheiro fica disponível e alguém lhe dar uma solução mágica para aplicar o seu dinheiro não é sustentável no longo termo. Eu digo sempre isto: as pessoas tomam decisões sobre-racionais, vendo tudo o que é cupões e descontos, para poupar 1€ no supermercado mas estão à espera de investir as poupanças de uma vida num conselho de alguém. É irracional! Estes fóruns servem para tirar dúvidas na aprendizagem, não para alguém investir por si. Para isso tem que contratar um profissional. Boa sorte.
  23. 2 points
    Pelo que tenho visto, a generalidade dos blogs acaba por monetizar o tráfego através de: Publicidade Afiliados Artigos patrocinados Consultoria especializada Venda de produtos físicos relacionados Venda de cursos online ou ebooks Obviamente, o mais indicado dependerá muito das características de cada blog. Ainda assim, julgo que para criar algo mais rentável a longo prazo, uma das três últimas opções acaba por ser mais interessante, mas exige investimento significativo, pelo menos de tempo. As três primeiras, regra geral, exigem níveis elevados de tráfego e/ou nichos muitos particulares.
  24. 2 points
    90% dos velhotes ainda pensa que os CTT é público...vai uma aposta?? e a credibilidade vem dái, da menina simpatica que está ao balcão e lhes dá a pensão e onde o dinheirinho está a render no certificado de aforro de há 30 anos, por isso é fácil deixar os 250 euritos no balcão ao lado . Não quer dizer que o Banco CTT não venha a melhorar, mas sem dúvida que preferia mil vezes um Activo que um Banco CTT.
  25. 1 point
    teoricamente quanto maior é o prazo do depósito, maiores taxas de juro os bancos costumam dar, mas basta comparar a taxa de juro para ter a certeza. o que acontece é que independentemente do tempo de depósito as taxas de juros são sempre apresentadas ao ano o que é preciso depois fazer os respectivos calculos para o tempo do depósito. por exemplo, um depósito a ano de 1000€ com uma taxa de juro de 1%. no final de um ano rende 10€ um depósito a 6 meses de 1000€ com uma taxa de juro de 1%, ao final dos 6 meses rende 5€
  26. 1 point
    Se apenas resgatou uma unidade de participação, deverá indicar apenas o preço dessa unidade. Quando vender as outras 3.95 UPs, aí sim, deverá indicar o custo de aquisição dessas 3.95.
  27. 1 point
    Atenção às reações bolsistas de hoje, está tudo a subir por cá na Europa, e também nos EUA, mas aos mais distraídos convém alertar para o facto de o EUR estar a valorizar quase 1,3% face ao USD, o que acaba por fazer com que os cerca de 1% de valorização do SP500 se traduzam numa valorização efectiva de -0,3%, no caso de fundos em EUR . A quem tem ou quer ter fundos na Europa, hoje vai ter um excelente dia, com o STOXX50 a subir acima dos 3,5%.
  28. 1 point
  29. 1 point
  30. 1 point
    Reações das gestoras internacionais à primeira volta das eleições em França
  31. 1 point
    Sim, foi a uma aquisição a título gratuito, pelo que subsequentes transmissões são enquadradas como mais-valias "normais".
  32. 1 point
    O número de linha deve ser preenchido sequencialmente (a primeira com 4001, a segunda com 4002 e por aí adiante). Na realização indica os valores relacionados com a venda e na aquisição os valores relacionados com a data em que o terreno veio para a sua posse. Já agora, se o terreno tiver sido adquirido por si antes de 1989 então o anexo que tem de preencher é o anexo G1 e não o G pois estará isento de tributação. Mais detalhes pode consultar na Ajuda da aplicação...
  33. 1 point
    Em relação às doações, acima de €500 estão sujeitas a imposto de selo. Quanto ao resto, em Portugal serão rendimentos de uma actividade empresarial (categoria B), o que te obrigaria a abrir actividade/colectar, com eventuais obrigações em IRS, IVA e Segurança. Se fores mudar de forma permanente para fora, deves mudar a tua residência fiscal.
  34. 1 point
    Bom, não havendo alteração patrimonial e mantendo-se a mesma entidade, não estou a ver qualquer margem para ser considerado mais-valias, nem para que tenha de ser declarado. Se fosse uma fusão entre sociedades, a história poderia ser outra.
  35. 1 point
    Não percebi a pergunta. Em primeiro lugar, o imposto de selo é pago ao Estado, não à entidade a quem é feita a doação. Em segundo lugar, como transcrevi anteriormente, as doações entre cônjuges estão isentas desses 10%.
  36. 1 point
    Boas! Se esses 5k são as únicas poupanças que tens e planeias usá-las na aquisição de um carro (ainda que os motivos sejam válidos), pessoalmente acho que deverias ler sobre finanças pessoais, e assim definir um rumo financeiro para a tua vida. Actualmente é extremamente importante que as pessoas definam objetivos, através da criação de um plano financeiro. Em 1º lugar deves ter um fundo de emergência, correspondente ao valor de 12 meses das tuas despesas mensais, que servirá para fazer face imprevistos como o desemprego e saúde. Se tiveres 500,00€ de despesas mensais, esse fundo deve ter um valor mínimo de 6.000,00€. Em 2º lugar poupar uma % do teu orçamento todos os meses, tendo em vista a rentabilização da tua poupança. Em 3º lugar ler sobre finanças. É fulcral que estejas ciente dos riscos que podes correr. Ninguém vai rentabilizar as suas poupanças em DP´s. Lê sobre fundos de investimento para começar. Acredita que não é difícil, e hoje em dia é muito mais fácil investir do que há 10 anos atrás. A vantagem que os fundos de investimento tem face a outros produtos é que não é preciso muito conhecimento para "ganhar" dinheiro. Nota: Atenção que não quero passar a ideia que é fácil ganhar "10%" actualmente, mas a verdade é que se leres o tópico "Fundos de Investimento" perceberás que os fundos que estão na 1ª página, te permitirão atingir esse patamar. Apenas uma ressalva, antes de investires, deves ler e ter conhecimento, afinal de contas, se foi através do teu esforço que conseguiste poupar, quando fores investir deves garantir que o teu esforço na procura de informação foi ainda maior Relativamente à tua questão e tendo em conta que não referiste um horizonte temporal, apenas disseste que não querias períodos alargados, presumo + 12 meses já seja muito. Não vejo grandes opções, esses DP´s com capacidade mobilização antecipada ou um fundo de tesouraria. Bons Investimentos e Boas Leituras.
  37. 1 point
    Na qualidade de pequeno investidor, que vai participando neste forum tal como muitos, achei que não valia a pena utilizar os Small Cap. O IWDA é só de Large Cap. Teria de acrescentar mais um ETF para os Small Cap. No livro "Global Asset Allocation" do Meb Faber, há 3 portfólios que usam Small Caps: 1) All Season: 18% US Large Cap + 3% US Small Cap + 6% Foreign Developed + 3% Foreign Emerging (30% acções) 2) 7Twelve: 13% US Large Cap + 13% US Small Cap + 8% Foreign Developed + 8% Foreign Emerging (42% acções) 3) William Bernstein: 25% US Large Cap + 25% US Small Cap + 25% Foreign Developed (75% acções) No portfólio do Salvador, no início deste tópico, é usado 15% de Small Cap value: 15% VBR – Vanguard Small-Cap Value ETF + 10% VPL Vanguard MSCI Pacific ETF + 10% VGK Vanguard MSCI Europe ETF + 12,5% VWO Vanguard MSCI Emerging Markets ETF (47,5% acções) Estes "lazy portfólios" também usam small caps: 1) Bill Schultheis's "Coffeehouse": 10% + 10% em 50% de acções 2) William Bernstein's "Coward's": 5% + 10% em 55% de acções 3) Frank Armstrong's "Ideal Index": 6% + 9% em 62% de acções Fiz um teste de classes (não são títulos reais) no portfolio visualizer, de Jan 1972 a Fev 2017, com 3 portfólios: 50% small caps + 50% large caps; 100% large caps; 100% small caps; tudos só dos EUA para cobrir mais anos: Conclusão: as small caps têm maior retorno mas também tem maior risco (stdev = desvio padrão). Portanto, ao juntar small caps vais, a longo prazo, ter mais retorno à custa de maior risco. Podes variar as percentagens do portfólio: se deres mais peso às large caps o risco é menor, se deres mais peso às small caps o risco é maior. Não deixemos de ter presente que isto é apenas um teste do passado, que não garante resultados futuros.
  38. 1 point
    Sim, a interactive brokers tem seguro de proteção dos investidores, de $500k por investidor (dos quais $100k são para liquidez). Ainda tem depois uma porteção mais alargada até 30 milhões, mas tem algumas condições extra.
  39. 1 point
    Bem-vindo Matias. Espero que tenha uma participação frutuosa com o fórum.
  40. 1 point
    Quer a viúva quer os filhos são todos herdeiros, não há uns mais herdeiros que outros. Apenas a viúva tem direito a uma parte ligeiramente maior da herança, uma vez que tem sempre direito a pelo menos 25%, dividindo os restantes herdeiros os 75% restantes entre si (cabendo, portanto, 18,75% a cada um). Se os bens eram do casal, ela acumula ainda à sua parte da herança, os 50% que eram seus. Mas nem isso faz dela mais herdeira que os outros - esse conceito de "herdeiro directo" simplesmente não existe. Mesmo tendo um quinhão maior, e admitindo que é foi ela que ficou com o cargo de cabeça-de-casal, nem por isso pode dispor dos bens como lhe aprouver - enquanto não forem feitas partilhas, precisa sempre do acordo de todos dos herdeiros.
  41. 1 point
    darkvader

    IRS

    As comissões deverão ser as cobradas na compra e na venda. Ex: numa venda de 600 acções devem ser consideradas como despesas as comissões de compra dessas 600 acções (mesmo que tenha sido efectuada em anos anteriores) bem como a comissão de venda das mesmas. Quando há vendas parciais, deve-se adoptar um método de proporcionalidade referente á comissão de compra; a comissão da venda aparecerá explícita no momento da venda. Esta é a minha interpretação e é assim que tenho feito. Pena que o fisco se mantenha fechado em copas, nesta e noutras questões, deixando sempre o pagador de impostos ao sabor do livre arbítrio.
  42. 1 point
    @ Sandrina A pensão de alimentos deve ser fixada de forma proporcional às possibilidades de quem tem de a pagar e às necessidades de quem a recebe. Não havendo acordo o valor da pensão, terá de ser o tribunal a fixar o valor. Sugiro que dê uma espreitadela pelo guia disponível na Segurança Social (http://www.seg-social.pt/protecao-juridica).
  43. 1 point
    Quando foi contraído esse crédito? Só juros de créditos contraídos até fim de 2011 podem ser considerados na dedução à colecta, além das restantes restrições
  44. 1 point
    9.2 A código G20...podem confirmar isso no guia de IRS que está na 1ª página que ainda se encontra actualizado.
  45. 1 point
    Ele não aparece preenchido porque está intrínseco. Pode sempre seleccionar "Sim" no quadro 6 para ver os dados que estão a ser obtidos do e-fatura. Quanto aos juros do CH, suponho que o seu crédito seja inferior a 2011, certo? Se sim, se procurar pelo NIF do banco no e-fatura consegue encontrar os valores? Tive colegas meus que tinham os juros como Despesas Gerais Familiares e que tiveram que mudar manualmente (durante o período legal) para Habitação. Porque não validou isto na altura certa? Existem prazos legais para fazê-lo... Não percebo porque deixam tudo para a última da hora. Pode adicionar manualmente no Anexo H essas despesas dos juros (se o crédito for inferior a 31 de Dez de 2011), mas prepare-se para ser chamado às finanças e levar toda a documentação necessária para prestar prova na sua repartição. Agora já não pode alterar as facturas, como tal, se adicionar manualmente no anexo H, terá as despesas dos juros a contabilizar tanto para as Despesas Gerais como para Juros o que é incorrecto. Pode sempre colocar a dúvida no e-balcão e ver o que lhe dizem.
  46. 1 point
    1) O primeiro escalão é até €7091: 14,5% 2) Isso terá agora de ter em conta na declaração de rendimentos do país onde é residente fiscal, que deve ter um mecanismo semelhante de eliminação de dupla tributação internacional.
  47. 1 point
    Jaymz

    IRS

    Já no ano passado havia essa dúvida, houve quem declarasse no G, outros no J. A própria autoridade tributária se contradizia, uns assistentes diziam um outros diziam o outro. Eu entreguei no J e não tive problemas, por isso este ano repeti a fórmula. Mas como cada caso é um caso, se restam dúvidas penso que o melhor será tentar esclarecer tudo numa repartição de finanças.
  48. 1 point
    Patanisca, mas isso foi para uma semana em especifico, se calhar na semana anterior e/ou na seguinte a conclusao tinha sido inversa! Ou mesmo se tivesses comecado o exercicio noutro dia da semana... Para esse exercicio ser minimamente rigoroso deverias fazer esse calculo para umas quantas semanas. Entao sim poderias tirar algumas conclusoes... Tenho a certeza que facilmente se arranjam ai varias semanas em que foi muito mais vantajoso entrar de uma vez do que faseado... Provavelmente quase qualquer outro dia das ultimas semanas antes destas quedas em que foi sempre a subir e faseando a entrada perdeste o comboio dos ganhos dos dias anteriores...
  49. 1 point
    Na declaração poderás substituir os valores (totais) fornecidos pelo e-fatura por valores indicados por ti. Nesse caso, talvez devas guardar essa fatura que não pudeste corrigir, em papel.
  50. 1 point