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Conteúdo Popular

A apresentar conteúdo com maior reputação desde 02-03-2017 em todas as áreas

  1. 4 points
    Vou-te contar um segredo... Ninguém sabe Agora perguntas tu: Como é que vocês investem sem saber quando é o momento certo? São malucos?? Se soubéssemos quando é o momento certo não haveria risco (porque não errávamos). Sem risco não haveria retorno. O facto de nunca saberes quando é o momento certo mas mesmo assim investires é o que faz com que potencialmente consigas ter retornos mais altos do que outros produtos "sem risco" como depósitos a prazo ou obrigações alemãs.
  2. 4 points
    Boas Ontem mesmo publiquei o meu livro sobre a estratégia para me reformar nos 30s, tal como tinha dito aqui no fórum que ia fazer: https://www.amazon.com/dp/B06XJ86PTR Para quem não está habituado ao Kindle, podem sacar uma app do Kindle no site da Amazon e depois ler os livros num computador ou iPad normal. Importante: o preço até segunda feira está a 99 cêntimos porque eu quis oferecê-lo aos subscribers do meu blog e aos followers no facebook. Estou a estender a oferta aos users aqui do fórum mas só consigo garantir este preço até segunda. Depois o preço será entre 3.99 e 7.99€. Obrigado! Já agora, quem comprar pode postar aqui e depois dar-me feedback? Tenho lá muitos dados sobre Portugal e como viver em Portugal, gostava de ter feedback vosso sobre isso - se a vossa experiência é a mesma. Espero que gostem! Fight on! Abraço
  3. 3 points
    Achas? O S&P tem cerca de 25% de probabilidade de mexer mais de 1% (um pouco mais até). Em média 66 sessões em cerca de 252. Isto no periodo pós 2 Grande Guerra, excluindo assim a grande depressão senão é ainda maior. Diria que um movimento superior a 1% não é nada de especial. Mas deste-me ideia para um projecto. Vou calcular/testar as vezes que o S&P caiu mais de 1%. Não encontro isso na net mas tb não deve ser nada de especial. Quando chegamos aos 2% sim, é raro. Podes ver mais aqui: https://www.stocktradersalmanac.com/UploadedImage/blog_20160222_daily_moves.jpg
  4. 3 points
    Tanto pode tentar alcançar uma determinada marca para onseguir manter determinado padrão de vida, como pode optar por simplesmente baixar o nível de necessidades/gastos. Arranjar formas de ganhar mais dinheiro é sempre mais complicado do que arranjar formas de gastar menos dinheiro. Há muitas escolhas (gastos) que fazemos na vida, irreflectidamente e por mera imitação/pressão social. Passamos os melhores 40/50 anos das nossas vidas a trabalhar para pagar essas escolhas, quando na minha opinião deveriamos tentar adquirir o bem de consumo mais precioso: liberdade.
  5. 2 points
    Ok tudo bem, só espero é que não sejas daqueles que muitas vezes por aqui vêm pedir opiniões quando as deles já está mais que formada muitas vezes já investiram o dinheiro. Essa do dinheiro estar lá fora, como disse e bem o JRjordão, tu podes ter o teu capital lá fora, estando cá dentro, quando apostas em fundos de investimento estrangeiros por exemplo, o teu dinheiro não está cá, o banco apenas serviu de veículo na compra, 90% dos fundos estão domiciliados no Luxemburgo. Sobretudo á que olhar bem para a ficha dessa aplicação.
  6. 2 points
    A pedido fiz uma comparação entre o ETF MSCI World IE00B4L5Y983 e o BlackRock LU1241524880 que investe em ETFs e fundos índice e que se encontra no Best com uma comissão de subscrição de 2%. A comparação vem desde a data de 03/06/2015 altura em que o fundo se iniciou. Mesmo sem fazer o backtest, já tinha a noção de duas coisas, o ETF provavelmente teria mais rentabilidade e o Blackrock menos volatilidade, estamos a falar num fundo misto, o ETF óbvio que é acções. Azul: BlackRock Laranja: iShares Nota-se aqui vários momentos, um período de taco a taco, um período em que o ETF andou sempre por baixo, e a partir do final do ano passado um boost no ETF, está aqui patente a questão gestão activa vs passiva . Os números ditam uma rentabilidade média anualizada superior no ETF +2,40% e uma volatilidade muito inferior no fundo em -4%. Vemos que este ano o BlackRock está a bater o ETF em +1,20%. Não estou muito a par dos custos nos ETFs, o BlackRock tem uma comissão de 2%, não tendo mais comissões, a comissão de gestão é de 1% ( como sabem não é um factor eliminatório para mim ), o ETF tem comissão de gestão de 0,20%, as comissões de compra e venda penso de serem de 10€ de mínimo e mais a comissão de custódia, embora haja onde não se pague e tenha comissões de compra e venda mais baratas. Concluo que quem quer algo com maior diversificação, com uma boa rentabilidade, baixa volatilidade, o fundo é uma boa opção, tem um mínimo alto acho que é de 5.000€ e a comissão de subscrição de 2%, são 100€ para os 5k, mas por exemplo este ano a comissão já estava "paga" com a rentabilidade actual, quem quer uma gestão passiva e estar a 100% exposto a acções o ETF seria uma boa escolha. Pede-me estas coisas mas acabo por concluir sempre o mesmo, cada um é como cada qual e só devemos fazer o que nos sentimos confortáveis, eu sentia-me mais confortável no fundo que no ETF, outros serão o contrário.
  7. 2 points
    Boa tarde, Vou tentar responder às tuas questões: 1) Desvalorização: - é cíclica? SIM! - é previsível? Eu não consigo. - é explicável? Eu não consigo. Julgo até que o evento que hoje justifica uma subida / descida no passado e no futuro servirá para justificar o inverso. - é uma ciência oculta / bola de cristal? Não. Julgo que quem é profissional ou muito informado consegue antecipar alguns movimentos (mas não todos). 2) encargos - directamente não pagas nenhum encargo mas indirectamente aquele é o valor que é retirado ao fundo pela gestora. Usando um exemplo. Compras dois fundos distintos a 10 e vendes a 11 e tens uma margem de 10%. Agora imagina que um fundo ten uma taxa de 1% e o outro tem 2%. Para teres o mesmo retorno (10%) o segundo fundo teve que ter melhor resultado para cobrir a taxa de comissão superior. Eu costumo usar a taxa como último critério (se forem exactamente iguais, escolho a menor taxa) mas acho que nunca cheguei a ter que desempatar pela taxa. Paulo
  8. 2 points
    Dip é apenas uma expressão inglesa que quer dizer, resumidamente, a desvalorização que houve em determinados activos, até existe uma que é "Buy the Dips", comprar nas desvalorizações. Ninguém é adivinho para saber se vai haver uma queda ou não, existem tendências apenas, se soubéssemos o que iria acontecer por exemplo o Jaymz tinha reforçado os fundos um pouco mais tarde, para não apanhar a desvalorização que houve, mas quem tem uma visão de médio longo prazo essa questão dilui-se, faz mais sentido no market timming que é geralmente efectuado em outros tipos de aplicações. Na tua 2ª pergunta denota-se uma coisa, que entraste nos fundos de para quedas ou alguém no banco não te soube elucidar sobre as coisas, acho que devemos estar todos conscientes de onde temos o nosso dinheiro, os custos que tem, o noss perfil de risco etc etc etc, e aqui neste caso deve ter havido alguma falha de algum lado, não houve iniciativa de nenhum dos lados para explicar/saber o que são esses custos, passo a explicar: Gestão Max: essa comissão é a comissão cobrada pela gestora desse fundo que tens, o banco dessa comissão recebe uma parte, quando diz Max quer dizer que é o máximo que é cobrado, olhando para a taxa global e de encargos correntes ( que incluem a de gestão e outras ) quer dizer que a de gestão é mais baixa. Estas taxas não são cumulativas como disse acima, basta olhar para a taxa global e é esse custo que tens com o fundo, a mesma é cobrada diariamente, digamos que deve ser do tipo 2,70% / 360, se fores á 1ª página está lá um esquema onde está explicito como funciona o valor da unidade de participação diariamente, onde está lá a rubrica de encargos, que são estas taxas que estamos a falar. Para reforçar, estas comissões já estão diluídas no valor da UP, tu não as sentes, não te sai da conta á ordem.
  9. 2 points
    Não falha... no fim de semana dei ordem de reforço (significativo) da minha carteira principal. Recebi ontem os emails de confirmação e pronto, correção nos mercados Já é a 3.ª vez seguida que isto acontece. Vou começar a avisar aqui com antecedência para a malta aproveitar
  10. 2 points
    O melhor mesmo é aprender a investir: veja este conjunto de livros.
  11. 2 points
    Não tens fundos que invistem - directamente - em matérias-primas. Aliás (sem ser ETFs domiciliados na Suiça) também não tens ETFs que invistam em matérias-primas (parece que quem escreveu o artigo sabe pouco do que está a falar e limita-se a deambular sobre conceitos económicos muito teóricos). O que podes ter é ETC - Exchange Traded Commodities - que investem em ouro, prata ou outras matérias-primas. Procura exemplos no justetf.com para ETCs europeus. http://www.investopedia.com/articles/investing/032116/how-etc-different-etf-iau.asp
  12. 2 points
    força nisso patanisca. Um fundo porreirinho de obrigações corporate de curto prazo que serve actualmente quase como um depósito a prazo , fundo risco 2, penso estar disponível no Best apenas em papel ( deve ser cobrado comissão de subscrição ), mas que pode servir muito bem de estabilizador de carteira. Muzinich Enhancedyield S/T EUR R Acc IE00B65YMK29 Outro fundo de obrigações que quem o fez na altura deve estar actualmente bastante satisfeito é o Oddo Haut Rendement 2021 CR-EUR FR0012417368 risco 3, com mais de 8% de rentabilidade a 1 ano ( paga cerca de 3% de dividendo anual ). O MLIS Marshall Wce Tps UCITS MN C EUR Acc LU0333227550 está nas suas 7 quintas ultimamente, com a volatilidade que tem havido. São ideias mais conservadoras para quem não esteja disposto a arriscar tudo all in como o patanisca
  13. 2 points
    Terminou mais um empréstimo, foi o 8º com sucesso. Sei que há empresas em atraso, algumas em processo de recuperação, mas felizmente tenho acertado sempre em cheio nas que escolho. Esta era de 12 meses (uma raridade hoje em dia), só tenho pena de não ter tido mais saldo na altura para que os meus ganhos fossem mais interessantes.
  14. 2 points
    A senhora (ou a menina) faz muito bem em ter essa preocupação. Se não precisa desse rendimento, obtido com o seu trabalho, deve poupá-lo para que assim, no futuro e quando dele precisar, possa tê-lo na sua mão. Verá então que a "renúncia ao consumo" que hoje conscientemente faz valeu a pena. Sendo assim, a questão que coloca é de grande pertinência. Em que produto aplicar, mensalmente, esta sua poupança? Na opinião, e deixemos que outros amigos opinem com mais autoridade, iria para um produto sem risco (nos dias que correm, talvez seja mais correcto dizer "baixo risco", pois literalmente, "sem risco", não haverá hoje nenhum produto financeiro...), como seja um depósito a prazo ou um produto do Estado. Começando por estes últimos, suponho que os Certificados do Tesouro Poupança Mais não lhe devem interessar, pois exigem entradas de 1.000€ e como diz que vai "poupar poucochinho...", talvez não seja este o produto que encaixe no seu perfil. Sendo assim, resta-nos os Certificados de Aforro, que embora ofereçam uma taxa muito baixinha, capitalizam trimestralmente e permitem efetuar entregas com o limite mínimo de 100€. Será uma possibilidade a ter em conta. No que toca aos depósitos a prazo, terá de visitar alguns bancos e perguntar o que cada um tem para a oferecer. Lembrei-me, por exemplo, do Banco CTT e de uma conta que pode ser interessante para o seu caso, chamada Poupança Livre. Tem algumas exigências (domiciliação do ordenado), mas talvez deva merecer a sua análise. Mas é como disse, há muitos bancos e a senhora/menina deverá procurar, junto das agência, qual deles oferece as melhores condições para o seu caso concreto. Não esmoreça. Procure encontrar a melhor remuneração para as suas poupanças e vá dando notícias.
  15. 2 points
    Bem-vindo Vítor. Que o fórum e 2017 lhe tragam coisas boas.
  16. 2 points
    Perdoe-me a honestidade ao longo do post. Não quero ser indelicado, mas vou ser brutalmente honesto. Antes de mais, o senhor está a perguntar se um negócio com o qual não temos (nem nós nem você) dados quase nenhuns é bom ou mau. Depois, duvido mesmo muito que consiga fazer tudo com 200 mil euros. Não quererá dizer 200 mil a cada um? Isso também seria abusado, mas com menos de 350.000€ não vejo esta reconstrução a ser feita... Só o projecto do arquitecto, adjudicação do Engenheiro, custas camarárias, taxas municipais, alteração de tipo de propriedade / parcelamento à AT, etc já foram mais de 30.000€ e ainda não pegou num martelo. Acabamentos para 4 apartamentos? Só na mobilia das cozinhas (assumindo que não mobila mais) já foram mais 20.000€. Já estamos em 50.000€. Uma cobertura de 90m² são mais 15 a 20.000€. E isso são 90m², se forem 200m² já falamos de 30 mil euros. A obra em si é gerida por quem? Quem escolhe o material? Quem é o empreiteiro? É de confiança? Já vi obras a 50€ / m² mas também já as vi a quase 500€ / m². E os acabamentos? São de 8€/m² ou são de 60€/m²? Depois da obra e antes do arrendamento, tem que pedir a certificação energética. É apenas um pormenor, já que aqui falamos eventualmente de 2.000€ para tudo, mas como estes há outros. Eu poria a questão ao contrário. O imóvel vale X (terá que determinar) e vão investir 200.000€ (novamente, acho o valor muito baixo). A conta depois é fácil fazer. Assumindo que esse X é 50.000€ para simplificarmos as coisas, 250.000€ têm que lhe render no mínimo 7% líquidos ao ano a longo prazo, assumindo uma inflacção de 2% (eu contaria com mais a partir de 2020 mas isso sou eu). Caso contrário, há outras alternativas muito melhores. Ora 7% de 250.000€ são 17.500€. Terá que estimar seguros que vai necessitar para segurar as várias fracções, mais imposto sobre imóveis. Assim que acabar a obra tem que comunicar à AT caso não o façam na Câmara (ter não tem, claro - apenas corre o risco de apanhar uma coima). Com base na nova avaliação será calculado o IMI das várias fracções. Agora a questão simples: depois de deduzidos os seguros, IMI, manutenção (que inicialmente será reduzida, a não ser que lhe cortem caminhos), comissões de gestão de arrendamento e arrendamento em si, contabilista da sociedade, e naturalmente depois dos vários impostos, tem os 17.500€ no bolso? Esses apartamentos arrendam-se por quanto? 500€ por cada, em média? São 2000€. Mais 300€ pela loja são 2300€ mensais, brutos. Anualmente são 27600€ com ocupação de 100%. Assumindo a ocupação da praxe, 80%, já estamos em 22.100€. Aqui temos que retirar as comissões da imobiliária (para simplificar, vou assumir uma renda por ano, já com gestão... estou a ser amigo!). Já estamos em 19780€ taxáveis. E claro que daqui nunca fica com 17.500€ anuais, nem de perto nem de longe. Talvez uns 12.000€ líquidos anuais sejam realistas. Em suma: eu não sei nem posso saber. Há 500 mil variáveis que não conheço. Agora tem que fazer este raciocínio o senhor, por si mesmo. À partida, parece-me um daqueles negócios onde as pessoas se metem, sem experiência nenhuma, a aplicar um monte grande de dinheiro sem grande noção do que estão a fazer. Mais uma vez, não quero ser indelicado, apenas vi este caso várias vezes. PS: Assumi capitais próprios. Se não forem...
  17. 1 point
    Neste momento tem muitos emprestimos com Buyback com taxas de 11%.
  18. 1 point
    Essas soluções pré-feitas dos bancos ou seguradoras são como as refeições pré-feitas dos supermercados. Poucas opções por onde escolher, se cozinhares tu comes mais barato, mais variedade e sabes/controlas o que comes. Se te assusta teres o dinheiro cá, podes apostar em obrigações e fundos residentes noutros países. Mesmo aí com alguma ponderação conseguirás melhor que a proposta da Allianz. Sabemos lá como andarão as taxas daqui a 5, 10, 15 anos? Podem bem voltar aos 3%, 4%, 5%. Um compromisso a 33 anos com 1% líquido, com o dinheiro essencialmente preso nos primeiros 18 anos sob perda de capital, não me parece nada bom. 18 anos a perder dinheiro, tal como ao D@vid, parece-me horripilante.
  19. 1 point
    Bem eu como sabem, sou um acérrimo defensor de fundos de investimento, e quando olho para este tipo de aplicações fico a pensar: " porque é que complicamos tanto na altura de investir o dinheiro?" Só a parte do " nos primeiros 18 anos estarei a perder dinheiro" me arrepia, eu nem tive a fazer contas mas o JRjordão parece que já as fez, mas estar a "investir" em algo que se sabe que durante 18 anos ( é uma vida ) se está a perder dinheiro...imaginem o que não se ganha nesse período numa carteira de fundos, ou se formos mais longe ( e como falaram num PPR ) mesmo em fundos PPR. Faz-me lembrar um seguro que o meu pai me tinha feito em miúdo, e quando cheguei aos 18 anos e comecei a ter mais consciência do que tinha e o que era o mercado em geral, vi que o seguro pagava uma "boa" taxa anual, era de 4%, mas papava 6,4% por cada entrega que era feita... Pondera bem isso, acho que tens mais alternativas, e repara numa coisa, podes dizer assim, bem mas os fundos estão sujeitos ás variações de mercado, não tenho capital garantido, mas eu pergunto, e tens capital garantido nesse produto durante os 1ºs 18 anos? daqui a 18 anos investiste 255.000€, mas tens lá 253.500€, estás 18 anos a perder sistematicamente dinheiro.
  20. 1 point
    A Conclusion for Investors I know from my travels and discussions that there is a high degree of market concern right now. Part of it is uncertainty about Trump policies (from investors of both parties), and a general sense that the rally is extended and markets are “high.” This type of concern is exactly why we must invest based upon data, not emotion. None of our indicators currently warn about the end of this business cycle. Business cycles do not have an expiration date. They do not die of old age. (Yardeni). These are emotional ideas that feel right, but lack empirical support. There is plenty of “upside risk.” Earnings growth is improving, even in the environment of modest growth. The recent market strength could go on for years without any policy changes. If some of the Trump agenda (probably with Democratic support) becomes law, it could mean a spike in both economic growth and profits. We already see improved business and consumer confidence. Jeff Miller - Dash of Insight
  21. 1 point
    :-) Sou mais um entusiasta de R para Finanças do que outra coisa qualquer. Mas quem sabe um dia... Continuando a exploração. O código só faz sentido em seguimento do anterior. É uma continuação! library(ggplot2) a <- split(over1A, f = "years", k = 1) Nr.anos <- c(1:67) Anos <- c(1950:2016) OnePlus <- as.data.frame(matrix(Anos, nrow=67, ncol=1)) for (i in Nr.anos) { OnePlus[i , 2] <- nrow(a[[i]]) } colnames(OnePlus) <- c("Date", "Times") plot(OnePlus, type = "l") ggplot(data=OnePlus, aes(x = Date, y = Times)) + geom_line(size=1) + ggtitle("Times the S&P had a absolute variation over 1% since 1950")
  22. 1 point
    Andas neste fórum há praticamente 5 anos e num tópico de "Melhores Depósitos a Prazo" perguntas sobre algo que não tem nada a ver...(nem sequer em risco)
  23. 1 point
    LU0975848937 GB00B28CN800 GB00B0WGY707
  24. 1 point
    Boa tarde, Pode consultar as actividades aqui: http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/cirs_rep/irs155.htm O momento de passar o recibo deve estar alinhado com o pagamento. Isto é, para sua segurança, passe o recibo quando receber o valor. A periodicidade pode ser aquela que lhe for favorável. Paulo
  25. 1 point
  26. 1 point
    Boa tarde, A minha mãe, algo insatisfeita com os quase 0% de juros da CGD (Braga), dirigiu-se ao Banco Invest para mais informações. De seguida, e perante a diferença grande de juros, decidiu partilhar isso com a sua gestora de CGD. A gestora achou por bem ir falar com a (diretora?) da CGD de Braga ao que ela respondeu para a gestora dizer à minha mãe, e passo a citar "Banco Invest? E logo que banco, esse daqui a 4 anos fecha". Mas que raio de comentário e falta de profissionalismo é esta? Agora vale tudo até tirar olhos? "Bota-abaixo" e siga? Isto quase que merecia uma queixa no Banco de Portugal! Cumps
  27. 1 point
    Como o @scpuser indicou, a educação financeira deverá ser o seu primeiro investimento. Existe bastante literatura ac€ssivel (livros, artigos etc). Depois das primeiras leituras, dúvidas mais concretas surgirão e o pessoal aqui do fórum terá todo o gosto em ajudar.
  28. 1 point
    USD/EUR a desvalorizar bastante deste o anuncio da FED, quem estiver para entrar em fundos EUA, esteja atento, pode ser uma boa oportunidade, uma vez que a FED ainda quer subir as rates mais 2 ou 3 vezes este ano.
  29. 1 point
    Não, amigo, este ano nada deve declarar. Apenas no ano em que efetuar a venda desse fundo, deverá declarar a transação. Para isso precisará do preço de compra, do preço de venda e dos custos financeiros relativos à transação. Mas não se preocupe, já que o banco, nesse momento, fornecer-lhe-á toda a informação. Então, sendo cliente do Best, tem a garantia de um bom serviço a esse nível, já que o banco envia aos seu clientes - repito, no ano em que realiza vendas de fundos - toda a informação necessária para o IRS.
  30. 1 point
    Malta tenho uma informação acerca dos regates de UPs de fundos nacionais compradas antes da mudança da tributação em Julho de 2015. Até aqui eu pensava que, todas as valorizações das UP nos fundos nacionais até essa data, eram já líquidas de imposto e no momento do resgate, não teria de ser tributado mais nada. Então assumi que num cenário em que tenha comprado 100 UPs a 10€ cada uma em Jan 2015 e mais 100 UPs em Janeiro de 2016, no momento de resgatar, as mais valias geradas pelas primeiras 100 UPs até à data de Julho de 2015, manter-se-iam intactas e liquidas de imposto. (Ver o EDIT) Mas não é isso que acontece, se der ordem de resgate da totalidade das UPs, as valorizações que já haviam sido consideradas líquidas no Pre-Julho2015, sofrem tributação de 28% na mesma! Resultando em dupla tributação, penso eu. Aconteceu-me isto comigo, ao ser-me aplicado 28% de taxa no montante total da mais valia, seja ela gerada antes ou depois da alteração da fiscalidade em Julho 2015! Agora a dúvida é, isto é suposto ser assim, ou depois no IRS tenho que fazer contas para ir evitar a dupla tributação? EDIT: Acho que já topei o que se passou. A questão é que todas as Compras que fiz de UPs antes de 1 Julho de 2015, foram a preço superior ao desta data, fazendo com que até aí apenas tenha sofrido perdas, e todas as mais valias geradas foram feitas a partir daí, fazendo sentido serem tributadas então a 28% no acto do resgate. Acho que assim sendo, está tudo correcto.
  31. 1 point
    A Degiro lançou uma aplicação móvel para o IOS e Android. Informação recebida por email em 17-03-2017: "... uma aplicação melhorada e que se encontra neste momento disponível na App Store (iOS) e na Play Store (Android). O que há de novo? Login facilitado através de código de 5 dígitos. Acesso a índices, ganhos e perdas diárias de ativos na página de Mercado. Motor de busca de ativos melhorado. Aceda e administre a sua lista de favoritos. Consulte gráficos e detalhes sobre os vários produtos financeiros. Log out automático após inatividade de 10 minutos."
  32. 1 point
    Também confirmo que deu cashback em pagamentos em sitios onde por norma não aceita cartão de crédito.
  33. 1 point
    Por exemplo: https://lt.morningstar.com/okhysb8aoh/snapshot/default.aspx?id=F00000259C&ClientFund=1&LanguageId=pt-PT&CurrencyId=EUR&UniverseId=FOEUR%24ALL_593&SecurityToken=F00000259C]2]1]FOEUR%24ALL_593&PensionId= ou: https://lt.morningstar.com/okhysb8aoh/snapshot/default.aspx?tab=5&SecurityToken=F000002TDA]2]1]FOEUR%24%24ALL_593&Id=F000002TDA&ClientFund=1&CurrencyId=EUR
  34. 1 point
    É verdade, acabei por emprestar ao que faltam 6 meses para acabar
  35. 1 point
    Parece pouco mas é 10xs superior ao que a CGD oferece.
  36. 1 point
    Não é possível vender sem a autorização de todos os herdeiros. Têm mesmo de tentar arranjar alguma forma de contactá-lo.
  37. 1 point
    Obrigado David, mas certamente me manterei em 2017 100% stocks por 2 motivos: 1 - Ainda estou na CGD, ainda não apareceu uma boa campanha do Best para mudar. Portanto só tenho acesso aos fundos Caixa. 2 - Tenho 31 anos, posso bem alocar 70% ou mais do meu capital a stocks, não tenho medo.
  38. 1 point
    Acabei de retirar tudo, vou alocar tudo a stocks, uma carteira de fundos quase 100% stocks. Afinal o Bull ainda corre. Tenho uma percentagem de cerca de 40% do meu capital alocada em produtos do estado (CAs e CTPMs) portanto, não vejo necessidade de ser conservador na carteira de fundos neste momento. É All-In. E que o Trump nos ajude!
  39. 1 point
    Veja aqui (http://www.forumfinancas.pt/forum/7-investimentos/ ) e nos respectivos sub-quadros, julgo que pode encontrar muita informação interessante.
  40. 1 point
    Se dissesse diferente é que era estranho Não tenho olhado para a situação particular do Popular, mas se isso o preocupa seriamente e se existem alternativas, porquê manter a situação?
  41. 1 point
  42. 1 point
    Corrijam-me se estiver errado, mas penso que no Raize a taxa de juro é constante. O valor em dívida é que vai diminuindo a cada pagamento e como tal o montante recebido em juros também decresce, uma vez que a taxa incide sobre um valor em dívida menor de mês para mês.
  43. 1 point
    Eles inicialmente têm prazos muito longos, mas eu só invisto naqueles com prazos que já estão mais próximos do fim.
  44. 1 point
    BL fundos estrangeiros é liquido com obrigatoriedade de serem declarados, penso que nessa minha afirmação estava a me referir a um caso de um resgate de um fundo português, nos fundos portugueses houve uma espécie de periodo de transição até 1 de Julho de 2015, nos fundos estrangeiros a lei entrou em vigor logo a 1 de Janeiro.
  45. 1 point
    O cabeça de casal não tem mais direito à herança. Tem a mesma percentagem que os outros herdeiros, salvo testamento em contrário.
  46. 1 point
    Não é necessário declarar juros. Apenas o faz quem escolhe fazer englobamento de rendimentos de capitais se vir que é vantajoso para si.
  47. 1 point
    Viva. Obrigado pela continuada participação no fórum. Não se quer registar, julgo que torne o processo de comentar mais fácil e adicionalmente ajuda a mostrar que frequentemente dá contributos importantes.
  48. 1 point
    Os dividendos estão sujeitos a uma taxa liberatória, pelo que NÃO necessitam de ser declarados.
  49. 1 point
  50. 1 point
    Tu tens na ideia que para fazer isto é preciso poupar o dinheiro todo, comprar os apartamentos, e começar a viver dos dividendos. Se assim fosse só perto da idade da reforma se conseguiria. Mas isto é parte do que ensino às pessoas a quem dou coaching. Nunca herdei nada, a não ser um pequeno terreno numa aldeia que só me dá prejuízo. O meu salário (do meu emprego) é mais ou menos o que referes, mas como eu já referi vou buscar muito dinheiro em impostos todos os anos, e tenho outras fontes de rendimento. Além disso não levas em conta os investimentos de capitalização que são a "grande arma". Se tivesse que escolher um instrumento eram stocks, sem dúvida. Não é estalar os dedos e não está à altura de qualquer um. Para se fazer isto em 10 anos é preciso querer-se isto em todos os dias desses 10 anos. Se não "ser muito esbanjador" chegasse, então muita gente fazia isto. O investimento (que pouca gente faz / sabe fazer) desde o primeiro dia é a chave, mas já te disse isso duas ou três vezes...