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    • maj.lraep
      eu pessoalmente vejo as coisas assim: uma parte - seguro (depósito coberto pelo FGD) uma parte - risco mais intermédio uma parte - risco mais elevado (stocks)   agora as % já com cada um consoante a sua vida pessoal  
    • D@vid
      Vou ouvindo essa conversa dos máximos desde 2009, aliás, se formos a pensar um pouco, gostamos sempre de arranjar uma pequena desculpa para o não investimento nos mercados, se estão a cair o melhor é não entrar porque estão a cair e sabe-se lá até onde irão, se estão a subir espera-se uma queda a qualquer momento e portanto é melhor não entrar. Andamos sempre á procura de algo seguro e com uma boa rentabilidade, e isso bloqueia a maior parte das pessoas, acabam por optar por DPs miseráveis que só dão dinheiro a ganhar aos bancos, ou a comprar certificados de aforro com taxas actuais bastante baixas, ou se está disponivel para investir para um prazo alargado e com diversificação, ou então o melhor é deixar estar como está, não se pode é dizer que se quer investir, quando na realidade o que se quer é ter o capital "garantido" e ganhar uma taxa de juro fixa e no mínimo 4% , isso não é investir, é aforrar.
    • Visitante MRodrigues
      Agradeço a sua resposta ruicarlov ! 
    • ruicarlov
      Pelo que li, as situações que levantam muitas dúvidas são os casos em que os veículos tem no certificado de matrícula "Mercadorias", apesar de terem mais de três lugares. É sobre esse caso que a autoridade tributária elaborou o Ofício-Circulado n.º 30152/2013, onde dizem especificamente que são os veículos com mais de três lugares que estão excluídos da dedução do IVA. Ora se o seu veículo tem cumulativamente "até 3 lugares" e no certificado de matrícula é do tipo "mercadorias", parece-me que não está abrangido pela exlcusão mencionada neste ofício.   http://info.portaldasfinancas.gov.pt/NR/rdonlyres/6BDB367B-E85C-461F-8338-B806261F7016/0/IVA-of circ 30152.pdf
    • Pedro.j50
      Cinco anos passaram ,mas o tópico continua actual. Mais actual que nunca. Ainda ontem  o  Jornal Negocios  publicou noticia que refere que Portugal está vulnerável. Uma má noticia no sistema bancário , ou uma subida geral dos juros noutros paises , poderia fazer com que o juro que portugal paga dispare.   " Na matriz dos riscos para a economia portuguesa o FMI atribui uma probabilidade elevada a uma subida dos juros, seja por uma redução do apoio do BCE, pela perda do "rating" do único "rating" em grau de investimento ou por dificuldades no sector bancário. ".   http://www.jornaldenegocios.pt/mercados/obrigacoes/detalhe/fmi-lanca-avisos-sobre-riscos-dos-juros-da-divida-sem-o-efeito-bce?ref=HP_Destaquesduasnotícias A interrogação da guest é pertinente. A Inglaterra  abandonou a união europeia.   Caso Portugal perca acesso aos mercados de Capitais ( O Juro das obrigações a dez aos está em 4% ) ,o que poderá acontecer ? A hipotese do Euro se desfazer continua em cima da mesa. Também eu me debato com essa pergunta. Como colocar as finanças a salvo ? O Barclays desapareceu. Fazer conta em moeda estrangeira salvaria o investidor ?  Talvez não porque o Governo   poderia obrigar à conversão desses activos  em moeda nacional a uma taxa desfavorável.   Precisam-se de ideias. Obrigado.        
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