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    • maria valis
      Boa tarde! Solicitava que me esclarecessem as seguintes dúvidas: O meu pai  faleceu recentemente não tendo deixado testamento. A minha mãe vive ainda Feita a relação de bens e entregue nas finanças, nada consta relativamente a doações que os meus pais (casados em regime de comunhão de bens) realizaram em vida. 1º as doações de bens imóveis, objeto de escritura, igualam-se à doações em dinheiro? Estas doações a filhos podem inscrever-se na quota disponível? 2º Sendo a doação de um bem imóvel sido registada no momento da doação por um valor bastante inferior ao que hoje regista a caderneta predial, qual o valor que deve ser considerado para efeitos de partilhas? 3º No caso do imóvel doado não fazer parte da quota disponível, pode o herdeiro (filho) restituí-lo à herança para constar das partilhas? 4º No caso em que pagou o apartamento a uma filha, já vendido posteriormente pela mesma, deve esse valor fazer parte da quota disponível ou não? Não deverá este valor ser objeto de colação? E que valor deve ser considerado para o mesmo, caso seja parte da herança? 5º Os meus pais realizaram doações em dinheiro a um dos netos à revelia dos pais. Podem estes ser prejudicados na distribuição da herança?   Obrigada!
    • Visitante Célia
      Obrigado MonteiroSAM86; a autoridade tributária exige sempre prova se se proceder à alteração? Fui às finanças previamente, onde me disseram que o problema foi do banco; a questão é que o banco ainda não procedeu à correção. Devo pedir um documento escrito pelo banco a assumir o erro? Obrigado
    • MonteiroSAM86
      Quando for preencher a sua declaração de IRS, todos os valores preenchidos automaticamente são possíveis de alterar, consequência da alteração é a Autoridade Tributária vir a exigir prova. Nesse momento, se estiver bem fundamentado da sua alteração, não haverá de problema para si.  Espero ter respondido ao solicitado. 
    • carlos2008
      NÃO. O primo do teu pai ( solteiro, sem ascendes ou descendentes ) pode deixar os seus bens a quem muito bem entender : à Santa Casa, à Protetora dos Animais, à Junta de Freguesia, aos gatos lá da rua, ao canil municipal, aos ciganos do acampamento mais próximo....ou à namorada que parece que é o que ele decidiu e, talvez, bem uma vez que deve ser a pessoa de quem ele gosta mais neste momento. Portanto nem vale a pena vocês pensarem nisso, esqueçam esse assunto  e deixem o homem em paz com a sua namorada: se ela é boa ou má rapariga só a ele diz respeito, o teu pai já tem a dele ( que deve ser a tua mãe, claro )  abç
    • Visitante Nuno
      Bom dia. Tenho um empréstimo para habitação permanente com um daqueles spreads baixissimos. Recentemente comprei outra casa, para onde me vou mudar e que passará a ser a minha habitação permamente. Pedi simulações no meu banco, onde já tenho o primeiro empréstimo, e fui informado que pretendem rever o meu spread do primeiro empréstimo, pois passará a habitação secundária. Do que vi, no meu contrato(escritura), o spread pode ser alterado se por acaso deixar de ter os produtos mencionados no referido contrato (cartão de crédito, ...) e ainda assim estipulam um tecto máximo de 2% para essa alteração. Também vejo cláusulas que o banco pode exigir o pagamento caso eu arrende a casa sem efectuar qualquer comunicação ao banco. A única menção a "Habitação permanente" é mesmo no objectivo/destino do empréstimo. Nestas condições, o banco term bases para alegar que quer rever o spread do primeiro empréstimo? Do que me parece, querem aproveitar para rever um spread que não lhes é de todo vantajoso e condicionar-me na contratação do novo emprétimo noutro banco. Por favor ajudem-me a esclarecer esta questão. Obrigado.
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