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    • ruicarlov
      Se realmente os problemas só começaram depois da morte da sua mãe, no meu entendimento não estou a ver como pode o banco cair em cima dos outros herdeiros. A fiança extingue-se com a morte do fiador. O que passa para os herdeiros são os valores que o fiador já foi chamado a pagar antes da sua morte. Mas de momento não estou a conseguir encontrar quais os artigos do código civil que dizem isso.
    • ruicarlov
      Quando se trata de dinheiro, recomendo seguir este pensamento: Se na sua cabeça a hipótese de ser burla não é desprezável, então não avance.
    • spirit
      Deve declarar as rendas no anexo F, podendo optar pela tributaçao pela taxa autónoma de 28% ou pelo englobamento em conjunto com outros rendimentos que tenha (é uma questao de fazer uma simulaçao para ver se lhe compensa).
    • Visitante NCosta
      Ola,  Sou senhorio e emito recibos de rendas a um inquilino singular, as rendas nao ultrapassam os 10.000 euros, anuais, quando for entregar o IRS, paga-se imposto mesmo não tenha ultrapassado os 10mil euros? Obrigado Nuno
    • FAngela
      A Genealogia tem o "encanto" de se tentar perceber como vivam ou eram os nossos ancestrais .....  e,  sem querer, tropeçamos (à primeira vista) em  ilegalidades praticadas por familiares desonestos.

      Agradeço a vossa ajuda para este caso concreto!  

      Numa escritura pública de doação, datada de 1916, os pais doam aos seus 10 filhos,  na mesma proporção,  todos os bens móveis e imóveis, sendo estes usufrutuários até à sua morte.

      1 filho morreu em 1939, sendo que a sua parte reverteu para os pais. Ficaram 9 irmãos.
      O pai morreu em 1948, ficando a sua mulher como cabeça de herança. 
      A mãe morreu em 1961, ficando o filho mais novo que vivia na casa de família como  “cabeça de herança” e dá relato disso às finanças com a indicação do seu nome e de mais 8 irmãos como herdeiros.

      Destes 9 irmãos, 4 casaram com descendência. Os outros 5 morreram solteiros, sem testamento. Esta herança nunca teve qualquer desenvolvimento, a não ser 1993. Foi reclamada por herdeiros universais e outros indirectos, sendo que nas respectivas Habilitações de Herdeiros foram considerados bens de 7 irmãos ....   e dada altura, descrevem as ditas Habilitações Herdeiros :

      " que não existem outras pessoas que, segundo a lei prefiram aos referidos herdeiros ou que com eles possam concorrer na sucessão da herança " .

      Que não é verdade!    Ora a herança, conforme Escritura de Doação,  pertence a 9 irmãos e não a 7 irmãos.  Os dois irmãos que ficaram de fora, um morreu, 1978, solteiro sem geração e o outro morreu em 1990, viúvo, com descendência.  

      Ou seja, a herança que era devida a 9 filhos e por morte destes,  aos seus legais herdeiros, foi reclamada sobre 7 filhos.   No mesmo dia da escritura de Habilitação de Herdeiros, fizeram uma Escritura de venda de "quinhões".  Em conclusão:  uma herança que era devida a 9 irmãos e por morte destes,  aos seus legais herdeiros, foi reclamada sobre 7 irmãos. Parece haver aqui um abuso de apropriação indevida de  partes da herança que cabia a dois irmãos.

      Gostaria de saber se ainda é possível repor a verdade sobre esta herança,  pois já passaram 24 anos. .....  e o que se deve fazer?

      Os meus agradecimentos  
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