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    • dpinto
      Correto, foi uma comparação genérica, sem grande rigor.
    • Samador
      Obrigado pelo esclarecimento.
    • Rui Ornelas
      Bom dia, Alguém me pode ajudar sobre esta dúvida sobre mais-valias, IRS, preenchimento do anexo G, valor da aquisição? 1. Meu pai faleceu em 2005 e deixou de herança uma moradia avaliada na data da herança em 10.000€ 2. Os seus herdeiros são 3, 3. Em 2015 foi construído uma fração autónoma sobre a moradia existente e pedido a certificação para propriedade horizontal com duas frações, 4. Em 2015 a fração A foi avaliada pelas finanças em 30.000€ e a fração B em 36.000€, onde passou a haver um novo artigo para cada uma das frações… 5. Em 2016 houve uma partilha da fração B, em que eu adquiri 1/3 de cada um dos outro herdeiros, ficando como proprietário da fração B, ficando a fração A em nome da herança… Como preencher o anexo G do IRS por parte da minha mãe, (a data e o valor da aquisição), se à data da herança, a fração B não existia? Minha mãe deve considerar a data e o valor da aquisição o valor da primeira avaliação das finanças à fração B, neste caso seria 1/3 dos 36.0000€ que é 12.000€?
    • D@vid
      Jà se falou nisso em tempos, o único exemplo que temos é do BPN, onde a gestora foi comprada por outra e tudo ficou igual, se a gestora não for comprada é fazeres o resgate ou uma transferência para outro banco, mas não será como é óbvio algo de um dia para o outro e tranquilo, não será concerteza, mas uma coisa é certa, quem tem unidades de participação o dinheiro é sempre do cliente, melhor que ter depósitos ou obrigações da instituição.
    • ruicarlov
      Em muitos casos o rendimento não é disponibilizado em Portugal. É disponibilizado no país x que depois pode ser transferido para Portugal. Por exemplo tenho uma conta numa correctora americana, e é nessa correctora que os rendimentos são disponibilizados. Faço compras/vendas e recebo dividendos e esse dinheiro ainda não passou por território português, pois sempre esteve na correctora. Até tenho de preencher formulários para evitar dupla tributação de dividendos, e poder deduzir o que já foi retido na fonte no IRS do ano.  No anexo J é que está comtemplada a opção de inserir o imposto pago no estrangeiro.
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