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    • Mouro Emprestado
      Só um aparte PFonseca, se tiveres menos de € 10.000 e não conseguires poupar, por ano, pelo menos € 2.500, não sei se investir em ETFs será o melhor, por causa das comissões (atenção às comissões escondidas na Degiro). Considerações aparte, aplicando esse portfolio do David Swensen, escolheria os seguintes ETFs: iShares Core MSCI World UCITS ETF (IE00B4L5Y983) - Acções Globais db x-trackers FTSE EPRA/NAREIT Global Real Estate (LU0489337005) - REIT iShares $ Treasury Bond 7-10yr UCITS ETF (Acc) (IE00B3VWN518) - Treasuries iShares $ TIPS UCITS ETF (IE00B1FZSC47) - TIPS   Dos ETFs acima, e para testares o seu historial, sugiro-te que cries uma carteira hipotética no JustETF, para ver como é que se portou nos últimos (era importante apanhares o crash desde meados de Junho de 2007). Terás de trocar o primeiro ETF por um com maior historial (eu uso o db x-trackers MSCI World Index UCITS ETF 1C (LU0274208692), porque tem historial desde 2006). Por outro lado, e ainda que não exista nenhum ETF de REIT global que acumule dividendos com maior historial, podes sempre testar a performance teórica da carteira com um ETF de distribuição de dividendos (por exemplo: iShares Developed Markets Property Yield UCITS ETF (IE00B1FZS350)).   Se quiseres, deixo-te o desafio de testares essa carteira no JustETF num pressuposto igual aquele que deixei neste post (http://www.forumfinancas.pt/topic/5360-etfs-exchange-traded-funds/?do=findComment&comment=129797 ), ou seja, capital inicial de € 10k a 1 de Julho de 2007, reforços anuais de € 2k a cada 1 de Julho e custos de € 15 por cada transação de ETFs, para compararmos as rentabilidades históricas  
    • Patricia Abreu
      alguns esclarecimentos adicionais: 1. No meu acordo de divórcio, está escrito apenas que as despesas de saúde dos filhos são a dividir pelos dois; 2. No acordo de divórcio, não há qualquer referência ao reembolso da ADSE que a mãe paga opcionalmente; 3. Os descontos que faço para a ADSE são os mesmos, com ou sem filhos; 4. Resido nos Açores, onde ainda são escassos os médicos com protocolo direto com a ADSE, pelo que as consultas são pagas na íntegra e meses depois é que recebo o reembolso; 5. Esse reembolso é de 20,45 € por consulta. Só em caso de tratamentos ou exames é que o valor pode ser superior, conforme   o exame ou tratamento em questão; 6. Um último ponto que me parece ainda mais importante: numa consulta de 50 €, pagando eu 25 e o pai os outros 25, recebo de reembolso os tais 20,45€, quer apresente o recibo com o valor total da consulta quer apenas com a parte que efetivamente me compete. Ou seja, se o médico me passasse um recibo com os 25€ que eu pagaria da minha parte, continuaria a ser reembolsado em 20,45€, não precisando do valor pago pelo pai para receber o valor máximo de uma  consulta; 7. Só neste assunto é que o meu ex-marido se sente lesado. Noutras coisas, como o facto de ser ele a deduzir o seguro de saúde dos nossos filhos no IRS dele, diz que o valor do reembolso é irrisório, não admitindo devolver-mo. O registo de um dos nossos carros para passar para meu nome ou o pagamento de retroativos de condomínio respeitantes ao período em que estávamos casados também disse que eram para eu pagar por inteiro, já que fui eu quem ficou com esses bens. Enfim, o critério é conforme a conveniência...
    • pfonseca
      Olá a todos,bom dia, Estou na fase final do meu portfólio, quase pronto para iniciar o meu investimento. Decidi desistir da Vanguard, e concentrar-me nos ETF que não distribuem dividendos, seguindo os conselhos deste post  - tinha de verificar por mim que tinham razão. Baseei-me no portfólio "Swensen Lazy", dos Core-Four Portfólios, e cheguei ao seguinte: 55% Acções Globais; 15% REIT Global; 15% Tesouro dos EUA de Longo Prazo; 15% Tesouro dos EUA de Médio Prazo  ou de Curto Prazo ou ainda de TIPS ( Treasury Inflation Protected Securities). Prefiro apostar nas obrigações dos EUA do que nas da Europa, mesmo com risco cambial. Em concreto: 55% IWDA ou SPYY + 15% SPYJ ou XGLR  + 15% IS04 ou SPPX + 15% CBU3 ou CBU7 ou TPSA SPYJ, IS04 e SPPX distribuem dividendos Os ETF da SPDR têm menos transacções do que os da iShares, principalmente o SPYY relativamente ao IWDA. As despesas anuais podem ir até 0,60%, contando com os 28% sobre uma estimativa dos dividendos dos ETF, que distribuem dividendos. Todos estes ETF aparecem na lista da Interactive Brokers. O IWDA aparece na lista dos ETF grátis da Degiro, mas não dá para consultar os outros ETF. Pesquisei também alguns portugueses mas também não consegui encontrar quem tenha estes ETF todos. Gostaria de saber a vossa opinião, principalmente sobre a escolha entre o CBU3, CBU7 e TPSA.
    • Patanisca
      Eu destaco os meus da CGD (que ainda não mudei para o Best [batam-me!]): Acções EUA 1 Mês  +7,75% | YTD  +1,34% Acções EUROPA 1 Mês  +11,49% | YTD -8,64% Acções Líderes Globais 1 Mês  +7,93% | YTD +4,36% Obrigações Longo Prazo 1 Mês +1,24%   | YTD +6,13%   Nada mau, este pós-Brexit!
    • D@vid
      Explicação dada na 1ª página, porque me parece que há alguma confusão a nível de quem é credor do quê. Credit Linked Notes (CLN) Uma Credit Linked Note é um activo financeiro que consiste na combinação de um CDS e de uma Medium Term Note , ou seja, apresenta características quer de um derivado quer de uma obrigação. Estas Notes dão ao investidor a possibilidade de ter exposição ao risco de crédito de um determinado emitente sem que para isso seja necessário deter o activo desse emitente em carteira. Esse risco é obtido através da CLN que é emitida por uma entidade vendedor de protecção e emitente da CLN - que faz um CDS ( credit default swap ) com quem quer comprar protecção para o risco de crédito e que em simultâneo emite a CLN que vende ao investidor. Com o dinheiro da venda da CLN o emitente adquire obrigações de rating elevado e o retorno da CLN consiste na combinação do retorno das obrigações de rating elevado com o pagamento periódico que o comprador de protecção faz. Assim, o investidor na CLN está disposto a correr o risco de crédito associado ao título de crédito que o comprador de protecção detém, em troca de um cupão mais elevado. As CLN são utilizadas sobretudo por quem não tem acesso directo ao mercado de swaps de crédito (por exemplo por falta de linhas de crédito) ou por quem não quer ter um CDS directamente em carteira... Edit: E para quem não pode despender, em muitos casos, de 50 000€ ou 100 000€ para comprar uma obrigação sénior, uma vez que num estruturado bastam 1 000€. O risco associado a este tipo de produto centra-se no evento de crédito, que poderá ser a Insolvência tanto da Entidade de Referência, como da Entidade Emitente... Edit: Nas fichas de informação estão mais exemplos de eventos de crédito: Falha no Pagamento (Failure to pay) Reestruturação dos termos originais contratualizados de obrigações, créditos ou empréstimos (Restructuring) A partir do momento em que a casa mãe ( Oi ) suspende os pagamentos e pede protecção contra credores, fez-se a pergunta á entidade competente ( ISDA ), se esta protecção judicial seria considerado um evento de crédito na subsidiária PT, no qual foram unânimes em dizer que sim, a partir daqui, quem é detentor deste tipo de produto irá ser reembolsado antecipadamente, ( ainda poderia haver uma hipótese de se receber obrigações ) ao valor de leilão feito onde determinam o valor dado ás obrigações ( o mercado já há muito as estavam a cotar nos 20% ) que se cifrou nesses mesmos 20%, a este valor é retirado uma percentagem em cada produto, os custos da taxa swap. Isto é o que eu pessoalmente entendo da situação, uma vez que costumo ler tudo muito bem sempre que invisto em algo, e como detentor passado de um CLN da EDP, estudei tudo antes de subscrever, custa-me a crer algumas coisas que vou vendo e ouvindo quando se confunde um CLN com uma Obrigação directa, no entanto não deverei saber tudo, por alguma razão este tipo de aplicação se chama Produto Financeiro Complexo.  
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