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    • atlas
      Cada um pode ter a sua ideia sobre o que é ou o que não é justo.   No entanto, para o caso concreto (e é de um caso concreto que estamos a falar), tudo o que foi dito é irrelevante.   O pai terá de suportar o que no acordo (ou na sentença de regulação das responsabilidades parentais, se tiver inexistindo acordo) ficou estipulado. Se tiver ficado estipulado que ele suportaria metade dos custos da ADSE custeados pela mãe, terá de pagar essa metade. Se não tiver ficado estipulado, não terá de suportar. Se esta situação é justa ou injusta, para o caso não interessa para nada.   Se tiver ficado estipulado que o pai pagaria metade das despesas médicas, terá de pagar metade das despesas não reembolsadas pela ADSE.    Se a mãe não concordava com este sistema,  não tivesse acordado nestes termos. Ninguém a obrigou a aceitar o acordo. Ou então tivesse recorrido da sentença, se não tiver existido acordo. Tudo o demais, desculpem-me a frontalidade, mas é irrelevante neste momento. Até um acordo que seja desiquilíbrado, se tiver sido homologado, é para cumprir (atenção que não estou a dizer que este seja desiquilíbrado, esse aspecto agora não interessa para nada). E para ser alterado o acordo são necessários requisitos que, neste caso, manifestamente, não estão reunidos.
    • pauloaguia
      Isso da SS pode demorar bastante tempo... Mas será que não consegues chegar a um acordo com eles, em que possam partilhar a casa? Tipo, ficares a dormir na sala por uns tempos, ou algo do género...? Baixando-lhes a renda (uma vez que não só não a conseguem pagar, como deixariam de ter a casa toda por conta deles). Creio que tens direito a despejá-los, sobretudo se precisas da casa e eles deixaram de te pagar... mas sem contrato a coisa fica mais difícil... uma solução de compromisso, ainda que temporária, seria a solução menos má para todos, ..
    • Zaigard
      Boas Estou prestes a comprar o meu primeito imovel. É uma apartamento num prédio como mais de 50 anos, a precisar de obras, mas bem localizado e o andar ao lado após obras foi vendido por 50k+. O VPT do imovel é perto de 50k e o valor que foi acordado na venda é de 25k. O vendedor que é mais "experiente" pois faz compra e revenda de imoveis disse que seria mais favoravel para mim que na escritura do imovel conste que o valor de venda seja de 45k, pois segundo me disse isso reduzirá o imposto que no futuro posso vir a pagar numa revenda do mesmo. Ele disse que não vai perder nada, com esta situação, pois na escritura que ele fez ao comprar está o valor de 50k. Podem confirmar como funciona mesmo os impostos sobre uma futura transação. Este imovel vai ser 1ª  habitação pessoal por isso segundo li vou estar isento de alguns impostos. Pelo que me foi dito só terei de pagar o imposto de selo, sobre os 50k do VPT e a escritura. E o IMI apartir do 3º ano. Podem me confirmar? Outra situação o imovel será pago a pronto com dinheiro que tenho a meias com outro familiar meu. Neste momento não tenho fontes de rendimento, haverá problemas ou chatices com as finanças por isso? Muito obrigado pela ajuda e pela existencia deste forum que visito regularmente.
    • pauloaguia
      Conforme explica no artigo 2133º, os primeiros herdeiros são o cônjuge e os descendentes. Não sendo casado, a herança vai só para os descedentes, naturalmente... Não é feita qualquer distinção entre de quem são os filhos. Nem podia - um filho meu com uma mulher não é nem mais nem menos meu filho que outro filho meu com outra mulher, tenha eu sido casado com elas ou não... E o que interessa para a categoria de herdeiro é a relação com o falecido, não com outras pessoas...
    • M_R_J
      Esta promoção foi renovada para os últimos fins de semana de julho, agosto e setembro (mesmo link). Até pensei que não iria aproveitar esta promoção mas até tenho dado uso para umas compras online aqui e ali.
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