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    • ruicarlov
      É capaz de ser complicado. Normalmente, em primeiro lugar é preciso ver o contrato da renda está declarado nas finanças e foi celebrado  ao abrigo do Regime do Arrendamento Urbano, ou do Novo Regime do Arrendamento Urban. Também é preciso possuir todas as informações da habitação, incluindo artigo e fração. O problema é que as rendas de uma habitação só podem ser deduzidas se coincidirem com a morada fiscal (de modo a ser considerada habitação própria e permanente). Não creio que ele possa pertence ao mesmo agregado tendo residência fiscal diferente. Antes do e-fatura podia-se por essa despesa como educação, mas agora só tendo CAE de educação e IVA à taxa reduzida é que permite a dedução. A única hipótese que estou a ver é no caso de ser uma residência universitária, cujo CAE possa ser enquadrado nessa actividade. Fora isso.... 
    • carlos2008
      parece-me, á primeira vista, que os herdeiros serão as duas filhas do teu avô - e, havendo falecido, os descendentes delas tomam o seu lugar. parto do princípio que o terreno de que falas ficou, por divórcio dos teus avós, para o teu avô - a tua avó na altura levou o que lhe pertencia e o teu avô também e aqui ( na quota do teu avô , por divórcio ) deve estar o tal terreno : assim sendo os posteriores filhos da tua avó, com outro senhor, nada têm a ver com os bens do teu avô pois nada lhe são em termos parentescos . no entanto isto pode carecer de confirmação, quero dizer p.ex. que se o terreno continuou registado em nome dos dois depois da separação , ou seja, se combinaram ficar com uma propriedade comum, não é vulgar mas pode acontecer , então o caso tem que ser visto com mais detalhe: vai confirmar em que nome a propriedade está registada e desde quando, se fôr apenas no nome do teu avô não terás dúvidas nenhumas, se não fôr aconselho-te a falar com um notário ou solicitador que te esclareça detalhadamente com toda a "árvore genealógica" numa folha A4...é muito simples, pagas 50 € e ficas esclarecido com segurança: vão-te pedir datas ( óbitos, divórcios ) e vão ver os registos de propriedade ( eles têm acesso direto através dos seus próprios computadores ), é muito fácil, o único contra é que te vai custar poucas dezenas de euros
    • Cardoso24
      Porque não rende acima de 20%... Acho que faz muito bem  eu agora também só quero algo que renda acima dos 30%.
    • gustaferra
      Eu fiz registo mas não devo investir o meu perfil de investimento não se encaixa. Apenas tenho curiosidade na plataforma e à medida que fui percebendo como funciona desmoralizei, com uma boa conta bancária talvez mete-se num negócio especifico que acredita-se....  Na minha opinião as desvantagens para me afastar deste tipo de investimento:  - Empresas start ups ( muitas delas não crescem e depois precisam de aumentos de capital ou endividam-se para ter liquidez);  - Empresas que abrem o capital social até a data que me tenham apercebido foi no máximo de 20% e que correspondem a uma valorizam de 7 milhões, vou meter 1k ou 10k e domino 0,14%? Sem poder de decisão na mesma?  - Sem mercado secundário para vender as nossas participações ( algumas conseguem ir para a bolsa mas demoram certamente alguns anos )  - Rentabilidades !? Vender a empresa se esta "vingar" passados alguns anos certamente; dar Dividendos !? se derem passados alguns anos é uma sorte.... Resumindo vejo mais desvantagens do que vantagens sem qualquer garantias de ter alguma rentabilidade no espaço temporal de 3 ou mais anos.   
    • Visitante Nuno Silva
      Boa noite.... Tenho uma dúvida, o meu avo deixou um terreno de herança.. tendo no casamento tido 2 filhas a minha tia e a minha mae. mas a minha avó ja´separada do meu avo casou com outro senhor e tiveram 2 filhos. o meu avo faleceu quando a minha mae era nova, falecida a pouco tempo e a minha avó tambem..as partilhas só foram feitas na altura da minha bisavo. como sera´as partihas neste caso? será a minha tia e os descendentes da minha mae, ou os meus meio tios tambem?
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