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    • MissPastel
      Ok. Muito obrigada pela explicação.
    • ruicarlov
      Os regimes de casamento podem realmente ter importância em quanto o cônjuge herda, mas para o seu caso em particular é indiferente. Deixe-me dar um exemplo: se os dois tivessem casados com comunhão de bens, metade dos terrenos pertencia automaticamente à esposa, mesmo em vida do seu tio. Após a morte deste, apenas a metade dele é que ia ser distribuída pelos herdeiros, nos quais se incluía a mulher, que recebia uma parte adicional para além da metade que já detinha. Num casamento com separação de bens, os bens continuam a pertencer ao seu tio até que este faleça. Nessa altura faz-se a divisão pelos herdeiros. Em caso de haver mais do que um herdeiro, a mulher sai mais beneficiada no regime de comunhão do que no de separação de bens. Mas quando o único herdeiro é a mulher, o regime de casamento torna-se indiferente. Quanto à questão de o cônjuge aparecer duas vezes, se ler o resto do artigo 2133º, está lá explicado isso. Havendo descendentes e cônjuge, os bens são repartidos entre eles, e os ascendentes não recebem nada. Mas se por acaso não houver descendentes, os ascendentes ficam ao mesmo nível do cônjuge, ou seja, a herança passa a ser repartida entre esses membros. Por outras palavras, o cônjuge só fica com a herança totalmente para si se não houver nem descendentes nem ascendentes. É por isso que é chamado duas vezes, para cobrir as duas situações.
    • pfonseca
      Não sei se alguém saberá responder a isto. A minha carteira tem 5 ETF: 3 da bolsa de Amesterdão e 2 da Xetra (Alemanha). Acho que deves decidir que posições queres ter na tua carteira, e então escolher o broker.
    • SABRE
      Sinceramente, não sei se se podem consultar livremente. No entanto é só lá ir e fazer a pergunta
    • Visitante Afonso80
      Tenho conta Custody na Degiro e os ETF que possuo comprei na bolsa de Amesterdão. São o IWDA e o EMIM. Ambos têm volumes elevados, por isso acho que estás no país certo!
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