Actividade últimas semanas

A apresentar todo o conteúdo publicado nos últimos 15 dias.

This stream auto-updates   

  1. Última Hora
  2. Obrigado a ambos... Sim, eu também já li bastante sobre estes Certificados mas sinceramente ainda não tenho uma opinião formalizada. Penso que o ponto negativo seja a não possibilidade de resgate, porém a ideia passa por não resgatar (embora ninguém saiba das necessidades de amanhã).
  3. Hoje
  4. Bom dia, As rendas pagas por os sujeitos passivos podem ser repartidas ao meio em caso de entrega de Irs separado? Sei que nos juros dos empréstimos a habitação própria permanente se pode fazer. Obrigado
  5. O banco CTT também parece-me uma boa solução.
  6. Por enquanto, as despesas com condomínio não podem ser deduzidas em IRS. https://www.deco.proteste.pt/institucionalemedia/acoes/temas/imobiliario/e-faturas-onde-estao-as-despesas-do-condominio-1501 Quanto a pedir faturas com NIF, não sei se é possível. Nunca tive essa preocupação, uma vez que não ganharia nada (dedução) com isso.
  7. Perdeu -1,24% no dia 21 de Março. Nessa semana baixou -1,44%.
  8. Não é preciso mudar a modalidade de pagamento. Também tenho configurado no Cetelem Black a modalidade de débito de 100% mas pago a totalidade dos extratos com as referências Multibanco e - como nunca chega a haver débito em conta - não me cobram os €0,30.
  9. Ontem
  10. Andas neste fórum há praticamente 5 anos e num tópico de "Melhores Depósitos a Prazo" perguntas sobre algo que não tem nada a ver...(nem sequer em risco)
  11. Se há uma cláusula que diz que o empréstimo se destina a um determinado fim e esse fim foi alterado, em teoria houve uma quebra do contrato, sim. A partir do momento em que uma das partes quebra o contrato, a outra pode denunciá-lo ou exigir alterações. No entanto, a lei impõe que se a mudança de casa de dever ao facto de algum dos membros do agregado familiar ter ficado desempregado ou de ter mudado de emprego para uma localidade a mais de 50km de distância, o banco não pode mexer no spread. A mesma coisa caso se trate de uma situação provocada por um divórcio desde que quem fica com a casa não fique com uma taxa de esforço superior a 55% (ou 60% caso haja 2 ou mais dependentes). http://clientebancario.bportugal.pt/pt-PT/Credito/CreditoaHabitacao/Perguntasfrequentes/Paginas/Perguntasfrequentes.aspx (questões 18 e 19)
  12. O facto de não ter assinado um contrato de trabalho não quer dizer que a relação de trabalho não exista. Contacte a entidade patronal no sentido de ser accionado o seguro contra acidentes de trabalho, uma vez que se tratou de um acidente na deslocação entre o emprego e a sua residência. Aproveite para informar das despesas que já teve e que suportou do seu bolso, para saber que procedimentos deve adoptar para ser reembolsado das mesmas. Se houver resistência denuncie o caso à Autoridade para as Condições do Trabalho.
  13. partilhas

    Indo por partes: A herança será constituída pelos bens próprios do seu pai (os que já eram dele antes do casamento) e por metade dos bens comuns (sendo que a outra metade continua a ser propriedade da sua viúva). Há 3 herdeiros (os dois filhos e a viúva) que, a menos de algum testamento a dispor em contrário, dividirão entre si os bens da herança. Cada um tem direito a um quinhão do mesmo valor, mas não têm que dividir necessariamente todos os bens entre os três (por exemplo, um pode ficar com o dinheiro das contas bancárias e os outros com as casas e terrenos - o que interessa é que cada um fique com com o mesmo valor (havendo um herdeiro que fique com um quinhão maior terá de dar tornas aos outros, tipicamente em dinheiro). Podem assim, por exemplo, dividir entre os filhos os bens que eram próprios e deixar para a viúva uma quota parte maior nos bens comuns. Mas ela também pode ficar com alguns dos bens que eram só do vosso pai - apenas se toma em conta que parte dos bens entra para a herança, mas depois é a herança que é dividida - a proveniência dos bens já não é tão importante nas partilhas (embora se possam orientar por ela). Relativamente às rendas, enquanto as partilhas não forem feitas, é da responsabilidade do cabeça de casal administrar esses montantes (que não tem necessariamente de ser a viúva - é apenas uma expressão que se usa para se referir ao administrador da herança). O cabeça de casal deve prestar contas anualmente aos demais herdeiros, discriminando os rendimentos e os custos de administração da herança (por exemplo, o IMI dos imóveis que tem de ser pago é também da responsabilidade do cabeça de casal). Eventualmente pode pedir / distribuir dinheiros pelos restantes herdeiros. Quando as partilhas forem feitas, esse saldo é adicionado (ou subtraído) à herança antes de serem feitas as contas sobre quanto vai caber a cada herdeiro (na prática, é equivalente a dizer que as rendas e os encargos são distribuídos por todos na proporção do seu quinhão hereditário). Quanto à casa de morada de família, ela tem direito a ser encabeçada no direito de propriedade da mesma e no usufruto do recheio, na altura em que forem feitas as partilhas. Mesmo que fiquem com uma parte da casa, nada vos impede de a deixarem continuar a morar lá. Apenas a nota de que se registarem a passagem do usufruto da casa para ela, será dela a responsabilidade de pagar o IMI, enquanto essa situação se mantiver. Relativamente à possibilidade de os bens dela passarem para o resto da família é uma possibilidade real pois serão eles os seus herdeiros legais. A menos que ela deixe testamento em contrário (e se não é casada, não tem descedentes nem ascedentes, é livre de deixar a totalidade da herança a quem ela quiser). Sugiro ainda a leitura do Livro das Sucessões do Código Civil (a partir do artigo 2024º) que poderá ajudar a responder a outras dúvidas ou a chamar a atenção para algumas questões que ainda não ponderaram...
  14. Podem ainda optar por cada um ficar com metade de cada uma das casas. Ou o que ficar com a casa menos valiosa ficar ainda com cerca de 1/3 da outra para acertar as contas... Nestes casos, como cada um fica com o mesmo património, não há tornas a pagar ao outro... Em qualquer caso terão que ter sempre 0,8% do valor das casas (cerca de 372€ cada um) para pagar o imposto de selo, uma vez que se trata de bens imóveis.
  15. Tanto quanto sei a isenção é atribuída automaticamente. Se tiver direito, ser-lhe-à atribuída.
  16. Quando e por quanto o comprou?
  17. doação

    Se a casa era um bem próprio do pai, então ela não tem direito a 50%. O valor que lhe cabe é 25%, o mesmo que aos restantes herdeiros.
  18. doação a filhos

    A casa estava unicamente em nome da mãe, ou seja, o regime de casamento não é de comunhão de bens? Ela doou o seu único bem às filhas, mas o marido também é um potencial herdeiro (se não houver separação, claro). Não tenho a certeza disto, mas na qualidade de herdeiro é possível que possa impugnar essa doação. De qualquer forma, o filho mais novo nunca fica sem nada. Como herdeiro terá sempre direito a uma parte da herança. O valor recebido por essa doação é depois chamado à colação e elas têm de pagar tornas ao irmão.
  19. Todos têm de repudiar.
  20. 1º - Sim, as doações de imóveis podem ser chamadas às partilhas, deduzindo na quota disponível. Se a excederem, quem ficou com os imóveis tem de pagar tornas aos herdeiros. 2º - Para efeitos de partilhas deve ser feita uma avaliação do imóvel, tal como se deve fazer quando há um imóvel a dividir pelos vários herdeiros. 3º - Quando diz não fazer parte, quer dizer se o valor exceder a quota disponível? Não sei se é possível restituir per se, mas como disse anteriormente, quem recebeu o imóvel tem depois de pagar de volta aos outros herdeiros o valor que recebeu a mais em relação à sua quota parte. 4º - Penso que está a fazer alguma confusão do que é a quota disponível e a colação. Quota disponível é a percentagem do património que se pode dispor livremente, que tem é 50% do valor se houver 1 herdeiro, ou 1/3 se houver 2 ou mais. A pessoa pode doar aquilo que quiser em vida: dinheiro, imóveis, etc... Mas a partir do momento em que doe mais do que a sua quota disponível, os herdeiros podem impugnar e exigir tornas daquilo que foi dado a mais, desde que consigam provar que houve essas doações. A avaliar pelo número de questões que levantou paraece que houve aí um enxorrilho de doações a diversos herdeiros directos e herdeiros indirectos (como o neto), de modo que esta história está a ficar bastante complexa. O melhor mesmo é contactar um notário ou um advogado para ver exactamente o que deve ser feito.
  21. Obrigado, D@vid. Pois, também me pareceu bastante fraco, mas podia estar a ver mal.
  22. Obrigado! Vou hoje as Finanças ver o que é possível fazer . Mas infelizmente tem razão eles é que mandam , infelizmente é como funciona o nosso país , é um absurdo a quantia que cobram. Uma quantia de 0,40€ passar para 63€...
  23. Última semana
  24. Na declaração poderás substituir os valores (totais) fornecidos pelo e-fatura por valores indicados por ti. Nesse caso, talvez devas guardar essa fatura que não pudeste corrigir, em papel.
  25. Já fui ler isso, já percebi melhor... ou seja, e sempre uma percentagem sobre os lucros da empresa - as despesas da mesma certo? Sendo que aqui o PEC parece me o mais vantajoso certo? em relação ao que disse, o plano de negócios esta a ser realizado, por isso mesmo é que estava a recolher a máxima informação possível antes de ir ter com um contabilista!
  26. São obrigatórias por lei, as declarações anuais para efeitos de IRS são emitidas pelas entidades empregadoras – empresa e outras entidades públicas ou privadas - e devem ser entregues ao sujeito passivo, até 20 de Janeiro de cada ano. Estas declarações anuais para efeitos de IRS são documentos comprovativos das importâncias devidas no ano anterior, incluindo, quando for caso disso, as correspondentes aos rendimentos em espécie que lhes tenham sido atribuídos, do imposto retido na fonte e das deduções a que eventualmente haja lugar. Além das declarações anuais para efeitos de IRS, as entidades empregadoras têm ainda de entregar à Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), até ao final do mês de Fevereiro de cada ano, uma declaração, de modelo oficial, referente àqueles rendimentos e respectivas retenções de imposto, de contribuições obrigatórias para regimes de protecção social e subsistemas legais de saúde. Pelo que entendi da sua pergunta, julgo que está em incumprimento, os rendimento auferidos em n-2 devem ser declarados no ano n-1 e os rendimentos auferidos em n-1 declarados no ano n.
  27. Existe uma grande probabilidade que a AT faça a validação sempre que se alteram os dados. Não vejo necessidade de solicitar nenhum documento formal ao banco. Se estivesse no seu lugar, tentava esclarecer se os valores apresentados estão efetivamente errados. Em caso afirmativo não teria qualquer problema em alterar os valores pré-preenchidos e caso a AT viesse pedir esclarecimento apresentava a documentação de suporte.
  28. Boa tarde, Segundo alguns artigos pode-se deduzir despesas com mediadoras imobiliárias no IRS, caso tenham sido usadas para arrendar a casa, que foi o meu caso. Para poder deduzir, tenho de fazer algo no efaturas ou posso fazer isso quando preencher o IRS? É que se tento no efacturas, dá-me erros, por exemplo: "O emitente não tem atividade registada (CAE/CIRS) pertencente ao setor indicado." E a despesa está registada como "outros" no efatura, não teríamos de alterar para conseguir deduzir? Já não vou conseguir deduzir? Muito Obrigado.
  1. Carregar mais actividade